A jovem passense Jéssica Sabrina Silva, de 21 anos, estudante do 4º período do curso de Nutrição da FESP, conquistou o prêmio de Miss Minas Gerais Unificado no último dia 10 de julho, na cidade de Contagem (MG), e será a representante mineira do Miss Brasil Unificado, a realizar-se em outubro próximo, em Belo Horizonte.

Sabrina conta que chegou até o concurso estimulada pelo fotógrafo e caça talentos Fabiano Santos, Coordenador de Miss de Campo Belo, e que por dois anos consecutivos venceu o concurso como melhor coordenador. A jovem explica que nesse evento foram reunidos todos os concursos em um só, sendo organizado pela agência Layne Models.

A miss relatou que foi de última hora a decisão de participar do concurso. “Tive dois dias para arrumar tudo e ir para o concurso. Fui sozinha porque decidi muito em cima da data, por isso minha mãe não pôde me acompanhar. Foi uma correria, mas acabei fazendo amizade com todo mundo e muita gente me ajudou, até o taxista que me levou ao local do concurso”, disse Sabrina, achando graça das dificuldades que enfrentou.

Concorrendo com as mais belas moças de várias cidades mineiras, Sabrina se destacou e levou o prêmio máximo da beleza no estado. “Foi uma surpresa muito grande! Acho que o que contou mesmo foi a minha humildade e simpatia. Contou muito o conjunto, o que na verdade a gente é. A sinceridade e a naturalidade foram quesitos que me ajudaram a ganhar”.

Sobre o concurso, o coordenador justificou o perfil que uma Miss deve ter. “A mulher mais bela de Minas Gerais deve ostentar um conjunto de qualidades que a destacam naturalmente. É indispensável, também, que as candidatas tenham postura, personalidade, carisma, conhecimento geral, oratória, disciplina e engajamento social. Todas essas qualidades somadas fazem da ‘Mulher mais bonita de Minas Gerais’, além de um referencial estético, um modelo de comportamento e um agente multiplicador de comprometimento social. É exatamente isso que procuramos: alguém capaz de conquistar o mundo”, explicou Fabiano Santos, quem levou Sabrina para o concurso. 

Orgulhosa, a mãe da Miss contou acerca de sua expectativa para o concurso nacional. “Eu tenho certeza que ela vai ganhar, pois sua beleza interior ultrapassa o seu exterior! É disso que o Brasil precisa como representante. Por toda sua trajetória de vida, como profissional da saúde, atuou durante três anos no Hospital, na área da enfermagem, e agora faz um lindo trabalho na creche como nutricionista. Ela não mede esforços para ajudar o próximo. Seus  obstáculos para conseguir esse título foram muito grandes e ela  já   é  uma vencedora pela sua luta!”, afirmou Sirlene Maria Rosa.

Graduada como Técnica de Enfermagem, a estudante de Nutrição da FESP conta que atuou na profissão por três anos na UTI – Unidade de Tratamento Intensivo do Hospital Unimed/São José, deixando o trabalho na área em setembro do ano passado, quando conseguiu um estágio em uma creche da cidade, na área de nutrição.

“Sempre estudei e trabalhei e paralelamente alimentava o sonho de um dia ser modelo e atriz profissional”, contou a bela moça, que desde os 10 anos participa de ensaios fotográficos para várias marcas de Passos e região.

Em relação ao curso de Nutrição da FESP, Sabrina deu sua opinião: “O curso me ajuda muito, na alimentação correta, influencia no bem estar, melhorando a minha saúde e até nos conhecimentos gerais. Estudar é sempre bom!”, frisou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Uma refeição leve, balanceada e diversificada. Este é o principal atrativo do restaurante comunitário da FESP que completou em 2013 três anos de atendimento ao público acadêmico, funcionários da instituição e a comunidade em geral que se alimenta de uma refeição saudável por um custo muito baixo.

“O restaurante comunitário da FESP é um exemplo de que é possível termos uma refeição extremamente saborosa, diversificada, saudável e acima de tudo com preço justo. Ao longo destes três anos, milhares de refeições foram servidas e a prova de que a qualidade e o preço são atraentes é que dia após dia temos registrado aumento no número de refeições servidas”, comemorou o presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas.

