Alunas participantes do Programa Ciência sem Fronteiras - FESP retornaram à FESP no início deste semestre e descrevem positivamente suas experiências acadêmicas vividas no exterior. No dia 13 de novembro, no Auditório do Bloco 01 da FESP oficialmente as alunas apresentaram relatos de suas experiências nas universidades no exterior. As estudantes foram bolsistas do Programa Ciências sem Fronteiras durante 12 meses, tendo início em junho/ 2012 à junho de 2013.

A Fundação de Ensino Superior de Passos aderiu ao Programa Ciência sem Fronteiras em 2011 e já realizou 11 intercâmbios de estudantes de graduação. O processo está com um fluxo contínuo e os países em que a FESP marca presença são: Portugal, Estados Unidos, Canadá, França e Hungria.

Thaís Soares Elorde, estudante do curso de Enfermagem da FESP, morou na cidade de Faro / Portugal e cursou graduação na Universidade do Algarve. Thaís relata que o Programa Ciência sem Fronteiras prepara o aluno não só para os estudos como também para a vida. “Você nunca mais será a mesma pessoa depois de uma viagem como esta" relata a aluna.

Marina Rejane de Lima aluna do Curso de Sistemas da Informação da FESP / UEMG  cursou a graduação na Universidade de Coimbra / Portugal.  Marina comenta que conhecer cidades, conhecer pessoas, aprender novas coisas e viver novas experiências fez parte do seu dia a dia no exterior. Sair da zona de conforto e encarar um novo desafio torna a vida de qualquer um mais interessante e prazerosa de viver. O mundo é tão grande para ficarmos sempre no mesmo lugar, sempre temos muito para aprender. 

Marisa da Silva Lemos, Coordenação do Programa Ciência sem Fronteiras afirma que a possibilidade de fazer a graduação no exterior está mudando positivamente a vida dos alunos da FESP, e acrescenta que os editais de participação neste programa estão abertos para 20 países até o dia 29 de novembro (ver site  www.cienciasemfronteiras.gov.br).

A Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP – CPEX é responsável pelo Programa Ciência sem Fronteiras na instituição e conta com a assessoria do funcionário do CPEX, Etory Zaghi, para acompanhar os alunos neste processo.  

Os alunos interessados em se candidatar nos editais entrar em contato com a coordenação para auxiliá-los no processo de candidatura. Local: Rua Três de Maio, nº33 – Centro / Passos Telefones para contato: CPEX: (35) 3529 – 8080\ (35) 9811 – 8085.

TEXTO ESCRITO POR: COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP - CPEX



Por meio do programa YOU2AFRICA - be the change, a aluna Marinila Buzanelo Machado passou 1 mês na Cidade do Cabo (África do Sul), trabalhando com crianças em recuperação no Sarah Fox Children's Convalescent Hospital. O intercâmbio voluntário veio agregar mais uma experiência às atividades extracurriculares da estudante do 4º período de Biomedicina da FESP.

A rotina da graduanda de 22 anos envolvia 8 horas diárias de serviços diversos na primeira semana e depois ficou exclusivamente dedicada aos cuidados com as crianças no hospital. “Foi uma experiência maravilhosa da qual nunca me esquecerei. A cidade é encantadora, as pessoas são calorosas e as crianças, então, nem tem o que falar! Me apaixonei por cada uma”, lembrou.

Marinila já planejava um intercâmbio voluntário desde o ano passado e sua decisão de ir para a África só se deu depois de consultar a coordenadora do seu curso, a professora Alessandra Cheraim Silva. “Minha irmã me apresentou o programa dizendo que o intercâmbio voluntário era a minha cara! No começo eu pensei em ir para a Namíbia e trabalhar com leões brancos porque eu sou apaixonada por animais. Eu fiquei com aquela viagem na cabeça, sempre insistindo com os meus pais. Quando eu fui avisar a Cheraim da minha viagem ela me sugeriu fazer algum trabalho com crianças ou em hospital, porque seria um diferencial no meu currículo. Então foi a minha opção” justificou a estudante.

