A primeira reunião com os Bolsistas de Iniciação Científica da FESP ocorreu no dia 16 de abril, no auditório do Bloco Principal. Os trâmites avaliativos dos projetos submetidos nos programas, a seleção de bolsistas e processos organizacionais para se desenvolver as atividades de pesquisa e extensão foram apresentados na reunião. O objetivo deste encontro foi também esclarecer aos estudantes participantes e orientadores de projetos quais são suas obrigações e responsabilidades para com os programas de bolsas. Os órgãos financiadores dos programas de iniciação cientifica na instituição são: CNPq, FAPEMIG, UEMG e FESP. A apresentação destes programas foi realizada pela Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP – CPEX. 

A FESP disponibilizou 96 bolsas através destes programas. Este ano a instituição alcançou o recorde de 164 inscritos. Primeiramente o Diretor do Núcleo Acadêmico de Pós – Graduação, Pesquisa e Extensão, Eduardo Goulart Collares, fez uma apresentação institucional dos programas e explicou quais são os objetivos e responsabilidades dos participantes com os órgãos financiadores e com a FESP. De acordo com Eduardo Goulart Collares “esta é uma oportunidade impar na vida acadêmica de cada um dos bolsistas; a participação em um projeto de iniciação científica ou extensão significa um divisor de águas e, certamente, a partir de hoje passarão a encarar a universidade de outra forma. É a vida estudantil além da sala de aula!”

A FESP informa que os estudantes estão participando mais dos projetos de Iniciação Científica. Desta forma, a CPEX esclareceu a distribuição de bolsas em cada programa associado: são 30 bolsas para os alunos de Pesquisa da FAPEMIG, 19 bolsas para os alunos do Programa UEMG / PAPq, 20 bolsas para o Programa PAEX e 12 bolsas para o Programa PIBIC / FESP. 

O processo de seletivo PIBIC 2013 foi formado por uma comissão interna de seleção de projetos (CISP/CPEX), contendo 06 Coordenadores de Câmara Técnica, 18 Membros da Equipe Técnica de Avaliação e 03 Apoios Administrativos. Os processos de avaliação e seleção dos candidatos foram concebidos por uma comissão avaliadora e a classificação divulgada através do site da FESP.

Durante a reunião os responsáveis por administrar as atividades dos projetos de Iniciação Científica solicitaram a todos os alunos que fizessem a leitura obrigatória do manual do Programa Institucional de Apoio à Pesquisa e Extensão das instituições financiadoras. Lembraram, também, da importância em produzir o relatório mensal, conforme as regras do contrato do termo de compromisso e as assinaturas dos atestados de frequência. Os candidatos selecionados para o programa Bic Júnior / FAPEMIG foram orientados quanto ao processo seletivo e das normas de acompanhamento e aplicações para participação do programa.

De acordo com a Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP, Marisa da Silva Lemos, o aumento da participação dos nossos alunos nos programas de incentivo a pesquisa demonstra uma conscientização dos mesmos da importância desta participação na vida acadêmica, na melhora de seus currículos e no futuro de suas carreiras profissionais.

A FESP declara que o objetivo dos programas é promover a pesquisa e a extensão de modo a contribuir para a formação de cidadãos comprometidos com o desenvolvimento e a integração dos setores da sociedade e das regiões do estado.

Fonte: Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP - CPEX



O Comitê de Ética em Pesquisa (CEP) da Fundação de Ensino Superior (FESP/UEMG), órgão que regulamenta pesquisas envolvendo seres humanos dentro da instituição, passou a integrar essa semana a Plataforma Brasil, que é uma base nacional e unificada de registros de CEPs que integram o Conselho Nacional de Ética em Pesquisa (CONEP).

