Rogério Cardoso, professor e coordenador do curso de Ciências Contábeis, e Vanessa Braz Cassoli, professora nos cursos de Tecnologia em Gestão Comercial e Comunicação Social, representaram a FESP no IX Congresso Nacional de Excelência em Gestão (CNEG), na Escola de Engenharia da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Realizado de 20 a 22 de junho em Niterói e no Rio de Janeiro, o evento se destinou à troca de informações sobre temas relevantes ligados à Gestão e à Responsabilidade Social Organizacional.

Nesta edição, o congresso, que é realizado em parceria da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (FIRJAN) com várias outras entidades,  também abrigou o 12th Internacional Conference on Corporate Social Responsibility, contando com participação de conferencistas e pesquisadores de outros países. Os organizadores estimam que o evento teve 1000 participantes e 400 trabalhos científico-tecnológicos.

Cardoso apresentou o artigo científico “Percepção dos escritórios de contabilidade do sudoeste de Minas Gerais sobre extensão do uso de sistemas de informação contábil/software contábil”, de sua autoria em conjunto com colegas de mestrado da Universidade Federal de Minas Gerais.

Vanessa Cassoli apresentou os artigos “Comunicação institucional e responsabilidade social no programa televisivo FESP em Ação”, em co-autoria com o egresso de Jornalismo Gabriel Machiaveli, e “Desenvolvimento sustentável no varejo: um estudo em redes de supermercado”, em co-autoria com as egressas de Administração de Empresas Larissa Mota e Marília Duarte.

Os docentes da FESP assistiram às apresentações de artigos de outros pesquisadores e também à palestra “Como publicar em periódicos científicos”, com André Jun, editor e representante no Brasil do Emerald Group Publishing, instituição de publicações científicas sediada no Reino Unido. “O palestrante trouxe recomendações objetivas e valiosas para fomentarmos a publicação científica na FESP, além de fornecer dicas práticas até mesmo para a publicação dos Trabalhos de Conclusão de Curso”, comentou o professor Rogério Cardoso.

A visita à universidade fluminense também foi oportunidade para os professores de Passos iniciarem contatos para futuros intercâmbios em eventos científicos como o “FESP Inova”, realizado no mês de outubro.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



A equipe técnica do projeto Corredor Verde participou do III Circuito de Arborização Urbana, realizado pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig). O evento, que aconteceu no último dia 18 no Salão Nobre Eunézimo Lima, no Centro Universitário de Formiga (UNIFOR-MG), abriu espaço para discutir a importância do planejamento e a manutenção da arborização para o convívio adequado em ambiente urbano.

O encontro contou com a participação de palestrantes do setor de arborização que abordaram temas como: coleta, produção de sementes e viveiros, manutenção e implantação da arborização urbana, cenário mundial da arborização urbana, georreferenciamento de árvores, florestas urbanas e outros. Além disso, os participantes tiveram a oportunidade de conhecerem técnicas de plantio e podas de árvores urbanas. Em Formiga, houve demonstração prática nas proximidades do campus do UNIFOR-MG.

Segundo a professora Tania Teles, coordenadora do Corredor Verde, o evento traz a oportunidade de conhecer as boas práticas e procedimentos de planejamento das árvores no meio urbano. Para ela, o Circuito funciona ainda como uma troca de experiências. “A Cemig discute seus programas de manejo de vegetação com as administrações municipais e comunidade estudantil. Além disso, constitui espaço para a apresentação de trabalhos científicos voltados para o desenvolvimento de técnicas adequadas ao plantio e a convivência urbana”, comentou.

Junto à professora, participaram os alunos estagiários do projeto: Jéssica Bueno, André Phelipe Rodrigues da Silva, João Luis de Souza Ferreira, do 3º período do curso de Engenharia Ambiental e Juliano Santos Soares, do 1º período, e também Letícia Aparecida da Cruz, estudante do 1º período de Pedagogia, estagiária no Centro de Ciências da FESP.

Desde o primeiro encontro a FESP está presente no circuito que, entre outros aspectos, traz técnicas de cuidados com a arborização urbana para promover o bem-estar e a qualidade ambiental, no objetivo de ter harmonia no meio urbano. De acordo com o engenheiro de meio ambiente da Cemig, Pedro Mendes, as árvores precisam ser cultivadas de uma maneira que tenha atenção no seu planejamento, implantação e na sua manutenção. “A implantação de uma árvore deve ser precedida de um planejamento que contemple o levantamento de espaços arborizáveis. É necessário que se atente para a escolha das espécies que melhor se adequem a esses espaços, a qualidade das mudas, covas e outros procedimentos de plantio que garantam o estabelecimento e longevidade da muda plantada. Portanto, o debate e a troca de experiências entre os profissionais envolvidos, em relação à arboricultura, são fundamentais”, justificou. 

