Alunos do curso do Direito participaram neste sábado, dia 23 de agosto da palestra “Pesquisa Científica e Extensão Universitária no Curso de Direito”, realizada pela professora Marisa da Silva Lemos, Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP. A palestra foi ministrada no auditório Armando Righetto / Bloco 08.

O encontro reuniu o Coordenador de Pesquisa e Extensão do Curso do Direito, Alisson Martins, professores e alunos de todos os períodos do curso. O foco da palestra foi o desenvolvimento de projetos científicos relacionados à área do Curso de Direito, pois estes apresentam particularidades na elaboração de seus projetos, pois na sua maioria são desenvolvidos em temas específicos da área jurídica o que de uma certa forma apresentam formato mais teórico do que experimental. No que se refere aos projetos de extensão na área jurídica a palestrante ressaltou a importância da prestação de serviços que são realizados a comunidade de Passos na área do Direito através do Escritório Escola Jurídico Social.

De acordo com a Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP, Marisa da Silva Lemos, o aumento de submissões de projetos científicos na instituição da área do direito afirma o compromisso do curso com o conhecimento científico. A qualidade na elaboração de projetos agrega resultados surpreendentes na conquista de bolsas para os alunos. O curso de Direito é um grande seleiro de jovens cientistas, pois temos diversos projetos aprovados nos editais com fomento para as bolsas de iniciação científica.

O Coordenador de Pesquisa e Extensão do curso de Direito, Alisson Martins, comenta que é importante ressaltar a formação do estudante universitário em pesquisa e extensão como formas privilegiadas para concretizar o sucesso acadêmico. "Acredito que a Universidade possa orientar os estudantes no desenvolvimento dos saberes e que os possibilite a romper os limites do conhecimento alcançando o inovador, desta forma, estaremos formando profissionais conscientes de seu papel em nossa sociedade".

Os interessados em obter maiores informações devem entrar em contato com a Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP - CPEX. Local: Rua Doutor Carvalho, nº 1147 - Bloco 2 – Bairro: Belo Horizonte / Passos - Telefones para contato: CPEX: (35) 3529 – 6033.

FONTE: Texto escrito pela COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP (CPEX)


A partir desta segunda-feira (18), uma equipe de professores e alunos da FESP vai ministrar palestras em 17 postos de saúde da família (PSF), em Passos, para levar informações sobre tipos de diabetes, prevenção, tratamento e cuidados com os pés dos pacientes. A ação faz parte da segunda fase do projeto de pesquisa “MONOFILAMENTOS DE SEMMES-WEINSTEIN: uma avaliação da sensibilidade protetora dos pés na prevenção da úlcera plantar e indicação do uso de palmilhas”, vinculado à Fundação de Amparo a Pesquisa de Minas Gerais (FAPEMIG). 

A atividade educativa será desenvolvida até o dia 29 de agosto e, segundo a coordenação do projeto, sob responsabilidade da professora doutora Tânia Maria Delfraro Carmo e do professor, fisioterapeuta e acupunturista  Djalma Reis do Carmo, vai atingir mais de 2000 mil pessoas.

Ainda de acordo com os coordenadores, o projeto está sendo realizado em várias etapas e o objetivo principal é analisar os comportamentos de riscos associados à instalação de úlceras plantares nos portadores de Diabetes Mellitus, realizar o teste da perda da sensibilidade plantar, confeccionar e distribuir palmilhas protetoras, além de desenvolver ações educativas para diminuição dos riscos de instalação da úlcera plantar.

“Vamos contar com o apoio das equipes integrantes das unidades ESF’s e do NASF, da Prefeitura Municipal de Passos. As palestras acontecerão no período da manhã e da tarde, em diferentes bairros da cidade. Vamos exibir um vídeo de duração de 10 minutos, em seguida, a equipe executora do projeto falará sobre a temática e, depois teremos uma demonstração prática dos cuidados com os pés. Será servido no final de cada evento, um lanche com orientação nutricional para os participantes”, explicou a professora.

