O aluno do curso de Engenharia Agronômica da FESP Bruno Brito de Almeida Rosa, 23 anos, desenvolveu um programa de computador que promete facilitar a vida de produtores de coelho. Trata-se de uma planilha que pode ser usada por pequenos criadores e proprietários de granjas para controle dos gastos de produção com todas as informações necessárias além de controle de custos. O programa está sendo difundido através da ACBC – Associação Científica Brasileira de Cunicultura (produção coelhos).

“O Bruno é mais um destes alunos que mostra paixão pelo que faz e se dedica a deixar a sua marca na história. Este programa desenvolvido por ele é o embrião de algo ainda maior que certamente ele desenvolverá ao longo de sua carreira e isso é muito bom. Fico muito feliz quando vejo um aluno da FESP colocando em prática o que aprendeu em sala de aula não apenas em benefício próprio, mas, a todos quanto interessarem. Ele está de parabéns”, disse o presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas.

Como técnico em bem estar animal de monogástricos, Bruno conta que a criação do programa surgiu diante da necessidade de melhorar a qualidade de vida dos animais, que devem viver livres de desconforto, dor, fome, sede, ferimentos, doenças, medos e angústias para que possam expressar com liberdade seu comportamento natural. 

“Quando comecei a desenvolver o programa, busquei principalmente melhorar a qualidade de vida dos animais e para isso tive a ideia de desenvolver um programa onde o produtor pudesse acompanhar de maneira digital todas as informações sobre cada animal da granja. Muitos não acreditavam que conseguiria, mas hoje tenho a grata satisfação de ver meu programa sendo difundido através da ACBC – Associação Científica Brasileira de Cunicultura -, uma instituição aberta, sem fins lucrativos e que tem como principal objetivo estudar o aperfeiçoamento da criação de coelhos, estabelecendo  favorecendo o contato entre técnicos nacionais e internacionais para a troca de experiências ligadas a cunicultura”, esclareceu o estudante.

Cunicultura

A cunicultura trata da criação produtiva, econômica e racional do coelho. De acordo com o objetivo de cada produtor, a criação pode ser direcionada para: carne (caseira ou comercial);  pele (artesanatos ou peleterias); pelos (feltros de roupas ou acessórios); genética e melhoramento genético (venda de matrizes e de reprodutores); animais de laboratórios (testes de vacinas) ou animais de companhia (cunicultura Pet). 

A cunicultura oferece ainda diversos sub e coprodutos como o couro (indústria da moda e vestuário); as orelhas (produção de gelatina e petiscos para cães); as patas e a cauda (confecção de amuletos e chaveiros); o sangue (meio de cultura específico); o cérebro (purificação da tromboplastina); as fezes (adubação orgânica) e ainda a urina (veículo de perfumes). Enfim um produtor de coelhos tem varias finalidades de seu produto.

Na região, a cunicultura ainda é pequena, mas, pode ser uma fonte alternativa de renda principalmente para produtores rurais já que o custo da produção é relativamente baixo, não necessitando de muito espaço e de fácil entendimento. 

A planilha está disponível gratuitamente clique aqui 

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Uma refeição leve, balanceada e diversificada. Este é o principal atrativo do restaurante comunitário da FESP que completou em 2013 três anos de atendimento ao público acadêmico, funcionários da instituição e a comunidade em geral que se alimenta de uma refeição saudável por um custo muito baixo.

“O restaurante comunitário da FESP é um exemplo de que é possível termos uma refeição extremamente saborosa, diversificada, saudável e acima de tudo com preço justo. Ao longo destes três anos, milhares de refeições foram servidas e a prova de que a qualidade e o preço são atraentes é que dia após dia temos registrado aumento no número de refeições servidas”, comemorou o presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas.

E os números comprovam esta informação. Relatório de atividades do restaurante comunitário da FESP dos últimos dois anos apontou um aumento no movimento do restaurante de 46% entre 2012 e 2013. “Em 2012 foram servidas 74.358 refeições, já em 2013 foram servidos 108.635 pratos. É como se toda a população de Passos tivesse almoçado pelo menos uma vez no nosso restaurante”, defendeu Fabio Kallas, ressaltando ainda que mesmo nos meses de julho, dezembro e janeiro – período de recesso escolar – o movimento no restaurante comunitário da FESP não caiu, confirmando a importância do restaurante comunitário para a sociedade. 

A estudante do 9º período do curso de direito da FESP, Priscila Gonçalves, conta que o restaurante faz parte de seu cotidiano. “Eu almoço aqui todos os dias há mais de um ano. Jamais teria tempo e condições de fazer em casa uma refeição tão saborosa e diversificada como esta”, destacou.