A plataforma permite que as pesquisas sejam acompanhadas em seus diferentes estágios, desde a submissão até a aprovação final pelo CEP e pela CONEP, quando necessário, possibilitando inclusive o acompanhamento da fase de campo, o envio de relatórios parciais e dos relatórios finais das pesquisas. Essa é uma facilidade a mais para o pesquisador, conforme destacou o coordenador do CEP-FESP, Professor José de Paula Silva.

O sistema permite ainda, a apresentação de documentos também em meio digital, propiciando à sociedade o acesso aos dados públicos de todas as pesquisas aprovadas. Pela Internet é possível a todos os envolvidos o acesso, por meio de um ambiente compartilhado às informações em conjunto, diminuindo de forma significativa o tempo de trâmite dos projetos.

“O Comitê de Ética da FESP já tem preparado todas as instruções aos professores pesquisadores da instituição sobre os procedimentos e ainda este mês será realizada uma reunião para esclarecimentos com os mesmos. A partir de agora toda a submissão dos trabalhos será feita de forma online no Conselho Nacional de Ética (CONEP) e encaminhada ao CEP de Passos. A grande vantagem é que a submissão poderá ser feita a qualquer momento, garantindo a agilidade do pesquisador e o projeto poderá ser encaminhado à rede de CEPs do Brasil”, explicou o professor José de Paula.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



Alunos formandos do curso de graduação em Tecnologia em Gestão Comercial da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) apresentaram no dia 11 de julho os resultados de uma pesquisa realizada com 53 estabelecimentos comerciais de São João Batista do Glória, localizados na Avenida Avelino Soares de Rezende, Praça do Cruzeiro e Rua Recife. A pesquisa confirmou o aquecimento do comércio gloriense após a construção da ponte sobre o Rio Grande, que facilitou o deslocamento entre Glória e Passos.

O estudo foi proposto como atividade de extensão da disciplina Marketing de Serviços, do 4º período do curso, ministrada pela Profª. MSc. Vanessa Braz Cassoli e teve o objetivo de verificar a realidade de estabelecimentos comerciais de pequeno porte do município quanto ao uso de ferramentas de Marketing e Atendimento ao Cliente. 

Do total de empresas pesquisadas, quase 38% delas têm entre 1 e 5 anos de fundação, e 47% dos entrevistados afirmaram que a construção da ponte gerou impactos positivos para o comércio local. Os tipos de estabelecimentos que prevaleceram na pesquisa foram o varejo de moda (roupas, calçados e acessórios), com 19%, e bares e similares, com 17%.

Os dados coletados indicaram que os comerciantes glorienses investem em publicidade dos seus negócios, com prioridade para o uso do rádio, mas a divulgação boca a boca ainda é o meio mais citado. Segundo 36% dos estabelecimentos pesquisados, a divulgação é feita semanalmente. (Confira a pesquisa completa abaixo). 

Para os estudantes, o trabalho foi muito proveitoso e ainda contribuiu com a sociedade principalmente para o público-alvo dos estudos que são os comerciantes do município pesquisado que têm agora um suporte para ser aplicado na melhoria dos estabelecimentos. “Foi muito bom compartilhar com os empresários glorienses um pouco do que aprendemos em sala de aula. Vejo uma oportunidade para a FESP levar parcerias para mais cidades da região, para as pequenas empresas que buscam melhorias, e os cursos de Gestão Comercial e Administração podem suprir essas necessidades”, comentou Geraldo Magela Pereira, um dos formandos da turma que realizou o estudo.

Na opinião da professora Vanessa Braz Cassoli, que coordenou a pesquisa, a atividade de extensão foi bastante válida. “Os alunos elaboraram em sala de aula o formulário da pesquisa, que foi aplicada no início de junho, e também realizaram a tabulação e a interpretação dos dados durante a aula. Ter contato com essas empresas reais os levou a refletir sobre as possibilidades de gestão que poderiam ser implantadas”, informa a professora.

