A FESP recebeu o resultado da avaliação do Guia do Estudante (GE), que integra a publicação “GE Profissões Vestibular 2014” - circulando nas bancas a partir do dia 11 de outubro – e o curso de Direito ganhou destaque pela conquista das 4 estrelas. Dentre as Faculdades privadas de Minas Gerais, somente outras 6 conseguiram a mesma classificação pelo curso, dentre elas a Pontifícia Universidade Católica (PUCMG) do Barreiro, em Belo Horizonte, e de Poços de Caldas.

Além do selo GE de qualidade, no último exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), a FESP teve 28 aprovados, conseqüência do trabalho de conscientização feito com os alunos, explicou a professora Ana Paula Coelho, então coordenadora do Direito. “Colocamos os nossos estudantes no foco da profissão, o que quer dizer que eles estão aqui se preparando para as situações de mercado, já se inserindo nele. Dizemos que temos alunos que são profissionais em formação. Dessa forma, eles entendem que o que eles fazem durante a graduação repercute no futuro profissional deles e, então, dedicam-se mais e até geraram uma competição saudável entre turmas, fazendo pactos para conseguirem o maior número de aprovações em concursos. Assim os resultados são os melhores, temos alunos que já vão se formar aprovados no exame da Ordem e isto é maravilhoso”, pontuou.

Allan Dione Queiroz, graduando do 10º período do Direito, é um dos aprovados e se diz muito satisfeito. “Conseguir esse resultado foi mais do que gratificante porque eliminei essa preocupação sobre formar em Direito e não ter uma profissão definida a ser seguida. Além disso, estudar em um curso 4 estrelas certamente faz a diferença. Essas estrelas significam o apoio dado pelos professores durante a graduação. Invisto no estudo para que eu possa dispor de um leque vantajoso de opções de ramos de atuação. Saio da FESP confiante de que estou pronto para desenhar uma ótima carreira profissional. As aprovações no exame da OAB e as 4 estrelas só reforçam a qualidade do Direito da FESP que já é reconhecida! Parabéns para todos nós”, finalizou.

Nos próximos meses o curso de Direito da FESP deve receber o MEC para visita in loco e os avaliadores são aguardados com ansiedade, já que a meta é alcançar cada vez mais visibilidade para o sucesso do curso, afirmou a professora Ana Paula.

Confira abaixo a lista dos aprovados no último exame da OAB: 

Alessandra Amâncio Pereira

Allan Dione Sousa Queiroz

Ana Paula Oliveira Mizael 

Anderson Marçal

Andréa Lemos Da Silveira Bueno

Camila Freire De Faria Reis 

Desiree Silveira Borges De Souza

Gleida Oliveira Pereira

Graciele Aparecida Lima

Inácio Roberto Lopes 

Joao Batista Pacheco

José Gilberto Lemos Damasceno 

Lincoln Carvalho Vieitez

Luís César De Almeida Andrade

Marco Aurelio Dos Reis Silva

Maria Deide Dos Reis Alves

Nivaldo Oliveira De Souza Junior

Pâmella Mara Da Rocha Santos

Patricia Aparecida Dos Santos

Priscilla Almeida Bernardes

Raquel Discini Vasconcelos

Ricardo Evangelista Azevedo

Taísa Cristina Da Silva

Thaila Silva Gomes

Thales De Paula Silveira

Thamires Aparecida Nascimento

Wallace Rabelo Domingos

Wilton Batista Cunha

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Os cursos de Administração, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Nutrição, Pedagogia, Serviço Social e Direito da FESP ganharam o selo de qualificação do Guia do Estudante (GE), que integra a publicação “GE Profissões Vestibular 2014” - circulando nas bancas a partir do dia 11 de outubro. O resultado da avaliação foi enviado pelo diretor de publicação do GE, Fábio Volpe, e recebida pelo Presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas.