Fazem parte do projeto: quatro acadêmicas bolsistas dos cursos de Enfermagem e Biomedicina, três professoras, duas enfermeiras e uma nutricionista. Na primeira fase da pesquisa, foi levantado, junto aos portadores, o conhecimento sobre os fatores de risco para instalação de úlceras plantares e foi aplicado o teste dos monofilamentos de Semmes-Weinstein, que avalia a perda sensibilidade protetora dos pés. 

“Esta avaliação constitui um dos métodos mais simples, eficazes e de baixo custo para prevenção de lesões nos pés. Aplicamos em todos os portadores de diabetes cadastrados nas 17 ESF de Passos e que aceitaram participar da pesquisa. Vamos trabalhar o segundo passo e depois, na última fase do projeto, será realizado o teste de Plantigrafia Eletrônica ou Baropodometria para analisar as áreas de risco de instalação de úlcera plantar e deformidades nos pés. Aos portadores de áreas de risco de lesão plantar serão confeccionadas e distribuidas palmilhas de proteção dos pés”, elucida o coordenador Djalma Reis do Carmo.

Diabetes 

O pé diabético ou úlcera plantar é uma das complicações mais comuns entre portador de Diabetes Mellitus, tendo, como consequência, uma redução significativa na qualidade de vida dos indivíduos acometidos. “Isso acontece porque causa incapacidades e deformidades, podendo levar a amputação de dedos, do pé e de toda perna. A condição também gera elevado custo econômico para os serviços de saúde, problemas psicológicos e sociais para o indivíduo”, justificou a professora Tânia Delfraro, ainda comentando sobre o crescimento do número de atingidos pela diabetes no país. “O Brasil possui, atualmente, 5 milhões de portadores de diabetes, ocupando a 8ª posição em prevalência da doença no mundo, com estimativa de passar para a 6ª posição, chegando a alcançar 11,3% da população até 2030”.

Dessa forma, o projeto da FESP vem atender a necessidade de promover não somente a melhora na condição de pacientes que sofrem as consequencias da doença, mas também vem promover um alerta para a população acerca da gravidade das estatísticas.

“É preciso que os profissionais que integram as equipes das unidades das ESF’s estejam atentos aos sinais e sintomas da perda de sensibilidade a fim de tomarem medidas para evitar o risco de lesões nos pés. O diagnóstico precoce da diminuição da perda da sensibilidade, o tratamento oportuno e o autocuidado evitam a maioria das complicações”, completa Djalma.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Foi divulgada a lista dos aprovados para o primeiro Mestrado Profissional da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP). O processo seletivo, o qual envolveu a análise do pré-projeto, análise de currículo e entrevista, selecionou os 15 candidatos que começam o curso nesta sexta-feira (04).

O diretor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da FESP disse que o Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, que já recebeu a recomendação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), é uma oportunidade de estender o alcance da pesquisa científica no meio acadêmico. “Nas entrevistas conhecemos melhor os candidatos e pudemos ver que formam um grupo promissor, pois muitos deles são experientes em suas áreas de atuação. Acreditamos que juntos poderemos desenvolver ótimos trabalhos e contribuir para o avanço científico e para o desenvolvimento regional”, defendeu o professor Eduardo Goulart Collares.

O curso será iniciado nesta sexta-feira (04) com a realização de um Workshop, onde os professores pesquisadores do mestrado vão apresentar os seus projetos e as propostas futuras de trabalhos para os alunos aprovados. “Será um momento de interação e diálogo entre professores e os novos alunos”, justificou a coordenadora da nova modalidade disponibilizada na FESP, professora Dra. Rita de Cássia Ribeiro Carvalho.

O Mestrado tem duração estimada de 2 anos, sendo o primeiro ano dedicado às disciplinas e o segundo ao desenvolvimento da pesquisa.

Os aprovados devem fazer matrícula nos dias 03 e 04 de abril e, no caso da existência de vagas remanescentes será realizada uma 2ª chamada.

O Mestrado Profissional 

No final de 2013, a FESP recebeu a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (CAPES) e teve como aprovada a proposta do Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente. Na avaliação, os representantes da CAPES destacaram o comprometimento e a infraestrutura da FESP; a dimensão e regime de trabalho dos docentes com doutorado e experiência em orientação; e a alta produtividade em relação à pesquisa e extensão.