E os números comprovam esta informação. Relatório de atividades do restaurante comunitário da FESP dos últimos dois anos apontou um aumento no movimento do restaurante de 46% entre 2012 e 2013. “Em 2012 foram servidas 74.358 refeições, já em 2013 foram servidos 108.635 pratos. É como se toda a população de Passos tivesse almoçado pelo menos uma vez no nosso restaurante”, defendeu Fabio Kallas, ressaltando ainda que mesmo nos meses de julho, dezembro e janeiro – período de recesso escolar – o movimento no restaurante comunitário da FESP não caiu, confirmando a importância do restaurante comunitário para a sociedade. 

A estudante do 9º período do curso de direito da FESP, Priscila Gonçalves, conta que o restaurante faz parte de seu cotidiano. “Eu almoço aqui todos os dias há mais de um ano. Jamais teria tempo e condições de fazer em casa uma refeição tão saborosa e diversificada como esta”, destacou.

Já a advogada Patrícia Vieira, ex-aluna do curso de Direito da FESP, explica porque almoça com o marido diariamente na FESP. “Desde quando abriu o restaurante eu e meu marido almoçamos aqui diariamente e recomendamos. O ambiente é agradável, limpíssimo e a comida tem sabor caseiro, lembra a comida da avó”, brincou.

Além da vantagem do baixo custo e o cardápio diversificado, o restaurante se transformou num ponto de encontro de amigos e da família, num lugar onde é possível reduzir peso e melhorar a saúde sem uso de medicamentos. “Temos exemplos aqui de pessoas que além de perder peso controlaram a hipertensão e diabetes apenas modificando os hábitos alimentares”, disse a nutricionista Thais Silveira Lemos, responsável pelo restaurante.

Para 2014, Fabio Kallas espera aumentar ainda mais o movimento com a cobrança de valores diferenciados para diversos segmentos da sociedade com preços que variam de R$ 2,00 a R$ 7,00.

“Estamos falando de uma refeição completa com cardápio variado todos os dias, com duas opções de mistura por um preço que varia de R$ 2,00 a R$ 7,00. O restaurante comunitário da FESP é uma amostra de que com seriedade, competência e planejamento é possível termos uma refeição de altíssima qualidade a um baixo custo”, afirmou Fabio. 

Oportunidade de aprendizado

Além da parte social, o restaurante comunitário da FESP tem o lado acadêmico como grande incentivo e diferencial em seu funcionamento. É através do restaurante comunitário que alunos dos cursos de nutrição e agronomia colocam em prática o que aprendem dentro de sala de aula. “É uma experiência fantástica! Nossos alunos de agronomia têm a oportunidade de produzirem na fazenda experimental, todas as verduras, frutas e hortaliças que são disponibilizadas no restaurante comunitário. Já os alunos de nutrição aprendem a manusear e preparar estes alimentos da forma mais saudável possível, evitando perdas e aproveitando o máximo de nutrientes de cada alimento”, completou o professor Fabio.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



A nutricionista Ana Carolina Brasil e Bernardes foi recebida na FESP durante a semana acadêmica do curso de Nutrição. A delegada titular do Conselho Regional da 9ª região, situado em Pouso Alegre veio expor o posicionamento do CRN9 em relação aos alimentos transgênicos e agrotóxicos.

Para a nutricionista o convite para participar do FESP Inova foi aceito com entusiasmo. “Achei interessantíssima o tema que me ofereceram. Somos convidados para falar dos mesmos assuntos sempre e aqui foi diferente porque transgênico e agrotóxico são coisas muito novas e que as pessoas não discutem muito, então eu achei a iniciativa fantástica. Tem muita coisa pra falar e colocar isso na cabeça desse pessoal que está se formando agora é ótimo. Quero que eles saiam daqui sabendo que ser nutricionista vai além de ensinar a comer”, declarou.

