A Fundação de Ensino Superior de Passos / FESP aprova mais um importante projeto na Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais, FAPEMIG, “MONOFILAMENTOS DE SEMMES-WEISTEIN: Uma Avaliação da Sensibilidade Protetora dos Pés na Prevenção da Úlcera Plantar e Indicação para o Uso de Palmilhas”. Este projeto foi aprovado pela FAPEMIG referente ao Edital 16/2012 - Programa Hiperdia - de atenção à saúde do portador de diabetes mellitus e a FESP foi classificada em 4º lugar dentre 15 projetos aprovados em Minas Gerais, os demais aprovados estão ligados às Universidades Federais. O Projeto de Pesquisa Científica é coordenado pela Profª Drª. Tânia Maria Delfraro Carmo, Diretora do Núcleo Acadêmico de Ciências Biomédicas e da Saúde da FESP e a equipe executora é constituídapelo fisioterapeuta mestre Prof. Djalma Reis do Carmo e duas alunas bolsistas: Danielle Souza da Silva e Milene de Sales Godoi dos Cursos de Biomedicina e Enfermagem da FESP.

O projeto tem como objetivo analisar os comportamentos de riscos associados à instalação de úlceras plantares dos portadores de diabetes dos 17 Programas de Saúde da Família de Passos/MG, realizar o teste de sensibilidade protetora dos pés através dos Monofilamentos de Semmes-Weistein; analisar as áreas de risco de instalação de úlcera plantar e deformidades dos pés através da Plantigrafia Eletrônica (baropodometria), para indicação de palmilhas adequadas; confeccionar e colocar palmilhas moldáveis de borracha, em EVA (Etil Vinil Acetato), de conformação individual, com propriedade mecânica de amortecimento, específicas para proteção dos pés e desenvolver ações educativas para prevenção de infecções.

De acordo com a professora Tânia Delfraro aproposta da pesquisa visa disseminar o uso dos Monofilamentos de Semmes-Weinstein no diagnóstico precoce do Diabetes Mellitus, atravésdo teste de sensibilidade plantar,  aplicado nos portadores de diabetes cadastrados  nas Unidades  Saúde da Família e realizara Plantigrafia Eletrônica, para indicação e confecção de palmilhas termo-moldáveis protetoras dos pés. Assim, os profissionais através deste projeto poderão realizar procedimentos preventivos que ajudam evitar a instalação de lesões plantares, que causam infecções e complicações neurovasculares, muitas vezes, podendo ocorrer àamputação dos pés ou do membro inferior. Complementa a professora que uma importante aquisição será realizada pela FESP através deste projeto, que será uma máquina de prensa pneumática a quente ou a frio, para a termomoldar as palmilhas de material sintético que será utilizada pelos pacientes.

CRIAÇÃO DO NÚCLEO DE ATENÇAO À SAÚDEDOS PÉS 

O Presidente da Fundação de Ensino Superior de Passos Prof. Fábio Pimenta Esper Kallas anuncia que irá criar o NÚCLEO DE ATENÇÃO Á SAÚDE DOS PÉS – NUSPÉS - no Ambulatório Escola. Serviço de Saúde dos Pés voltado para a redução da dor, perda da sensibilidade plantar, prevenção de complicações circulatórias e tratamento da úlcera plantar, evitando futuras amputações e incapacidades para uma marcha normal e independente.

O Núcleo prestará assistência aos portadores de Diabetes Mellitus, cuja população é de aproximadamente 2.300 pessoas na cidade de Passos – cadastradas nos PSFsde Passos, disponibilizando o exame de Plantigrafia Eletrônica e a Prensa Pneumática para a confecção de Palmilhas Termomoldáveis.

Segundo Marisa da Silva Lemos, Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP, a aprovação deste projeto trará um diferencial em termos preventivos para os pacientes de diabetes de nossa cidade. Os mesmos poderão através do Núcleo de Atenção à Saúde dos Pés que será criado na FESP, ter um acompanhamento necessário e relevante das alterações que esta enfermidade traz aos membros inferiores destes pacientes.

REPORTAGEM ESCRITA PELA COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP - CPEX



O “FESP nas Ondas do Rádio” foi ao ar nesta quinta (05), pela Rádio Nossa Missão. Um dos projetos de extensão desenvolvidos por professores e estudantes da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP), o “FESP nas Ondas do Rádio” é um programa de rádio produzido pelas alunas de Publicidade e Propaganda Lívia Louise Ferreira Firmino e Rúbia Savioli Balla. 