Onde ficou instalada, a intercambista conviveu com outros seis brasileiros - dois que trabalhavam no hospital com ela, três que participavam de atividades em um orfanato e que ensinava futebol em uma escola – além de quatro franceses, uma sul africana, uma alemã, uma norte-americana, uma inglesa e uma dinamarquesa. Segundo Marinila a experiência foi um grande aprendizado. “Eu aprendi muito a respeitar o próximo, a doar sem esperar receber algo em troca e eu tenho certeza que essa experiência me fez uma pessoa melhor. Eu aprendi a conviver com diferentes problemas, diferentes pessoas, que mesmo passando pelo pior estavam ali com um sorriso no rosto pedindo amor e carinho. É algo que eu levarei pra vida toda e que eu irei lembrar quando estiver com um paciente, quando eu estiver realizando exames. Eu indico o intercâmbio para os colegas do meu curso e para qualquer pessoa disposta a fazer o bem e ajudar o próximo”.

A aluna da FESP pretende voltar à África e acredita que, além do prazer em trabalhar com crianças, ser voluntária é uma grande experiência que contribui sobremaneira para o enriquecimento de seu currículo. 

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



“Sem conhecimento não há crescimento”. Com essa máxima, o Presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fábio Pimenta Esper Kallas vem lutando pela internacionalização do Ensino Superior mineiro.  “Sempre defendemos o Ensino Superior do nosso estado e da FESP. Enquanto estive na Subsecretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, juntamente com o Secretário de Estado Nárcio Rodrigues, organizei o I Congresso do Ensino Superior do Estado com participações de instituições federais, estaduais, privadas e internacionais, o que abriu espaço para discussão e trocas de parcerias e de conhecimento. Antes de sair da Subsecretaria, deixamos as negociações avançadas com Universidades Australianas que estiveram em Minas depois do nosso convite para conhecer o Ensino Superior do Estado”, disse o professor Fábio Kallas.

Para ele o caminho da internacionalização do Ensino Superior servirá para que alunos e professores possam participar de projetos conjuntos, ampliando assim a visão de mercado, a capacitação e também para ensinar aos estudantes e professores estrangeiros um pouco da nossa cultura e conhecimento.

“O mundo tem facilidade de comunicação e está de olho no que está acontecendo aqui no Brasil. Com estes convênios podemos abrir novas oportunidades e nossos alunos retornarão para casa mais completos”, explicou.

A Presidente Dilma Roussef também percebeu esta necessidade e criou o Programa Ciências sem Fronteiras, pelo qual estudantes universitários do Brasil são enviados para diversas universidades do mundo e continuam o curso na sua área de conhecimento por um ano recebendo uma ajuda mensal do governo brasileiro mil euros.

“A FESP já participa do Programa Ciências sem Fronteiras com quatro universitários que estão em Portugal e nos Estados Unidos, e nesta quinta-feira (7) tivemos o prazer de aprovar o envio de mais cinco alunos da FESP para outros países”, destacou Fábio Kallas. 

FESP é Internacional 

O presidente do Conselho Curador da FESP assintou um acordo internacional entre a FESP e as Universidades de Sevilha, na Espanha e Montesquieu em Bordeaux , na França. 

Com o acordo, alunos e professores das três instituições poderão passar até três meses na escola parceira em uma grande oportunidade de aprimorar conhecimento e trocar experiências. 

A parceria entre a FESP e as universidades de Sevilha e Montesquieu será de aproximadamente 3 meses e os custos ficam por conta do estudante. “Nestas parcerias estamos trabalhando para que os custos das universidades sejam zerados”, explicou o presidente da FESP.