Segundo a nutricionista, alimentos transgênicos são todos aqueles que foram geneticamente modificados e, recentemente, estão sendo produzidos em larga escala. “O transgênico surgiu em 1970 com a insulina humana, porém, a alimentação com transgênicos no Brasil chegou em meados de 98, então tudo é muito novo. O que a gente tem muito aqui é a soja e o milho. Grandes marcas de mercado se utilizam destes transgênicos em bolos, cereais açucarados e sucos, por exemplo”, explica.

A delegada do Conselho expôs conceitos, discutiu estudos recentes que envolvem o assunto e tirou diversas dúvidas dos alunos e professores que estiveram presentes na palestra. “Atenção para o rótulo! Produtos importados costumam ter grande quantidade de alimentos transgênicos. Todo alimento que é transgênico tem que ter sinalização. No seu rótulo, por obrigatoriedade, tem que ter um T informando que ele é transgênico. Podemos evitar o consumo. O problema é está muito discriminado o uso dos transgênicos e às vezes a gente não sabe que aquele alimento é um deles”, alertou Ana Carolina.

A exposição também envolveu o debate sobre agrotóxicos e as questões que envolvem o consumo de alimentos produzidos com seu uso. A delegada defendeu que a alternativa é o consumo dos alimentos orgânicos que são muito mais saudáveis. “O número de vitaminas que você vai encontrar no orgânico é maior do que no alimento com agrotóxico e ainda tem a vantagem de você comer um alimento com agrotóxico e correr o risco de isso virar contra você como uma doença no futuro”.

A semana acadêmica do curso de Nutrição também teve palestras acerca de quebra de paradigmas, higiene profissional em restaurantes, controle de qualidade na indústria de alimentos, entre outros.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Os cursos de Administração, Ciências Biológicas, Educação Física, Enfermagem, Nutrição, Pedagogia, Serviço Social e Direito da FESP ganharam o selo de qualificação do Guia do Estudante (GE), que integra a publicação “GE Profissões Vestibular 2014” - circulando nas bancas a partir do dia 11 de outubro. O resultado da avaliação foi enviado pelo diretor de publicação do GE, Fábio Volpe, e recebida pelo Presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas.

O curso de Direito recebeu maior destaque com o selo 4 estrelas.  Tomando como cenário as Faculdades privadas de Minas Gerais, somente outras 6 conseguiram a mesma classificação pelo curso, dentre elas a Pontifícia Universidade Católica (PUCMG) do Barreiro, em Belo Horizonte, e de Poços de Caldas.

De acordo com o presidente Fabio Kallas, receber os selos é mais uma alegria para a família FESP. “Mais uma vez estamos sendo reconhecidos pelo trabalho sério e comprometido que fazemos aqui. A cada dia provamos a qualidade do nosso ensino e continuamos para melhorar ainda mais, consolidando nossa excelência educacional. Esta notícia é para comemorar”, declarou com entusiasmo.

O Guia do Estudante é uma produção da Editora Abril, que indica os melhores cursos superiores do Brasil, considerando vários critérios de avaliação como: titulação do corpo docente, aspectos didático-pedagógicos, atuação dos professores na prática docente, em extensão e em pesquisa, entre outros parâmetros. O Guia atribui conceitos de zero a cinco estrelas e é uma publicação tradicional, considerada uma referência para os estudantes em relação à qualidade do ensino superior de instituições públicas e privadas de todo o Brasil. 

Os diretores dos Núcleos Acadêmicos de Educação, professor Anderson Jacob Rocha, de Ciências Biomédicas e da Saúde, professora Tânia Maria Delfraro Carmo, alegaram que a notícia foi recebida com honrar e veio para agraciar o grande emprenho de coordenadores dos cursos, professores e alunos. Vivaldo Silvério de Souza Filho parabenizou, especialmente, o conceito alcançado pelo curso de Direito. “As quatro estrelas no guia do estudante conquistado pelo Direito demonstra que estamos no caminho certo buscando ensino de qualidade. Parabéns à coordenadora Profa. Dra. Ana Paula, aos professores envolvidos com o curso e toda equipe FESP”, disse o diretor do Núcleo Acadêmico de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