O Circuito de Arborização Urbana envolve profissionais da Cemig, prefeituras municipais, estudantes universitários, organizações não governamentais e órgãos públicos ligados à gestão ambiental. Ao longo de todo o ano, o Circuito percorre cidades do interior de Minas Gerais com a proposta de discutir as boas práticas de arboricultura, buscando aprimorar os trabalhos dos profissionais envolvidos no planejamento urbano, distribuição de energia elétrica e arborização.  

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Yára Oliveira, aluna da UNABEM – Universidade Aberta para a Maturidade da FESP – lançou na última quinta-feira (20), mais uma obra literária, desta vez, dirigida ao público infantil. Com o título Uma Floresta de Canetas, da editora São Paulo, a escritora conta nas 35 páginas a estória de um planeta chamado “Cintilante”, que se destacou dentre os demais planetas devido às diferentes espécies de florestas que nasciam em seu solo: as Florestas de Canetas.

A autora explica que a ideia de escrever o livro infantil surgiu durante uma oficina de literatura da UNABEM anos atrás. “No decorrer de uma oficina de literatura o professor falou as palavras ‘floresta e caneta’. Naquele momento veio a ideia de escrever alguma coisa sobre com esta temática e agora, quatro anos depois, nasce este livro”, explicou a escritora orgulhosa.

Feliz com o resultado do trabalho, a aluna da UNABEM explicou que a família inteira foi envolvida no projeto. “Tive o apoio do meu esposo e dos meus filhos para que o livro fosse editado e de maneira muito especial a ajuda da minha neta, Magda Joele, na ilustração e editoração e do meu neto Othon José Ribeiro Pereira, que fez a digitação do livro quando tinha apenas 14 anos”, comentou.

Para uma das coordenadoras da UNABEM, a historiadora e professora da FESP Leila Maria Suhaldonik Pádua Andrade, a literatura infantil é importante porque auxilia as crianças na personalização dos sonhos e imagens que elas têm permitindo que vivam isso através do livro. “O livro leva a criança a pensar, porque todos os livros infantis têm uma moral. Através da literatura as crianças podem aprender valores de amor ao próximo e respeito. A literatura infantil vai ajudar nesta educação moral das crianças”, observou.

“O livro já te convida a ler a partir das cores e ilustração, porque é muito atrativo para as crianças. Quando eu li fiquei apaixonada, é maravilhoso, é completo! A Yára foi muito feliz em escrever esta estória”, afirmou a Professora da UNABEM Regina Piotto, responsável pelo projeto Sala do Conto, da prefeitura de Passos, onde crianças da rede municipal de ensino se encontram na Casa da Cultura para aprenderem estórias infantis com toda ambientação do local. “Sem dúvida nenhuma este será o próximo livro que trabalharei com as crianças na Sala do Conto a partir do próximo semestre”, revelou Regina. 

Durante o lançamento do livro, o garoto Tiago Freire Ribeiro, 9 anos, que acompanhava a avó nas atividades da UNABEM aproveitou para folhear o livro e em poucos minutos leu todas as páginas. “Achei muito bonito, muito legal. Gostei de tudo”, disse o menino que ganhou um beijo emocionado da escritora e o exemplar que acabara de ler autografado.

Yára Oliveira nasceu em Cássia e foi radicada em Passos. É artista plástica e trabalha com pintura a óleo sobre tela e técnicas mistas. Tem aproximadamente 890 telas pintadas espalhadas por todo o Brasil, além de uma obra exposta no museu Arco de La Victoria em Madrid, Espanha. Já escreveu três livros, verso-prosa, contos e pesquisas: Simplesmente Yára I, II e III, além de duas cartilhas sobre prevenção às drogas para a ONG Amigos da Vida. Atualmente é membro da Associação dos Escritores e Cia, em Passos.

Desta primeira edição, foram impressos mil exemplares sendo que 362 livros, 30% do total, foram distribuídos nas escolas municipais, biblioteca municipal da Câmara e da FESP, APAE e Hospital Regional do Câncer. O livro pode ser adquirido na papelaria Lemma, livraria Mar de Minas, APAE e na loja do Hospital Regional do Câncer.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG

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O professor da Faculdade de Direito da FESP, Alisson Thalles Moura Martins conquistou na tarde desta quinta-feira (20), o título de Mestre após apresentar sua dissertação na Faculdade de Direito da FMU/SP (Faculdades Metropolitanas Unidas). O professor foi avaliado pela comissão de julgamento formada pelo Orientador Professor Doutor Marco Antonio Barbosa e teve como integrantes as professoras Doutoras Regina Celia Martinez e Eunice Aparecida de Jesus Prudente, ambas da Universidade de São Paulo/USP.