Com duração aproximada de 10 minutos, ele vai ao ar toda quinta-feira, pela Rádio Nossa Missão FM. Proposto pelos professores Itamar Teodoro de Faria e Vanessa Braz Cassoli, docentes do curso de Publicidade, o projeto tem o objetivo de informar as ações da Coordenadoria de Pesquisa e Extensão da FESP (CPEX) para a população. 

"Temos mais de 70 projetos de pesquisa e extensão em andamento, nas áreas de Meio Ambiente, Saúde, Direito, Educação, Administração, entre outras. O rádio é um canal importantíssimo para que a comunidade conheça esses projetos e saiba como pode se beneficiar”, afirma a professora Marisa Lemos, coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP.

Após a fase de planejamento e formatação do programa “FESP nas Ondas do Rádio”, as estudantes e os professores orientadores procuraram a rádio comunitária Nossa Missão, que prontamente abriu as portas para a parceria. O programa será veiculado até dezembro deste  ano, mas a faculdade e a emissora estão abertos à possibilidade de continuidade em 2014.

A cada programa, o “FESP nas Ondas do Rádio” apresentará informações úteis à população, por meio de entrevistas com professores e alunos que participam dos projetos da FESP. Nos dois primeiros programas, os ouvintes saberão a importância da pesquisa científica para o desenvolvimento social e ouvirão sobre projetos como a mobilização de alunos para a preservação da água, a conversão da energia solar em energia elétrica, o aproveitamento de resíduos da indústria madeireira e os hábitos para uma vida saudável.

Além de prestar um serviço à comunidade, os projetos de pesquisa e extensão são a forma de proporcionar aos universitários o aprofundamento teórico e a prática das suas áreas profissionais. “O trabalho da universidade tem que estar sustentado em três pilares: o ensino, que se dá na sala de aula, a pesquisa que investiga fenômenos e suas causas, e a extensão, que promove projetos de interação com a comunidade na busca de soluções em diferentes áreas”, enfatiza a coordenadora Marisa Lemos. Segundo ela a participação dos estudantes em projetos desse tipo contribui para que cheguem à conclusão de seus cursos com mais maturidade e experiência, o que os favorecerá na conquista de postos de trabalho.

A população poderá ouvir o “FESP nas Ondas do Rádio” toda quinta-feira, às 14 horas, sintonizando a frequência de 87,9 Mhz da Rádio Nossa Missão FM. 

Para sugerir temas e até novos projetos, os ouvintes podem fazer contato com a Coordenadoria de Pesquisa e Extensão da FESP - CPEX, pelo telefone 3529-8080 ou pessoalmente na Rua Três de Maio, 33.

Fonte: COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO - CPEX



Nesta quinta-feira acontece o 5º Encontro Técnico em Produção Leiteira, o Tecnoleite, no Auditório Professor Armando Righetto (Bloco 08) da FESP, a partir das 8h. O evento propõe a difusão de novas tecnologias entre produtores, técnicos e acadêmicos dos cursos de ciências agrárias, visando contribuir para o desenvolvimento da pecuária leiteira regional.

Em quatro edições, o Tecnoleite se consolidou como relevante encontro pela sua estrutura concentrada e por trazer importantes nomes para exporem sobre a temática leiteira. Justificativa esta foi dada pelo coordenador do evento, Ricardo Ferreira Godinho, que ainda comentou sobre os palestrantes deste ano: são quatro profissionais de destaque nacional em suas áreas de atuação, que possuem como diferencial uma sólida experiência de campo/prática.

Experiência de produção de leite no exterior, novidades em manejo reprodutivo, gestão da qualidade e sanidade de animais serão os aspectos abordados durante as apresentações deste ano. Para o professor Godinho, “quem participar terá a oportunidade de se atualizar acerca de temas relevantes para a produção leiteira, e consequentemente, de melhorar os sistemas de produção de leite em que estão envolvidos, ou que poderão se envolver. Para os alunos, o contato com profissionais, que têm um grande embasamento teórico aliado à experiência de campo, é um ganho diferenciado”.

Qualquer pessoa interessada em conhecer um pouco mais sobre produção de leite, pode se inscrever amanhã, no próprio auditório a partir das 7h30. O valor do investimento é R$25,00.