Já a advogada Patrícia Vieira, ex-aluna do curso de Direito da FESP, explica porque almoça com o marido diariamente na FESP. “Desde quando abriu o restaurante eu e meu marido almoçamos aqui diariamente e recomendamos. O ambiente é agradável, limpíssimo e a comida tem sabor caseiro, lembra a comida da avó”, brincou.

Além da vantagem do baixo custo e o cardápio diversificado, o restaurante se transformou num ponto de encontro de amigos e da família, num lugar onde é possível reduzir peso e melhorar a saúde sem uso de medicamentos. “Temos exemplos aqui de pessoas que além de perder peso controlaram a hipertensão e diabetes apenas modificando os hábitos alimentares”, disse a nutricionista Thais Silveira Lemos, responsável pelo restaurante.

Para 2014, Fabio Kallas espera aumentar ainda mais o movimento com a cobrança de valores diferenciados para diversos segmentos da sociedade com preços que variam de R$ 2,00 a R$ 7,00.

“Estamos falando de uma refeição completa com cardápio variado todos os dias, com duas opções de mistura por um preço que varia de R$ 2,00 a R$ 7,00. O restaurante comunitário da FESP é uma amostra de que com seriedade, competência e planejamento é possível termos uma refeição de altíssima qualidade a um baixo custo”, afirmou Fabio. 

Oportunidade de aprendizado

Além da parte social, o restaurante comunitário da FESP tem o lado acadêmico como grande incentivo e diferencial em seu funcionamento. É através do restaurante comunitário que alunos dos cursos de nutrição e agronomia colocam em prática o que aprendem dentro de sala de aula. “É uma experiência fantástica! Nossos alunos de agronomia têm a oportunidade de produzirem na fazenda experimental, todas as verduras, frutas e hortaliças que são disponibilizadas no restaurante comunitário. Já os alunos de nutrição aprendem a manusear e preparar estes alimentos da forma mais saudável possível, evitando perdas e aproveitando o máximo de nutrientes de cada alimento”, completou o professor Fabio.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



De 20 a 22 de Maio, estudantes do curso de Engenharia Agronômica da FESP tiveram a oportunidade de participar do VI FESP Rural – Mostra de Conhecimento Técnico e Prático sobre o Agronegócio. Durante os três dias, estudantes e professores tiveram contato com profissionais renomados do mercado de trabalho onde participaram de palestras, Dia de Campo, conheceram as novidades do Agronegócio e conheceram as novas técnicas e práticas disponíveis no mercado.

O evento chegou a sua sexta edição de sucesso, sendo uma oportunidade de propiciar aos alunos da disciplina de extensão rural a possibilidade de vivenciar os aspectos relacionados ao planejamento, organização e avaliação de eventos.

Segundo o coordenador do FESP Rural, professor Ricardo Godinho, esta iniciativa “é importante porque oferece à Fundação ações que atendem ao terceiro ponto do tripé ensino/pesquisa/extensão, e como resultado, aproxima a FESP de empresas e da comunidade. Para professores a vantagem é o contato com empresas, network e desenvolvimento de novos conhecimentos, o que também vale para os alunos”, declarou.

Em panorama geral, no primeiro dia do VI FESP Rural, a representante técnico-comercial ELANCO Saúde Animal, engenheira agrônoma Júlia Silveira, falou sobre a importância da extensão rural e do profissional de ciências agrárias, mostrando o perfil demandado pelo mercado de trabalho. O médico Veterinário da AGILITY Produção Animal, Dr. Antônio Carlos Bernardes Silva, expôs as propriedades de cada mineral para a boa nutrição de bovinos, no segundo dia de palestras. No terceiro dia do evento, Wagner de Souza Vilela explanou acerca do tratamento biológico de sementes de milho e feijão no controle de fungos de solo. Sobre cafés especiais foi discutida a importância do agrônomo para o auxílio ao produtor no objetivo de alcançar maiores rendimentos, especialmente em aspectos técnicos e mercadológicos, com o palestrante César Augusto Candiano, da Cooparaíso e Illy Coffee. E, fechando as exposições, o Engenheiro Agrônomo Marco Aurélio de Oliveira Pádua, da Matsuda, apresentou aos participantes espécies forrageiras e características das plantas, bem como dicas de manejo de pastagens.

De acordo com o professor Ricardo Godinho, o Dia de Campo “foi um sucesso, sendo possível a demonstração prática de todo conteúdo discutido durante as palestras”, destacou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG

Veja as fotos na Galeria de Imagens da FESP.