A dissertação de mestrado do professor da FESP teve o tema: O ensino jurídico e a sociedade da informação. “Hoje foi um dia muito especial na minha carreira. Após dois anos com viagens semanais para São Paulo, consegui defender minha dissertação e conquistar meu tão sonhado e batalhado mestrado”, desabafou o Mestre Alisson Thales Moura Martins.

A notícia foi recebida com satisfação pelo presidente do Conselho Curador da FESP professor Fabio Pimenta Esper Kallas. “Ficamos muito satisfeitos ao saber da aprovação no curso de mestrado do nosso professor Alisson Martins. Exemplos como o dele estão sendo seguido por vários professores da FESP na obtenção de títulos de Mestrado, Doutorado e Pós-doutorado. Isso mostra a excelência que temos buscado no corpo docente da FESP e quem ganha com isso são os alunos, com professores cada vez mais capacitados e gabaritados para lecionar na FESP”, destacou Fabio Kallas.

A defesa durou, aproximadamente, 2 horas onde cada integrante da banca teve o tempo de 20 minutos para a arguição do candidato que, em seguida, teve outros 20 minutos para responder as indagações de cada professor.

Após os questionamentos, a comissão de julgamento foi até uma sala reservada da qual, após deliberarem por alguns minutos, retornaram e deram o resultado final: média 8,0.

Acompanhando as manifestações que acontecem neste momento em São Paulo e em diversas cidades do Brasil, o Me. Alisson Martins brincou: “Agora vou acompanhar o protesto e festejar esta conquista!”.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


Julio Cesar Machado, professor dos cursos de Letras, Pedagogia e Engenharia Ambiental da FESP, foi aprovado em processo para doutoramento no exterior, no qual lhe foi concedida uma vaga no programa “Sanduíche” pela CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior).

Após ser aprovado, primeiramente, pela sua orientadora, a Drª Marion Carel – considerada referência nos estudos de semântica e argumentação – o professor Julio Cesar Machado também conseguiu aval para o Doutorado no programa de Pós-Graduação em Linguística da Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR) e, por conseguinte, sua pesquisa, já em percurso sob o título “Política Definitória e Ideias Semânticas: um estudo enunciativo sobre o sentido e a definição” será desenvolvida, em parte, no cenário científico de Paris, na França, principalmente na l’École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS), onde a Drª Marion Carel é Directrice d'études et Professeur d’Argumentation et énonciation dans la langue. 

Os estudos do professor da FESP estão diretamente relacionados à produção de dicionários e sua utilização no Brasil. De acordo com o doutorando pesquisas diversas sugerem que a cada 98 minutos uma nova palavra é criada. “Elas simplesmente nascem às centenas e, nem a academia, nem os lexicógrafos conseguem lidar com isso. Minha pesquisa quer trabalhar este fenômeno da insuficiência das palavras para tratar sentidos que aparecem aos milhões sem palavras suficientes para defini-los e, na contrapartida, a necessidade frustrada de registrar essas palavras na totalidade. O objetivo não é propor limites para o uso da palavra. Trata-se, antes, de assumir certas palavras como pertencentes a nossa língua”, explicou Machado.

Ainda segundo ele, a maioria dos mais conhecidos dicionários corta certas palavras por julgá-las como não “nobres ou éticas”. “Minha trabalho é integrativo nesse sentido: se falamos, se os falantes usam, se pobres e doutores utilizam, então é fala, tem seu sentido e é nossa língua. Defendo, de certa forma, uma ‘democracia semântica’ em detrimento a uma ‘ditadura semântica’ de certos dicionários”, justificou.

Julio Cesar Machado é professor da FESP desde 2010. Além das aulas também se ocupa das pesquisas na CPEX, coordena o “Grupo de Investigações Semânticas e Discursivas da Fesp – GISD”, atualmente tem 6 bolsistas de Iniciação Científica, publicou livro no começo deste ano e organiza a Jornada em Linguistica, realizada pela FESP, em segunda edição no dia 29 de Junho.

Qual a emoção, professor Machado? “Um vaga-lume me fascina, uma formiga me faz escrever um artigo... O que direi da companhia de mentes tão brilhantes? Prometo contar quando estiver de volta. Fico feliz em contribuir com o rigor internacional para a reconhecida qualidade das pesquisas na FESP. Sou imensamente grato ao apoio dos meus colegas de trabalho, especialmente agradeço ao presidente Fabio Kallas e ao diretor Anderson Jacob”, finalizou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



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