O curso de Direito recebeu maior destaque com o selo 4 estrelas.  Tomando como cenário as Faculdades privadas de Minas Gerais, somente outras 6 conseguiram a mesma classificação pelo curso, dentre elas a Pontifícia Universidade Católica (PUCMG) do Barreiro, em Belo Horizonte, e de Poços de Caldas.

De acordo com o presidente Fabio Kallas, receber os selos é mais uma alegria para a família FESP. “Mais uma vez estamos sendo reconhecidos pelo trabalho sério e comprometido que fazemos aqui. A cada dia provamos a qualidade do nosso ensino e continuamos para melhorar ainda mais, consolidando nossa excelência educacional. Esta notícia é para comemorar”, declarou com entusiasmo.

O Guia do Estudante é uma produção da Editora Abril, que indica os melhores cursos superiores do Brasil, considerando vários critérios de avaliação como: titulação do corpo docente, aspectos didático-pedagógicos, atuação dos professores na prática docente, em extensão e em pesquisa, entre outros parâmetros. O Guia atribui conceitos de zero a cinco estrelas e é uma publicação tradicional, considerada uma referência para os estudantes em relação à qualidade do ensino superior de instituições públicas e privadas de todo o Brasil. 

Os diretores dos Núcleos Acadêmicos de Educação, professor Anderson Jacob Rocha, de Ciências Biomédicas e da Saúde, professora Tânia Maria Delfraro Carmo, alegaram que a notícia foi recebida com honrar e veio para agraciar o grande emprenho de coordenadores dos cursos, professores e alunos. Vivaldo Silvério de Souza Filho parabenizou, especialmente, o conceito alcançado pelo curso de Direito. “As quatro estrelas no guia do estudante conquistado pelo Direito demonstra que estamos no caminho certo buscando ensino de qualidade. Parabéns à coordenadora Profa. Dra. Ana Paula, aos professores envolvidos com o curso e toda equipe FESP”, disse o diretor do Núcleo Acadêmico de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

A professora Ana Paula Coelho, que se despede da coordenação do Direito da FESP, conta que este conceito vem coroar um ciclo de muito trabalho maduro e esforço conjunto. Segundo ela, durante esses quase 20 anos de existência o curso tem evoluído notoriamente. “Passamos muito bem nas avaliações, temos o conceito A do Conselho Estadual, esperamos a visita do MEC e por isso estamos ansiosos porque temos muito a mostrar. Externamente o sucesso continua. Temos juízes, promotores, delegados, defensores que são egressos nossos, além daqueles que seguiram a área acadêmica e nos enchem de orgulho! Isso tudo é fruto de amadurecimento. Nós temos um corpo docente com grande parte de titulados, mestres, doutores e doutorandos. Não posso deixar também de pontuar nossa estrutura de estágio, que já foi destacada pelo próprio Conselho e pelo MEC nos colocando entre os melhores núcleos de prática jurídica do Estado. É um momento muito feliz pra gente! O Direito da FESP é um dos melhores cursos do país. Estamos em festa, mesmo sabendo que muito ainda precisa ser feito porque queremos as 5 estrelas, mas esta já é uma conquista muito importante”, finalizou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


A prevenção a acidentes provocados por embriaguez foi tema de palestra na FESP, durante o último sábado (15), com Manuel Fernandes, o coordenador do movimento “Não foi acidente”, que propõe punições mais rígidas para quem dirige alcoolizado. A violência no trânsito é uma das maiores causas de mortes entre jovens no país e está relacionada diretamente à imprudência. 

O coordenador da ONG apresentou os números assustadores da violência no trânsito no Brasil. “O trânsito no Brasil mata o equivalente a quatro ’11 de setembro’ por mês”. Segundo ele, os números são bem superiores aos 40 mil por ano, apontados pelo Ministério da Saúde que considera morte no trânsito apenas quando a pessoa morre no local. “Os que morrem nos hospitais não entram nesta estatística, mas, de acordo com a seguradora que paga todos os DPVATs do país, a Líder Seguros, são cerca de 59mil por semestre”, afirma.  

