Cláudia Dias – Estudante de Jornalismo - Assessoria de Comunicação UEMG Passos

 

Entre os dias 22 e 24 de outubro aconteceu no Bloco 06 da Unidade Passos a 3ª Semana Acadêmica de Design de Moda. O evento levou o título de “UEMG Fashion” e teve como tema “Gambiarra, uma solução Fashion e Criativa para resistir”.

 “Na moda a gambiarra é um termo para sustentabilidade, ela vem do recriar, do reinventar. Não tem nada a ver com o termo pejorativo que algumas pessoas usam, gambiarra é criativo e uma técnica ou procedimento para configurar e produzir artefatos diferenciados”, comenta a docente Heliana Marcia dos Santos que participou da organização do evento.

Na programação o público contou com palestras e minicursos, no encerramento das atividades foi apresentado ao público um desfile, onde todas as peças foram produzidas por estudantes do curso. Todos os acessórios utilizados na decoração do desfile foram desenvolvidos pelos alunos do 4º período, os discentes também realizaram a cobertura fotográfica do evento.

“Participei da primeira semana de moda e a cada ano o evento se supera, aqui aprendemos e praticamos conhecimentos que estão fora de nossa grade. Isso auxilia muito em nossa formação”, afirma a estudante do 6º período, Maraisa Neves.

 



 

Julia Moraes – Estagiária da Assessoria de Comunicação UEMG Passos

A Liga Acadêmica de Urgência e Emergência (LAUEM) participou do Treinamento Simulado Realístico, que aconteceu no Bloco 05 da Unidade Passos. A atividade foi promovida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU).

A LAUEM foi criada com o objetivo de contribuir na formação profissional dos discentes do curso de Medicina, a Liga desenvolve várias atividades no decorrer do ano letivo para apresentar aos estudantes assuntos extracurriculares, a partir de seminários, eventos, palestras, etc.

Os socorristas do SAMU Base Passos realizaram uma simulação com 12 horas de duração, no decorrer deste tempo eram apresentadas situações para atendimento, onde atores e atrizes interpretavam as vítimas. Na atividade que aconteceu dia 28 de setembro, o Bloco 05 se tornou uma cidade simulada, onde a cada momento acontecia alguma urgência em um diferente local.

“Essa parceria foi intermediada pelo professor Mateus Goulart Alves, que já atuou no SAMU. Hoje temos mais de 10 socorristas apoiadores da LAUEM, sendo eles médicos, enfermeiros, técnicos de enfermagem e condutores socorristas do Serviço”, comenta o estudante de Medicina, presidente da LAUEM, Caio Fagundes Godinho.



 

Julia Moraes – Estagiária da Assessoria de Comunicação UEMG Passos

A BioUEMG foi criada em 2011, a partir de uma parceria com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA), dentro da proposta do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia dos Hymenoptera Parasitoides do Brasil (INCT-HYMPAR). Ela produz, em grande escala, insetos Trichogrammas para o controle biológico de pragas de insetos em lavouras.

Em diversas lavouras são utilizados agrotóxicos com o intuito de exterminar as pragas, ato que interfere negativamente no desenvolvimento das plantações. O projeto visa promover, por meio do uso de insetos Trichogrammas, o desenvolvimento de um controle biológico natural.

Os Trichogrammas são microvespas, parasitoides de ovos, utilizados em todo o mundo no controle biológico de insetos, eles estão entre os inimigos naturais mais estudados e comercializados nos dias atuais. Reestabelecendo o equilíbrio do meio ambiente e produzindo, como resultado final, um alimento limpo e saudável.

 “Hoje estas microvespas são amplamente utilizadas em várias culturas, como; algodoeiro, soja, cana-de-açúcar, tomate, milho, citros e abacate, entre outros. Os defensivos agrícolas já são considerados por nós, especialistas e estudiosos, um meio arcaico e ultrapassado de tecnologia que ainda é utilizada em ampla escala, principalmente no Brasil, que atualmente é o maior consumidor de agrotóxicos do mundo”, afirma biólogo Domicio Pereira da Costa Junior, integrante da equipe da BioUEMG.

O projeto também realiza a conscientização sobre os benefícios do uso do controle biológico natural, muitos produtores ainda desconhecem esta técnica de trabalho. “Tem como finalidade principal disseminar o conhecimento a respeito do controle biológico e ajudar o produtor a aplica-lo na sua produção”, comenta Carlos Dias, estudante de Ciências Biológicas Licenciatura e participante do trabalho realizado pela biofábrica.

Priscila Tamie Fernandes, é estudante do Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, ela participa da equipe do projeto realizando a divulgação da BioUEMG para os produtores rurais e também realizando o estudo das demandas para serem atendidas pelas pesquisas desenvolvidas pelo projeto.