De acordo com a ementa, o curso com titulação em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente tem o propósito de formar mestres com consciência crítica e capazes de compreender a relação entre ciência, sociedade, natureza e desenvolvimento econômico. Sendo estes profissionais capazes de elaborar, acompanhar e avaliar planos de gestão pública e privada com propósitos de desenvolvimento sustentável e de preservação ambiental, bem como realizar diagnósticos e prognósticos das inter-relações entre as atividades antrópicas e os meios físico e biótico. Deverão ser capazes, também, de desenvolver e aplicar técnicas agro-sustentáveis que contribuam para melhorias na produção agropecuária regional.

Como ainda detalhou o diretor Eduardo Collares, o Mestrado Profissional é exatamente igual ao Mestrado Acadêmico em relação à titulação. “A diferença é que o primeiro é mais direcionado aos profissionais que estão atuando no mercado. Este Mestrado tem por objetivo formar pessoas para trabalharem dentro das novas políticas públicas que estão em vigor no país, como o Estatuto da Cidade, a Política Nacional de Recursos Hídricos e, mais recentemente a Política Nacional de Saneamento de Resíduos e de Sólidos, por exemplo. Outro foco está voltado ao setor privado e envolve novas tecnologias para serem aplicadas no planejamento urbano e no desenvolvimento rural sustentável”, reforça.

Consulte a lista de aprovados AQUI.



A Fundação de Ensino Superior de Passos, através da parceria coma a Fundação de Apoio a Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG), disponibilizou 15 bolsas para alunos do Colégio Tiradentes. O objetivo deste programa é instigar nos alunos do ensino médio o interesse na participação de projetos de pesquisa que já são realizados pelos alunos da FESP e, também, por bolsistas do Programa de Iniciação Científica PIBIC/FAPEMIG.

“Podemos perceber um amadurecimento científico destes alunos a cada ano que passa e continuamos com esta parceria, tendo a participação ativa destes alunos na execução dos projetos e nas publicações científicas. Vários destes estudantes já contam, no seu currículo, com produção científica e participação em evento científico, o que muito acrescentará na vida acadêmica e profissional futura deles. O contato precoce com o ambiente universitário estimula a criatividade e o espírito inovador, características fundamentais para o futuro empresário empreendedor”, relata a Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP, Marisa da Silva Lemos, que sistematiza e articula esta parceria na FESP.

Segundo a Diretora do Colégio Tiradentes de Passos (MG), Janaína Brasileiro, este tipo de iniciativa favorece o desenvolvimento do aluno e instiga à responsabilidade social, direcionando o estudante a prática da pesquisa científica. Nossos alunos ficam ansiosos para serem selecionados e a cada ano o interesse aumenta.

De acordo com o professor doutor da FESP, João Vicente Zampieron, orientador neste programa, do Curso de Engenharia Ambiental, "os alunos participantes do Bic. Júnior adquirem expectativas positivas na elaboração de projetos e agregam conhecimentos para a sua formação. Isso contribuirá para a continuidade e desenvolvimento de pesquisa em nossa região. Contribui também, diretamente, para o amadurecimento intelectual dos estudantes".

Para o aluno Bic-Júnior/FAPEMIG/FESP, Tales Martins Lima, "ter participando do projeto de pesquisa científica foi gratificante, pois ampliou os meus conhecimentos no que se refere a estudos científicos. Ao publicar o artigo no Evento "FESP INOVA 2013", no Seminário de Pesquisa e Extensão, fiquei motivado e pretendo dar continuidade aos estudos neste segmento porque me identifiquei completamente com o tema".

As atividades tiveram inicio no dia 1º de março de 2014 e serão finalizadas em 28 de fevereiro de 2015. Os alunos interessados em projetos de Iniciação Científica poderão obter mais orientações através da Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP, a CPEX, que fica na Rua Doutor Carvalho, número 1147, e atende pelo telefone (35) 3529 – 6033.