Fernandes também chamou a atenção para os efeitos do álcool no organismo. “Pesquisas mostram que apenas uma lata de cerveja é suficiente para diminuir o senso crítico do motorista. Toda pessoa que ingere bebida alcoólica e dirige assume o risco de matar”, disse.

Além do prejuízo incalculável para as famílias das vítimas, o problema também atinge a esfera econômica. Segundo o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), o país desembolsa 22 bilhões de reais com acidentes nas rodovias.

O movimento “Não Foi Acidente” foi criado em 2011, pelo professor Rafael Baltresca, que perdeu a mãe e a irmã atropeladas por um carro em alta velocidade que invadiu a calçada onde elas estavam, na saída de um shopping em São Paulo. De acordo com testemunhas e policiais que atenderam a ocorrência o motorista apresentava sinais de embriaguez. 

A meta do movimento é conseguir 1 milhão e 350 mil assinaturas para mudar as leis que favorecem a impunidade nestes casos. A petição completa está disponível aqui.

Atualmente, uma pessoa que bebe, dirige e mata em um acidente é indiciada por homicídio culposo, sem intenção de matar. De acordo com o projeto de autoria do presidente da comissão de trânsito da OAB-SP, Dr. Maurício Januzzi, o crime de trânsito continuaria como homicídio culposo, porém, a pena seria aumentada caso fosse provada a embriaguez do motorista (de 5 a 9 anos de reclusão). Ainda de acordo com a proposta, mesmo que não houver homicídio a pena seria aumentada quando provado a embriaguez do condutor do veículo.

 

Mobilização 

A palestra com do movimento foi organizada pelo Centro Acadêmico do curso de Direito para envolver os estudantes e toda a comunidade acadêmica na mobilização. Todos os estudantes e professores que participaram da palestra se comprometeram a divulgar e ajudar a colher assinaturas para a petição. 

A coordenadora do Curso de Direito da FESp, professora Ana Paula Coelho, sugeriu também que os próximos Trotes Solidários (que substituem o trote tradicional aos estudantes ingressantes por ações sócio-educativas) sejam sair às ruas para pedir assinaturas. 

O palestrante distribuiu camisetas e ainda concedeu uma entrevista ao programa de TV FESP em Ação. 

Para conhecer mais sobre o movimento acesse o site do movimento.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG

Veja as fotos na Galeria de Imagens da FESP. CLIQUE AQUI.



No dia 06 de junho às 14h30 os Cursos de Direto e de Serviço Social organizaram a palestra sobre Pesquisa e Extensão Universitária na área jurídico-social no Escritório Escola – Bloco 9 da FESP, como parte das atividades do XI Fórum Jurídico Social. A palestra foi ministrada pela professora Drª. Cirlene Aparecida Hilário da Silva Oliveira que é assistente social e professora na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - UNESP, Campus de Franca. A palestra intitulada, “A importância da Extensão Universitária e o Papel da Pesquisa”, teve a participação de professores, profissionais da comunidade e alunos dos Cursos de Direito e Serviço Social da FESP.

De acordo com a palestrante Drª. Cirlene Aparecida Hilário Da Silva Oliveira toda extensão que se fecha nela mesma é uma extensão que se fragiliza e a que se expande para além dos muros universitários tende a se fortalecer e crescer, a pesquisa e a extensão precisa saber se comunicar com a realidade. Toda universidade é reconhecida pela extensão que realiza, principalmente se tiver o compromisso ético cumprido quando seu resultado se configure em um bem maior para a comunidade em que está inserida.

O evento contou com a presença da Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP, Marisa da Silva Lemos. A mesma relata que as considerações realizadas pela Dra. Cirlene sobre pesquisa e extensão na área jurídico-social muito nos acrescentou e afirmou o nosso compromisso de universidade junto a comunidade com as mais de 100 atividades de extensão que a FESP realiza junto a comunidade de Passos e região. 