O coordenador do curso de Tecnologia em Gestão Comercial, Wêsley Edmir Andrade, elogiou a iniciativa da turma. “É um trabalho importante tanto para os alunos como para os comerciantes, e abre uma possibilidade de implantarmos no Glória uma pesquisa de mérito empresarial, como já é feita em Passos pela FESP”, comentou.

Confira os dados completos levantados pela pesquisa

Total de Empresas Pesquisadas: 53

Fundação:

38% têm entre 1 e 5 anos de fundação

Impacto da construção da ponte no comércio:

47% dos entrevistados afirmaram que a construção da ponte gerou impactos positivos para o comércio local. 

Tipos de comércio que prevalecem:

19% são varejo de moda 

17% bares e similares, com 17%

Publicidade e Propaganda:

Os comerciantes glorienses investem em publicidade dos seus negócios, com prioridade para o uso do rádio, mas a divulgação boca a boca ainda é o meio mais citado

Para 36% dos estabelecimentos pesquisados, a divulgação é feita semanalmente.

Aspecto a ser melhorado:

Realização de cadastro dos clientes, a fim de gerar novos contatos para vendas e para conhecer as necessidades e desejos dos compradores

35% dos entrevistados afirmam não realizar qualquer tipo de cadastro dos clientes. 

Formas de pagamento:

45% cartão de crédito;

71% dinheiro ou cheque;

52% carnê/crediário;

11% ainda existe a antiga “caderneta”.

Aspecto visual dos estabelecimentos:

66% afirmam ter passado por reforma ou melhoria nos últimos dois anos. 

Técnicas de promoções de vendas, satisfação do cliente e treinamento da equipe:

43% dos pesquisados dizem não utilizar desse recurso de marketing;

85% dos comerciantes afirmam nunca ter feito pesquisa de satisfação dos clientes;

62% dos estabelecimentos realizam treinamento de funcionários.

Fonte: Departamento Comunicação e Marketing


A Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) promoveu uma reunião no dia 2 de fevereiro, no auditório da Biblioteca Engº Oto Lopes de Figueiredo, para anunciar a instituição do título de professor-pesquisador. Comandada pelo presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas e pelo diretor do Núcleo Acadêmico de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, professor Eduardo Goulart Collares e com a presença e participação de todos os diretores de Núcleos Acadêmicos, o encontro reuniu professores da FESP que já trabalham com a prática da pesquisa.

Os participantes conheceram os requisitos que o docente precisa ter para ser intitulado como professor-pesquisador. À medida que a proposta for sendo implementada, os professores que receberem o título poderão dedicar parte da carga horária para o desenvolvimento de pesquisas e a FESP apoiará sua qualificação e capacitação.

O presidente Fábio Kallas destacou que a FESP tem se fortalecido a cada ano na área de pesquisa, com participação nos editais mais importantes de instituições e empresas que investem em Pesquisa e Desenvolvimento, como FAPEMIG, FINEP, FURNAS e outras. “Entendemos que a instituição de ensino superior que investe em pesquisa constantemente, faz com que seu aluno adquira o espírito investigativo, tornando-se um profissional mais preparado e empreendedor. A FESP entende que o desenvolvimento de uma cidade e de uma região passa pela universidade. Portanto, é dever de uma escola como a FESP assumir o desafio de transformação, de desenvolvimento, de empreendedorismo e de inovação. O professor pesquisador é um professor diferenciado dentro da FESP, pois, além de suas incumbências na docência, ele tem a missão de ensinar desafiando, pesquisando, descobrindo, inovando, juntamente com seu alunado. O professor pesquisador é o professor que eleva o nome da universidade, colocando-a como uma universidade diferenciada”, disse Fabio.