Desafios da Extensão Rural - FOTOS AQUI

Cafés e Manejo de Pastagens - FOTOS AQUI

Dia de Campo - FOTOS AQUI



Acontece durante esta semana a sexta edição do FESP Rural. O evento começa hoje à noite e vai até quarta-feira, com dois dias de Palestras e um Dia de Campo na Fazenda Experimental da FESP.

Sob coordenação do professor Ricardo Ferreira Godinho, o FESP Rural é uma iniciativa do curso de Agronomia que é realizada pela Fundação de Ensino Superior de Passos para a discussão e divulgação de técnicas, práticas e novidades do Agronegócio.

O evento tem como público-alvo os estudantes, profissionais, técnicos e produtores da área agrônoma que terão a oportunidade de ouvir nomes reconhecidos dentro das temáticas que envolvem extensão rural, suplementação mineral em bovinos de leite, tratamento biológico de sementes de milho e feijão, cafés especiais e manejo de pastagens.

O VI FESP Rural tem sua entrada gratuita e toda comunidade está convidada a participar.

 

Confira a programação completa:

20 de Maio - 19h

Desafios da Extensão Rural no Agronegócio

Palestrante: Engª Agrônoma Júlia Silveira pela FESP/UEMG - Representante Técnico Comercial ELANCO Saúde Animal.

 

21 de Maio - 19h

Suplementação Mineral em Bovinos de Leite

Palestrante: Dr. Antônio Carlos Bernardes Silva - Médico Veterinário da AGILITY Produção Animal.

 

22 de Maio - 08h

Tratamento Biológico de Sementes de Milho e Feijão no Controle de Fungos de Solo

Palestrante: Engº Agrônomo Wagner Santos Vilela - Laboratório de Biocontrole Farroupilha e Graduando em Agronomia Cristóvão Nunes de Faria (5º Período)

- 19h -

Produção de cafés especiais

Engº Agrônomo César Augusto Candiano da Cooparaíso e Illy Coffee Experimental Agrícola do Brasil

 - 20h -

Manejo de Pastagens

Engº Agrônomo Marco Aurélio de Oliveira Pádua da Matsuda.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


Os professores Ricardo Ferreira Godinho e Rita de Cássia Ribeiro Carvalho, ambos do Curso de Agronomia da FESP participaram do III Simpósio Internacional do Leite Integral, um dos principais eventos técnicos do setor leiteiro nacional, realizado nos dias nove e dez de maio, no Centro de Convenções Bela Vista, na capital mineira. 

Durante o evento, a dupla de professores da FESP apresentou trabalho conjunto denominado “Determinação de matéria seca em alimentos para uso animal por meio do forno microondas”, e o professor Godinho ainda apresentou, individualmente, um outro trabalho com o título “Gestão Empresarial em Sistemas de Produção de Leite na Microregião de São João Batista Do Glória/MG”.

Esta edição do simpósio teve o “Manejo em Rebanhos Leiteiros” como tema e seu objetivo foi mostrar a rotina de trabalho dos profissionais da área e fornecer aos participantes subsídios para uma avaliação crítica e profunda dos sistemas de manejo dos rebanhos.

Sobre o assunto discutido, a professora Rita Carvalho explicou que “o manejo de bovinos leiteiros abrange todas as tarefas desempenhadas em um sistema de produção com o intuito de fazer com o que o animal possa produzir o mais eficientemente possível. O bovino é tipicamente considerado um animal de hábitos e qualquer alteração que seja feita no seu manejo pode refletir na sua produtividade. Assim, diversos estudos têm sido conduzidos com o propósito de alcançar cada vez mais eficiência em sistemas produtivos. Por isso, um acompanhamento nas descobertas e mudanças dos tradicionais manejos tem que fazer parte da rotina dos pecuaristas e profissionais da área”.

Ressaltando a importância do simpósio, o professor Ricardo Godinho disse que o maior ganho alcançado é a oportunidade de ver resultados de trabalhos ainda não publicados, e trabalhos mais recentes da literatura internacional, permitindo assim, uma maior rapidez no acesso às informações de técnicas mais recentes.

Também justificando a relevância de eventos do gênero a professora Rita Carvalho frisou que “a inovação tecnológica acontece de forma muito rápida e para acompanharmos tal evolução é necessária nossa participação em eventos dessa natureza. O mercado é cada vez mais exigente e competitivo, e aquele que procura se atualizar é, com certeza, o mais indicado para atuar no ramo e ter sucesso”.

Participaram do III Simpósio Internacional do Leite Integral profissionais, professores, estudantes e empresários envolvidos com veterinária, zootecnia, agronomia, agricultura e produção leiteira.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



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