A professora Ana Paula Coelho, que se despede da coordenação do Direito da FESP, conta que este conceito vem coroar um ciclo de muito trabalho maduro e esforço conjunto. Segundo ela, durante esses quase 20 anos de existência o curso tem evoluído notoriamente. “Passamos muito bem nas avaliações, temos o conceito A do Conselho Estadual, esperamos a visita do MEC e por isso estamos ansiosos porque temos muito a mostrar. Externamente o sucesso continua. Temos juízes, promotores, delegados, defensores que são egressos nossos, além daqueles que seguiram a área acadêmica e nos enchem de orgulho! Isso tudo é fruto de amadurecimento. Nós temos um corpo docente com grande parte de titulados, mestres, doutores e doutorandos. Não posso deixar também de pontuar nossa estrutura de estágio, que já foi destacada pelo próprio Conselho e pelo MEC nos colocando entre os melhores núcleos de prática jurídica do Estado. É um momento muito feliz pra gente! O Direito da FESP é um dos melhores cursos do país. Estamos em festa, mesmo sabendo que muito ainda precisa ser feito porque queremos as 5 estrelas, mas esta já é uma conquista muito importante”, finalizou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


Professora Vivian com os meninos do projeto NACO

O Núcleo de Apoio à Criança com Obesidade (NACO) da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) promoveu na última quarta-feira (6) uma oficina culinária com algumas crianças participantes do projeto. O objetivo da oficina é mostrar que é possível fazer uma alimentação gostosa e saudável e ao mesmo tempo divertida, para chamar a atenção das crianças para o consumo de certos alimentos nutritivos.

A atividade aconteceu às 16h na Cozinha Experimental da FESP (Laboratório de Técnica e Dietética), que fica no Bloco 7. Três participantes ajudaram na produção do cardápio do dia, composto por uma batata chinesa (batata em formato de um chinês no jardim de legumes), torta de legumes, sininho de pêras (sobremesa) e suco de mamão e maçã e suco de laranja.

O projeto do NACO trabalha com a educação nutricional de crianças com obesidade, mas segundo a coordenadora do núcleo, a nutricionista e professora Vivian Freitas Braga Silveira, não só crianças com obesidade têm participado do projeto. Outras crianças que também necessitam da educação nutricional têm aderido ao projeto. “O objetivo principal da educação nutricional proposta pelo NACO é a perda de peso, mas hoje temos outras crianças que necessitam da educação nutricional e que não são casos de obesidade. São os casos de crianças com seletividade, ou seja, crianças que não sabem se alimentar ou que não gostam e têm dificuldade. O NACO hoje, apesar do nome e do objetivo que foi criado, que são crianças com obesidade, tem participantes que não apresentam obesidade, mas que a alimentação é pouco saudável”, explica Vivian.

Um grupo de 10 crianças está registrado no NACO e é acompanhado quinzenalmente com reuniões de educação nutricional. Os pais das crianças também participam das reuniões. Os encontros acontecem de uma maneira descontraída e agradável e são abordados assuntos como a alimentação saudável, por meio de jogos lúdicos e atividades que estimulem a participação das crianças. “Procuramos deixar as crianças ajudarem, elas mesmas contribuírem na condução dos encontros, pois assim se sentem motivadas.

rabalhamos com os jogos, com as brincadeiras e quando temos a atividade na cozinha, o objetivo é mostrar para as crianças uma forma de brincar com os alimentos e chamar a atenção para ingestão desses alimentos”, descreve Vivian.

Duas vezes ao semestre, desde o ano passado, o NACO realiza a oficina culinária. “Apesar de que não fazemos esses enfeites, esses arranjos todos os dias, porque leva tempo, queremos mostrar que há a possibilidade de enfeitar e agradar a criança e chamar a atenção para uma alimentação saudável por meio do lúdico”, completa a professora.