De acordo com o professor Collares, inicialmente serão cerca de 40 docentes de todas as áreas do conhecimento que receberão o título de professor-pesquisador. O grupo será renovado a cada ano e novos professores serão indicados pelas diretorias. O professor terá metas para cumprir e aqueles que não cumprirem as regulamentações deverão ceder os seus lugares. “A idéia é antiga e surgiu da necessidade de estabelecer uma política de desenvolvimento científico para a FESP, reconhecendo o trabalho já realizado por nossos pesquisadores e os valorizando e qualificando para que possamos galgar novos desafios na realização de pesquisas científicas. Desde muito tempo, a FESP possui um grupo de pesquisadores que sempre se dedicaram à pesquisa. Com o apoio do Fabio e a nova estruturação administrativa da FESP, por meio de Núcleos Acadêmicos por área de conhecimento, está sendo possível colocar em prática este antigo sonho de criar uma política institucional para a pesquisa e o desenvolvimento”, destacou Collares.

Capacitação

Durante os dia 6 e 7 (segunda e terça-feira) foi realizado um workshop de elaboração de projetos para fontes de fomento, como uma primeira atividade de capacitação do professor pesquisador. Para ministrar a atividade foram convidados o engenheiro agrônomo Marcelo Franco, que é graduado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e que atualmente ocupa o cargo de Coordenador do Programa de Energia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SECTES); o professor-doutor Pedro Castro Neto, engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura de Lavras, com mestrado em Engenharia Agrícola pela UFV e doutorado em Agronomia pela UNESP e o professor-doutor Antônio Carlos Fraga, engenheiro agrônomo pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) e com mestrado e doutorado em Fitotecnia pela UFV. Marcelo Franco e Antônio Carlos Fraga são professores titulares da UFLA.

Os convidados ministraram a palestra “Elaboração de projetos científicos”, na segunda-feira e a oficina “Submissão de projetos em agências de fomento”, na terça-feira. "Não é possível trabalhar o conhecimento de forma isolada. Temos que atuar em equipes interligadas e desfrutar do sucesso em conjunto. Se nós queremos ser uma nação forte, temos que investir na pesquisa e no conhecimento”, frisou Marcelo Franco durante as palestras.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



Um dos temas de destaque do I Congresso Mineiro de Ensino Superior foi a pesquisa no Brasil. O presidente da Fapemig, Mario Neto Borges, falou sobre dois projetos de Lei que tramitam simultaneamente na Câmara dos Deputados e no Senado e que prevêem uma mudança positiva para a viabilização da pesquisa cientifica no país. “É uma novidade na medida em que se reúne numa única lei com 85 artigos toda a normatização relativa à aplicação do desenvolvimento e das interações de ciência, tecnologia e inovação. Resolve problemas que hoje são empecilhos como a questão de importações, de licitação, como a própria lei de inovação, dedicação exclusiva, a biodiversidade”, explica.

Segundo ele, a legislação atual atrasa o desenvolvimento científico pela morosidade e complexidade com que os projetos são submetidos para aprovação. “A burocracia é uma barreira e quando não um obstáculo intransponível ela atrasa e dificulta os processos científico-tecnológicos e principalmente a inovação, porque esta exige a interação entre o setor público e privado que isso não estando normalizado você tem dificuldades de fazer os contratos, fazer as parcerias e celebrar os instrumentos necessários para isso. O código vem exatamente atacando essa posição de uma forma objetiva e simples”, afirma.

A discussão contou com a participação do ex-reitor da Unimontes professor Paulo César Gonçalves que ressaltou a importância da pesquisa para o desenvolvimento econômico e social. “Nós na universidade procurarmos compreender os anseios, as angústias, as demandas da sociedade para que tudo isso se transforme em conhecimento e, enfim, em desenvolvimento”, disse.

O coordenador do Centro de Pesquisa e Extensão da FESP, professor Eduardo Goulart Collares, elogiou a condução do debate. “Para trabalhar a inovação dentro de uma universidade precisamos primeiro criar um banco de problemas e uma vitrine de inovações e com isso ter uma carteira de projetos”, afirma.

Fotos do evento AQUI na Galeria de Imagens da FESP

Fonte: Departamento de Comunicação Marketing



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