Confira a programação completa aqui

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



O grupo de Pesquisa “MEFIS UFVJM/FESP” (Grupo de Pesquisa em Mecânica e Física do solo), sob coordenação geral do Prof. Dr. Wellington Willian Rocha da Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM) em Diamantina (MG),  e sub coordenação dos Professores Doutores: Rita de Cássia Ribeiro Carvalho e Bruno Silva Pires da FESP, realizou coletas de solo na Fazenda Experimental da FESP.

“A FESP já vem trabalhando na motivação dos professores para que eles possam desenvolver projetos de pesquisa e extensão envolvendo o nosso alunado. Neste período nós construímos uma credibilidade que fez com que as outras universidades percebessem a nossa condição, a nossa filosofia de trabalho, e que temos uma potencialidade de estabelecer parcerias promissoras. Estamos trabalhando com nosso ex-professor Wellington que trabalhou conosco durante muito tempo e nos trouxe a possibilidade deste envolvimento”, declarou o presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas, na recepção aos parceiros da UFVJM.

O projeto iniciou em 2003, quando o professor Wellington ainda fazia parte do corpo docente da FESP, e recentemente tem ganhado mais força em função da parceria entre as duas Instituições de Ensino Superior. Este projeto já foi ambiente para a tese de doutorado da professora Rita de Cássia Ribeiro Carvalho, da dissertação de mestrado e tese de doutorado do professor Bruno Silva Pires - ambos da FESP - além de viabilizar diversas oportunidades de iniciação científica.

O professor Wellington tem figurado no meio científico com destaque, publicando em revistas de qualis, participando de congressos e, recentemente foi convidado à Austrália, para o 22º International Grassland Congress (15 a 19 de Setembro) onde irá apresentar os resultados preliminares das pesquisas realizadas na FESP e UFVJM. Segundo o professor, foi uma honra muito grande receber e aceitar este convite, pois é uma oportunidade de ressaltar o que o Brasil e principalmente Minas Gerias tem feito para o avanço da conservação dos solos e produção sustentável, e que, sem o apoio da FESP, tal pesquisa não seria possível. O professor também ressaltou a importante contribuição da Fundação Agrisus, CNPq, FAPEMIG e Matsuda Minas.

A vinda dos integrantes do grupo de pesquisa até a FESP teve como objetivo a coleta de amostras de solo indeformadas (amostras que preservam a estrutura tal qual quando estavam no solo), retiradas de piquetes selecionados aleatoriamente na Fazenda Experimental, piquetes estes que tem como manejo principal a irrigação. O professor Wellington explicou que a compactação dos solos é um dos principais problemas de degradação dos solos agrícolas no Brasil e no mundo e que entender este processo e propor técnicas para evitá-la é de fundamental importância, fato perfeitamente possível através de estudos da mecânica dos solos.  Explicou ainda que  as amostras serão levadas para o laboratório de Mecânica e Física do Solo em Diamantina e lá serão feitas análises de procedimentos pré-estabelecidos e normatizados para detectar o que já aconteceu de transformação na estrutura do solo e o que é passível de acontecer. “Nós estamos um passo a frente porque nós não vamos só dizer se houve uma degradação, nós vamos além porque vamos poder dizer o que pode ser feito para minimizar essa degradação. Serão conduzidos os ensaios de pressão de pré consolidação, resistência do solo a penetração e infiltração de água no solo. Desde 2003 nós temos trabalhado aqui, conduzindo este experimento. Ano a ano temos monitorado toda a fase produtiva, estudando a física do solo - como o pisoteio destes animais influencia a estrutura do solo – e também pesquisamos a qualidade da forrageira bem como o ganho de peso animal nas condições desse estudo. Esta parceria, então, é fundamental porque, além do apoio ilimitado da FESP, e da competência da equipe, esta área é um modelo”, definiu.