O intercâmbio deverá começar ainda este ano inclusive com a recepção de alunos da França que demonstraram interesse em estudar os métodos político-administrativos do Brasil tanto na esfera do legislativo, executivo e judiciário. 

“O mais importante é a relação que estamos começando a construir neste momento. Nosso aluno passa a ter oportunidades maiores a partir de agora e o aluno que tem uma experiência internacional terá uma possibilidade de sucesso profissional ampliada”, comentou Fábio Kallas.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Dep. Federal Nilton Lima, Glaucius Oliva (presidente do CNPq) e Aloísio Mercadante (ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação) em reunião em Brasília.

A Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG), por ser uma instituição de pesquisa credenciada junto ao Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) irá participar do Programa Ciência sem Fronteiras do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação. O programa disponibiliza uma cota de bolsas “sandwich” na graduação que promove o intercâmbio do aluno com diversos países inseridos com universidades participantes. O objetivo é apoiar alunos formalmente matriculados em cursos de graduação no Brasil nas áreas de prioridades do programa.

O diretor do Núcleo Acadêmico de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão da FESP, professor Eduardo Goulart Collares esteve em Brasília na semana passada em reunião com o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aloizio Mercadante Oliva, para assinar a inclusão da FESP junto ao Ciência sem Fronteiras.

Nesta primeira concessão pelo CNPq, as bolsas são destinadas a alunos envolvidos em programas de iniciação científica e tecnológica e visam aperfeiçoar sua formação no exterior e estimular suas competências e habilidades para o desenvolvimento científico e tecnológico, o empreendedorismo e inovação, conforme informou o ofício enviado pelo ministério para a FESP. Posteriormente, outras bolsas serão concedidas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (CAPES) para alunos com bom desempenho no ENEM e os premiados em olimpíadas científicas e concursos temáticos, incluindo os ingressantes no ensino superior pelo PROUNI, SISU ou vestibulares. “Informamos que as bolsas devem ser dirigidas para as melhores universidades e instituições de pesquisa científica e tecnológica do mundo e preferencialmente, para as que incluam estágios em laboratórios de pesquisa ou empresas inovadoras”, diz o documento que é assinado pelo próprio ministro Mercadante e pelo presidente do CNPq, Glaucius Oliva.

A conquista da participação da FESP nesse programa é motivo de orgulho para toda a comunidade acadêmica. A instituição só conseguiu a adesão a um programa deste porte devido ao credenciamento junto ao CNPq como uma instituição de tradição em pesquisa e extensão. “Essa conquista é uma demonstração de que somos uma instituição de pesquisa séria e que desenvolve pesquisas de qualidade”, comemorou o presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fábio Pimenta Esper Kallas.

De acordo com o professor Collares neste ano a FESP receberá duas bolsas de intercâmbio e para os próximos anos este número poderá ser bem maior. Num primeiro momento serão ofertadas 2 mil bolsas para alunos de graduação de todo o país com o período de duração de 6 meses a um ano nas principais universidades do mundo. “Já estamos credenciados ao CNPq e de agora em diante iremos receber todos os anos uma cota de bolsas de intercâmbio para o exterior, assim como também poderemos receber alunos de diversas universidades do mundo para estudar na FESP”, destacou Collares.

Até o ano de 2014 serão oferecidas 35 mil bolsas para a graduação e 75 mil somando as de graduação e as de doutorado e pós-doutorado.

A seleção dos candidatos para a bolsa será um processo rigoroso interno que irá avaliar se o aluno participa de projetos de iniciação científica, se tem um bom histórico curricular e desenvolve trabalhos acadêmicos relevantes. O Programa Ciência sem Fronteiras tem 18 áreas prioritárias e a FESP participará dentro das áreas de Engenharia e demais áreas tecnológicas; Ciências Exatas e da Terra; Biologia, Ciências Biomédicas e da Saúde; Computação e Tecnologias da Informação; Produção Agrícola Sustentável; Energias Renováveis e Tecnologia Mineral.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



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