Preocupação

De acordo com Vivian o que mais tem preocupado na alimentação das crianças, hoje em dia, são as chamadas guloseimas – os alimentos de alto valor calórico e baixo valor nutritivo. Alimentos industrializados como doces, balas, salgadinhos em pacotinhos chamam a atenção das crianças. Segundo Vivian, os alimentos de baixo valor nutritivo são baratos e acabam sendo consumidos a todo o momento. “Salgadinhos, refrigerantes, doces têm muito açúcar, muitos deles têm muita gordura e ainda são de baixo custo, então a população acaba adquirindo em grande volume”, informou.

Alimentação Divertida.

Uma estimativa de 1.200 a 1.500 calorias por dia é o suficiente para uma criança numa faixa etária de 6 a 10 anos. Porém, o que a professora destaca é que o cálculo da necessidade nutricional é individual para cada criança, pois leva em conta o peso e a altura. “A alimentação deve conter no mínimo cinco porções de frutas, legumes e hortaliças ao dia. Os pais podem variar colocando dois legumes no almoço e uma hortaliça, ou ainda um suco de frutas, e alternar entre o almoço e o jantar”, sugere Vivian.

E aquela história de quanto mais colorido o prato mais nutritivo ele é, não é mentira. Quanto mais colorido melhor. Isso porque, de acordo com Vivian, conforme a variedade de cores aumenta a possibilidade de ter mais nutrientes. “Por exemplo: amarelos e alaranjados são ricos em vitamina A, verdes escuros, em ferro e vitamina A, o branco que às vezes parece que não ter nada, o chuchu, por exemplo, todos os alimentos têm um valor nutritivo muito grande. A variedade é o que mais faz com que a gente tenha uma alimentação saudável. Quando a gente varia, quando as cores são variadas, há a diversidade de nutrientes. Se eu tenho uma monotonia, se estou comendo só um tipo de alimento ou um grupo de alimentos, provavelmente estou ingerindo apenas um tipo de nutriente e vão faltar outros”, descreve a professora.

Duas das crianças que participaram da oficina – Jéssica Ribeiro da Silva, 10 anos e Júlia Ribeiro da Silva, 8 anos – foram acompanhadas da mãe Kátia Monalisa Ribeiro da Silva. Para Kátia, a contribuição do NACO é muito importante para as filhas. “A Júlia tem sopro no coração e refluxo e então a cardiologista infantil fez o encaminhamento para o NACO. Ela começou o acompanhamento em janeiro e estava com o colesterol alto também. Hoje, a alimentação melhorou muito. Elas tomavam bastante refrigerante, comiam muitos doces e agora comem bastante verdura e substituíram o refrigerante pelo suco. O trabalho do NACO é muito importante, pois há muita criança obesa hoje em dia e a obesidade faz muito mal.No caso da Júlia é ainda mais importante”, conta Kátia.

Jéssica ficou entusiasmada com a oficina. “Achei muito legal porque aprendemos a fazer várias comidas saudáveis. Eu gostei de fazer a batata chinesa porque é fácil de fazer e ficou bonitinho o chinesinho. Eu gosto muito e eu aprendo muito porque a alimentação saudável faz muito bem pra saúde”, disse.

Júlia mostrou que o aprendizado no NACO vale a pena e que as dicas já estão sendo colocadas em prática. “Antes eu tomava leite com duas colheres de chocolate e agora estou tomando somente com uma. Eu aprendo mais para ter uma alimentação saudável”.

Aos 11 anos de idade, Ruan Gomes Vicente Machado também participou da oficina e está consciente de que melhorar as condições de saúde começa desde cedo e que é muito importante. “Eu estava comendo muito: três colheres de arroz, feijão, comendo de três a quatro vezes. Não comia salada e hoje estou comendo e também aprendi que tem que comer de três em três horas. Achei legal o chinesinho no jardim, porque é bonitinho e achei muito gostoso o sininho de pêra”, contou Ruan.

A alimentação saudável e a qualidade de vida têm sido os objetivos básicos do NACO. As ações desenvolvidas na FESP contribuem para a prática acadêmica de estudantes de Nutrição e colaboram com a comunidade na prestação de serviços.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



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