Para a professora Rita, o intercâmbio de conhecimento entre a FESP e a UFVJM é de grande relevância. “Nós procuramos unir conhecimentos de áreas diversas. O professor Wellington é Engenheiro Agrícola, o Bruno é Agrônomo e eu sou Zootecnista, logo compartilhamos muita coisa. No Brasil é comum encontrar pastagens degradas ou em processo de degradação, e esse trabalho o foco em prevenir para que tal problema não aconteça. Para isso é necessário aplicar tecnologia, o que justifica ser fundamental a parceria. Juntos nós conseguimos equipamentos, pessoas capacitadas, mais conhecimento e mais recursos. Não obtivemos ainda resultados conclusivos, pois é um trabalho de longo prazo. No entanto, já temos resultados preliminares os quais já foram publicados em revista de qualis, trabalhos em congressos, inclusive internacional, quando apresentei na China em 2008. Em meados de setembro estaremos eu e Prof. Wellington, em Sydney/Austrália compartilhando mais resultados no maior congresso de Forragicultura e Pastagem. Vamos juntos desenhando os rumos que a pesquisa vai alcançar e, além disso, vamos caminhando no sentido de criar possibilidades para nossos discentes, que é um dos maiores prazeres da minha profissão”, pontuou.

A pesquisa atual, denominada “Modelagem Matemática de Capacidade de Suporte de Cargas de um Latossolo Vermelho/Amarelo Submetido à Pastejo Animal”, conta com o suporte da CNPq, Fapemig, Matsuda Minas, Fundação Agrisus (SP) e FESP. Os bolsistas do projeto envolvidos hoje na coleta das amostras são: Maurício de Paula Lopes, que cursa o 8º período de Agronomia na FESP e Giannini Alexsandra Oliveira de Carvalho, do 7º período do mesmo curso na UFVJM. Segundo ela, que já faz parte do grupo há um ano e dois meses, seu TCC será um prolongamento do que vem pesquisando durante este tempo e seu repertório científico será um grande diferencial na hora de conseguir uma vaga no mercado de trabalho para desenvolver uma carreira promissora. “Com certeza a pesquisa me faz sair da Universidade com mais experiência. A gente sai com uma cabeça mais aberta e com um mercado mais amplo”, destacou a bolsista.

“A nossa felicidade é mostrar que a FESP construiu isso tudo através do esforço dos professores e alunos e do apoio de toda a escola. Assim que se faz educação e ensino: investindo nas suas paredes, mas especialmente nas práticas onde o aluno aprende mais e desenvolve o espírito investigativo, formando profissionais e pesquisadores capazes de trazer para o país uma condição de independência tecnológica que nós precisamos para o futuro”, defendeu o presidente Fabio Kallas, que ainda finalizou pontuando a trajetória favorável que está se desenvolvendo para a abertura de Mestrado na Fundação. “A Fazenda Experimental é mantida e oferecida para o trabalho das escolas de Agronomia, Engenharia Ambiental e Ciências Biológicas que têm feito uma utilização completa do espaço. Com certeza as pesquisas desenvolvidas aqui trarão condição de nós, em breve, trazermos um curso de pós-graduação, quem sabe específico para as áreas afins, de modo que a escola possa oferecer mais serviços à comunidade de Passos e região”, frisou.

Deste grupo fazem parte também o Professor Dr. Moacir de Souza Dias Junior da UFLA, além de 4 estudantes bolsistas da UFVJM, sendo 3 bolsistas de graduação (iniciação científica) e um bolsista de Mestrado. Integram também o grupo, 1 bolsista de iniciação científica, estudante da FESP, com bolsa da Fundação Agrisus, além de três estudantes da FESP que trabalham como voluntários.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Durante o último final de semana, a UNABEM realizou o 3º Bazar Beneficente, pela segunda vez em prol da Comunidade Terapêutica Sagrada Família, que trabalha na recuperação de dependentes químicos na região de Passos. As vendas atingiram a meta de mais de R$2.000,00 arrecadados e continuarão nesta terça e quinta-feira na sede da UNABEM (Bloco 06 da FESP), das 14h até as 16h.

“Como ainda temos algumas peças resolvemos manter o bazar lá na sede, durante nosso horário de atividades esta semana. Temos bolsas, algumas bijuterias, panos de prato, tapetes e antiguidades. Já estamos satisfeitas com o que conseguimos, mas esperamos liquidar o estoque”, declarou Leila Maria Oliveira Pádua Andrade, uma das coordenadoras da UNABEM.

Nos três dias de Bazar o movimento foi grande e contou com a colaboração de alunas da UNABEM, que tinham participado da arrecadação e confecção dos produtos a serem vendidos. Para elas a satisfação é grande em poder fazer a doação para os membros da Fazenda Sagrada Família.

Os produtos estarão disponíveis no Bloco 06 da FESP, localizado na rua Dr. Carvalho, 1410. A quem for de interesse, os preços são bem acessíveis. Contato pelo telefone 3529-6037.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


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