Segundo a Coordenadora do Curso do Serviço Social, Jane Borges Lemos Mattar, o evento torna-se importante quando partimos do pressuposto que a vida acadêmica tem sua dinâmica também fora da sala de aula, principalmente em acontecimentos que estendem a parceria entre dois cursos da área de Humanas para debaterem conjuntamente questões ligadas à nossa realidade, o que já acontece no cotidiano universitário através da prestação de serviços gratuitos à comunidade e a existência de um espaço de formação profissional, como o Escritório Escola Jurídico Social. Professores e alunos recebem conhecimento diferenciado que estimula ainda mais a busca e a troca de saberes contando como resultado de eventos do nível desse Fórum a sua socialização para com seus pares e a população atendida pelos participantes.

 

REPORTAGEM ESCRITA PELA COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP - CPEX



Por meio dos cursos de Direito e Serviço Social da FESP foi realizado o XI Fórum Jurídico-Social. A longa parceria promove o evento anualmente para ressaltar a importância de se integrar os profissionais de ambos os cursos, já que suas demandas caminham paralelas.

De acordo com a coordenadora do Curso de Direito da FESP, professora Ana Paula Fatima Coelho, nestes 10 anos, a parceria tem mantido os estágios interdisciplinares que envolvem o ensino, a pesquisa e a extensão e, na necessidade de divulgar os trabalhos desenvolvidos, nasceu a idéia de fazer um fórum com personalidades da área do Direito e da área Social para abrir um espaço de exposição das questões experimentadas no escritório escola, que é jurídico-social. “Muitas demandas que chegam para os profissionais do direito são, antes, questões sociais, e posso dizer que o mesmo acontece do outro lado, grande parte dos problemas que chegam até os assistentes sociais são questões de direito. Por isso é importante que estes futuros profissionais atentem para as duas áreas. Dessa forma o Fórum quer oferecer um espaço para que seja feita essa mediação”, justificou.

Em concordância, Jane Borges Lemos Mattar, coordenadora do curso de Serviço Social da FESP, acrescentou dizendo que “a interdisciplinaridade é o mote do momento e esta parceria entre o Serviço social e o Direito é um casamento que funciona muito bem. O profissional do Serviço Social precisa conhecer o mínimo das leis, dos direitos e deveres das autoridades e do cidadão para que ele possa conduzir melhor o seu trabalho. Com certeza o Fórum é uma fonte de conhecimento diferenciado que estimula ainda mais a busca e a troca de saberes”.

Durante os dois dias de evento, foram realizadas comunicações no período matutino, onde alunos e professores expuseram artigos e pesquisas em diversas temáticas pertinentes à proposta jurídico-social, e, no período noturno, aconteceram palestras.

Em balanço, Jane Borges Lemos Mattar avaliou o XI Fórum Jurídico-Social como importante instrumento “quando partimos do pressuposto que a vida acadêmica tem sua dinâmica também fora da sala de aula, principalmente em acontecimentos que estendem a parceria entre dois cursos da área de Humanas para debaterem conjuntamente questões ligadas à nossa realidade, o que já acontece no cotidiano universitário através da prestação de serviços gratuitos à comunidade e a existência de um espaço de formação profissional, como o escritório escola”. Complementando a parceira, Ana Paula Fatima Coelho pontuou: nosso universo é amplo e diverso e, por isso, procuramos formar alunos do Direito com grande preocupação social e alunos do Serviço Social com olhar jurídico.

 

Comunicações

Ao todo, 12 alunos fizeram apresentações orais no XI Fórum Jurídico-Social. Laís Orlandi Rosa, graduanda do 9º período de Direito, acompanhada da também estudante de Direito Liara Almeida Macarini Baldini, falou sobre o Programa de Atendimento Itinerante Jurídico Social – o PAIJUS. Segundo Laís “apresentar artigo num evento desse tipo é importante pro currículo de quem quer seguir estudando e desenvolver a carreira acadêmica, e, ainda é interessante porque permite uma interação legal com os colegas”. 