O produtor José Cláudio Campos Junior é atendido pela biofábrica. A equipe implantou armadilhas para identificar as pragas, após este processo foram liberados semanalmente ovos do Trichogrammas na produção. Após a realização desta etapa, o equilíbrio entre nível de dano e nível de controle obteve sua eficiência econômica, comprovando a viabilidade do uso de controle biológico natural.

  “O benefício é evidente, pois não gasta defensivos extras que, na maioria das vezes, são caros. Economiza-se na mão de obra, diminui-se o impacto ambiental, não deixa residual e produz-se melhor mercadoria. O meio ambiente agradece a isenção do impacto”, afirma o produtor.

A coordenadora da BioUEMG, Sônia Lúcia Modesto Zampieron, frisa que o trabalho realizado pela biofábrica é importante não somente para o produtor rural, mas para todos os envolvidos no processo de consumo dos produtos.  “Isso pode garantir a saúde do produtor, a saúde da sua cultura e, consequentemente, a saúde dos consumidores dos seus produtos. O controle biológico é um acontecimento natural, os insetos já estão presentes nessas áreas e o que eles fazem é combater outros insetos, indesejáveis para aquela cultura, de uma maneira que obedeça a uma cadeia alimentar”, afirma.

Os produtores rurais interessados em desenvolver o controle biológico desenvolvido pela BioUEMG podem entrar em contato pelo telefone (35) 3522-8849. A biofábrica fica localizada no Bloco 04 da UEMG Unidade Passos, Entrada A: Rua Sabará, 164 – Entrada B: Avenida da Moda s/n.

 



 

Julia Moraes – Estagiária da Assessoria de Comunicação UEMG Passos

Os estudantes do curso de Direito da Universidade do Estado de Minas Gerais, Unidade Passos, realizaram uma visita à Associação de Proteção e Assistência aos Condenados (APAC), os discentes conheceram o local e os trabalhos desenvolvidos pelos recuperandos.  

 “A visita foi simplesmente incrível, despertou em nós a esperança de fazer mudanças no sistema de encarceramento brasileiro para que, de modo efetivo, seja cumprido o papel dos presídios na sociedade”, comenta o presidente do Centro Acadêmico de Direito XIII de Fevereiro, Guilherme Henrique Dias Martins.

Na atividade que aconteceu dia 10 de outubro, os discentes também acompanharam uma apresentação musical dos recuperandos, valorizando a arte e cultura desenvolvida na Associação. “A visitação à APAC traz como aspecto positivo para os discentes de Direito a possibilidade de conhecer um pouco do que propõe a Lei de Execução Penal, não só de maneira teórica, mas na prática”, comenta o responsável pela segurança da instituição, Divino Barbosa Soares.

  Comentando sobre o trabalho realizado na APAC, Divino fala sobre o modelo que a Organização das Nações Unidas destaca em seus relatórios. “Os estudantes podem conhecer um método, tipicamente nacional, que a ONU cita como o único sistema prisional no mundo capaz de recuperar o preso. É necessário entender que é possível punir aquele que errou, mas também preservar sua dignidade”, afirma.



Julia Moraes – Estagiária da Assessoria de Comunicação UEMG Passos

 

No decorrer deste semestre, os estudantes do 6º período de Jornalismo da UEMG Passos produziram o telejornal “Primeiro Plano”. A produção é uma atividade avaliativa da disciplina de Telejornalismo II, ministrada pela professora Rosangela Borges, os discentes foram divididos em dois grupos.

Para efetivar o aprendizado, os estudantes foram responsáveis por todo processo de desenvolvimento, desde a escolha das pautas, a apresentação no estúdio de TV até a edição final. A estrutura do programa foi planejada com o objetivo de ser apresentado no horário diurno do sábado, na faixa das 12h.

“Um dos pontos mais importantes desta atividade é ter o contato direto com o que é uma equipe que produz o telejornalismo, o trabalho em equipe é sempre desafiador e é algo que vai percorrer a vida de jornalista dos alunos, no futuro. É muito interessante que os estudantes tenham contato com o que é o cotidiano da produção de um telejornal, é uma oportunidade de sentir um pouco o que é a profissão, com todas as glórias e os desafios”, pontua a professora Rosangela.

Ao total, o telejornal contou com sete cinegrafistas, cinco repórteres, cinco produtores, um revisor, um editor, além de um colaborador. Após as gravações em ambientes externos, foi realizada a gravação em estúdio, no Laboratório de TV da Universidade, contando com dois apresentadores. Para conferir os destaques do telejornal, basta acessar o link: http://bit.ly/telejorprimeiroplano



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