Abaixo estão as publicações científicas dos alunos do Ensino Médio do Colégio Tiradentes no FESP INOVA 2013 no III Seminário de Pesquisa e Extensão da FESP:

1)    Título: Monitoramento de fatores ambientais em canteiros contendo quebra - pedra cultivada em solo contendo chumbo;

 Autores: Thales Martins Lima; Marina Maia Gischewsky; João Vicente Zampieron;

2)    Título: Análise granulométrica de misturas realizadas com o solo argiloso laterítico e com o agregado fino derivado de rejeitos de minerações de quartzito do município de Guapé;

Autores: Brenner William Rodrigues Melo, Pedro Henrique Villas Bôas de Almeida Carneiro, Ana Carina Zanollo Biazotti Collares;

3)    Título: Comunicação e a prevenção de doenças sexualmente transmissíveis: uma análise das propagandas veiculadas na internet;

Autores: Ariane Freire Alvarez, Everton Augusto Marques, Itamar Teodoro de Faria;

4)    Título: Impactos ambientais em duas nascentes urbanas no município de Passos-MG;

Autores: Leonardo Viana Souza,  André Phelipe Rodrigues da Silva; Ana Paula Jacó; Jéssica Bueno de Oliveira Rocha; João Luis Souza Ferreira; Michael Silveira Reis e Tânia Cristina Teles Oliveira;

5)    Título: Ensaio de Campo Randomizado: implantando o método massagem shantala para crianças em uma unidade básica de saúde da família de Passos-MG;

Autores: Amanda Botelho Cardoso, Kênia Fernandes Freitas; Rafaela Ferreira; Nilzemar Ribeiro de Souza;

6)    Título: O funcionamento da língua no espaço virtual e o dilema entre norma gramatical e fluidez interacional: língua portuguesa, língua brasileira, ou internetês?

Autores: Natália Gonçalves Oliveira; Nayara Fernanda Dornas; Júlio Cesar Machado;

7)    Título: Estudo da fragilidade natural nas sub-bacias hidrográficas do médio rio grande: aplicação na sub-bacias do Rio São João;

Autores: Guilherme da Silva Teixeira; Ana Paula Pereira Carvalho; Eduardo Goulart Collares;

TEXTO ESCRITO POR: COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP



Rita de Cassia Oliveira, graduada em ciências Biológicas pela FESP em 2012, começou, no ano passado, a sua pesquisa de Mestrado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). 

A bióloga estuda biomarcadores relacionados à angiogênese no carcinoma renal de células claras (câncer de rim). Utilizando amostras de biopsias de tumores renais, a pesquisadora analisa material genético, verificando a expressão de 7 genes e 12 micro RNAs (que são uma classe de RNAs não codificantes de função regulatória, que podem desencadear uma repressão ou superexpressão do gene). Após essa primeira fase, Rita vai correlacionar a expressão destes com o grau do carcinoma. 

“Meu trabalho é relevante pelo fato de que se conseguirmos fazer essa correlação poderemos estabelecer métodos menos invasivos para avaliar a progressão dessa doença, visto que os métodos atuais são invasivos. Se descobrirmos um marcador molecular eficiente para detectar o grau do tumor, e se ele vai invadir outros órgãos, isso poderia poupar o paciente de passar por uma biopsia na fase de investigação da doença, pois esses marcadores podem ser encontrados no sangue ou na urina”, explica.

A dissertação de mestrado deve ser defendida até o fim de 2015 e provavelmente a pesquisa será continuada na tese de doutorado da bióloga. “Meu projeto é apenas para identificar a expressão dos genes e dos micro RNAs nos tecidos tumorais a fim de correlacionar agressividade da doença. A conclusão da pesquisa estará em uma fase bem mais avançada da que eu gostaria de estudar no doutorado. Chamamos de prognóstico a capacidade de avaliar antecipadamente a progressão da doença, o impacto do meu trabalho será diretamente nesse ponto, já que nosso objetivo é poder prever a agressividade de acordo com a superexpressão ou subexpressão de determinados genes”.

A egressa esteve envolvida com pesquisa científica desde seu primeiro ano de graduação na FESP. “Sempre gostei muito e sempre soube que meu lugar era na bancada. Os meus professores da FESP me incentivaram e ajudaram muito. Eu incentivaria todos os alunos que tenham vontade de seguir essa linha de trabalho, já que é uma carreira promissora. As descobertas feitas podem ajudar muitos pacientes no futuro”, finalizou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



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