Também discorrendo sobre o PAIJUS, Yan Dias Silveira, aluno do 3º período de Direito, é voluntário em pesquisa que avalia e pensa em melhoras para programa de extensão.  Trabalhando junto do estudante e bolsista Francesco Carlos Messias, Yan explicou que eles procuram saber qual o nível da eficiência de execução do projeto. “Apresentamos um gráfico hoje mostrando que, de 2010 pra cá, já foram agendadas 1108 conciliações e foram realizadas 620, assim, são 620 casos a menos no judiciário. É um bom número”, reforçou.

 Bruna Alves Oliveira de Abreu expôs sobre o processo jurídico. “Devido à relevância que o processo tem no ordenamento jurídico, tanto como um instrumento para o Estado quanto para as pessoas terem acesso à tutela jurisdicional, apresentar meu trabalho foi engrandecedor e gratificante. Depois, é bom pra divulgar a pesquisa, fazer com que o conhecimento chegue aos colegas”, alegou a aluna do 5º período do Direito.

O conflito foi o assunto tratado por Julia Marconi Gonçalves Silva, do 3º período de Direito. “Eu fiz uma explanação sobre o conflito, sobre sua importância pra sociedade e como ele contribui nos mecanismos que a desenvolvem, promovendo crescimento comunitário e individual. Foi uma experiência enriquecedora porque eu fui buscar a perspectiva boa do conflito, que é proporcionar as partes o crescimento para solucionar, da melhor forma, as suas dificuldades”, declarou.

 

Palestras 

Além das comunicações de artigos, o Fórum Jurídico-Social também foi espaço de palestras. Na primeira noite com a assistente social Cirlene Aparecida da Silva Oliveira e, na segunda, com o promotor aposentado e reitor do Centro Universitário do Norte Paulista (SP), Dr. Eudes Quintino de Oliveira Junior.

As explanações foram recebidas com grande interesse pelo público numeroso. Ao final de sua apresentação sobre “O trabalho interdisciplinar na busca pela efetivação de direitos: um diálogo sociojurídico”, a professora da UNESP de Franca declarou que “essa troca entre as diferentes áreas é muito rica. Para o assistente social ter conhecimento acerca dos direitos do cidadão é fundamental, assim ele poderá trabalhar para que estes direitos possam ser efetivados. Já para os alunos do direito, ter conhecimento da complexidade social hoje é importante para que ele também possa, dentro de sua área específica, trabalhar para que este Direito seja efetivado”.

A segunda palestra foi aberta pelos alunos do 1º período do curso de Direito que cantaram uma paródia da bem conhecida “Esse Cara Sou Eu” – música de Roberto Carlos – trazendo alguns fundamentos básicos do Direito. 

Em seguida o Dr. Eudes Quintino de Oliveira Junior - detentor de grande conhecimento na área criminal na qual atuou por 30 anos como promotor público - chamou a atenção dos futuros advogados para uma área ainda pouco explorada, mas que certamente terá grande espaço num futuro próximo, a “Biodireito”. Ele discorreu sobre a utilização de células-tronco, sobre o aborto no Brasil e explicou, dentro dos preceitos da saúde, o que significa a morte, no sentido previsto em lei, conhecida como ortotanásica (onde em vida e em plena consciência de seus atos o cidadão constitui um procurador e, no cartório, registra um testamento vital onde manifesta que, em caso de alguma doença incurável, não tendo condições de se manifestar, o cidadão não quer tratamento médico, aceitando apenas os métodos paliativos para aliviar sua dor). O promotor ainda falou sobre a doação de peles, órgãos e tecidos no Brasil.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG

Veja as fotos na Galeria de Imagens da FESP.

Abertura do Fórum Jurídico-Social

Comunicação de Artigos

Palestra com Dr. Eudes Quintino de Oliveira Junior



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