Estudantes do curso de Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente realizaram uma visita técnica às instalações do Café Seleto, em Piumhi, com o objetivo de conhecer a realidade de gestão de uma empresa de sucesso. Os alunos puderam avaliar a importância de diagnosticar para agir, além de oportunizar a visualização na prática de elementos da sustentabilidade, vistos em sala de aula. 

A atividade começou com a preparação dos alunos para a realização da visita. O grupo estruturou de forma coletiva um roteiro de diagnóstico, conforme suas diversas áreas de atuação profissional. 

Para o professor Ricardo Godinho, responsável pela disciplina ‘Tópicos Especiais em Desenvolvimento Rural Sustentável’, a atividade procurou tratar a sustentabilidade sob a ótica ambiental, social e econômica.  “Além de conceitos, procuramos sensibilizar e preparar os alunos para atuarem como agentes transformadores das realidades em que atuam, independente de onde e do que fazem, assumindo seus papéis profissionais, mas com as suas respectivas responsabilidades como cidadãos”, afirma o professor.

Ricardo acredita que os objetivos propostos foram atendidos. “Observamos isso por meio da participação dos alunos com as perguntas durante a atividade e as discussões geradas após a visita. É uma empresa que pratica muitos dos conceitos que foram vistos em sala de aula”, disse. 

Para os alunos, a experiência alcançou as expectativas do grupo. O mestrando João Batista Polcaro Júnior, destacou a importância de poderem acompanhar todo o processo produtivo in loco. “Foi muito bom poder conversar com as pessoas envolvidas nestes processos e verificar as inovações deste setor, a prática é essencial quando constatada após os estudos em sala de aula e laboratórios, uma aprendizagem sobreposta à outra”, afirma Júnior.

Café Seleto

A Seleto é uma das marcas de café mais tradicionais do Brasil e já foi uma das líderes do mercado, com peças publicitárias que ficaram famosas nas décadas de 70 e 80, principalmente no estado de São Paulo. Em 2012, a marca foi comprada Foods Alimentos, de Minas Gerais, que atuava até então apenas no atacado e buscava um nome forte para entrar no varejo. 

A indústria está instalada estrategicamente em Piumhi, facilitando o acesso de produtores da região do Cerrado Mineiro e do Sul e Sudoeste do estado, e conta com uma moderna estrutura que chamou a atenção dos estudantes. “Achei que a visita à empresa Café Seleto foi muito proveitosa, pudemos conhecer e contemplar um processo completo de produção, atentos aos detalhes da empresa que dispõe de altíssima tecnologia e possui excelente planejamento e organização”, avalia a Engenheira de Produção Lo-Ruana Karen Amorim Freire Sanjulião, mestranda da FESP. 

A engenheira também destacou a importância de conhecerem todos os setores da empresa. “O ideal é que façamos uma leitura geral sobre a empresa, como foi feito, analisando suas principais áreas (produção, qualidade, gestão ambiental, segurança do trabalho, gestão de pessoas, logística, planejamento estratégico entre outras) para a realização de um diagnóstico que identifique seus pontos fortes e oportunidades de melhoria”, completa. 

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Bel Silveira, professora do curso de Moda e Design da FESP, defendeu a tese “No vai e vem do tear manual, Carmo do Rio Claro por designers e artesãos”, conquistando o título de Mestre em Design pela Universidade Anhembi Morumbi, situada em São Paulo (SP). A defesa aconteceu no dia 26 de março e participaram da banca a Dra. Sonia Regina Fernandes, da Universidade de São Paulo; a Dra. Agda Regina de Carvalho, da Universidade Anhembi Morumbi; e a Dra. Anna Mae Tavares Bastos Barbosa, orientadora e presidente da comissão avaliadora.

De acordo com a recém-titulada, a relevância de sua pesquisa consiste na discussão profunda de como o design tem influencia na vida das pessoas e suas formas de trabalho. A pesquisa retrata o saber artesanal, seu papel na vida das pessoas e as relações entre designers e artesãos. “O design não se limita somente a estética visual de um produto, é uma atividade projetual, portanto faz parte do nosso cotidiano. Com este estudo, buscou-se registrar o processo produtivo e criativo da artesã e do designer nos teares manuais, bem como as influências da cultura local e das infiltrações culturais no produto regional, desenvolvidos por eles com seus códigos estéticos e comunicativos”, explica a professora.

A designer acredita que a FESP abriu os caminhos para que ela conseguisse esse novo título para sua carreira acadêmica. “Além dos recursos operacionais, a FESP, por meio de seus dirigentes, em especial o presidente do Conselho Curador Fabio Pimenta Esper Kallas, o diretor  Vivaldo Silvério e a coordenadora da Faculdade de Estética, professora Tania Delfraro, sempre me deu suporte, apoiou e me deu suporte”.

Ainda segundo Bel, que também é administradora, o desenvolvimento e defesa da pesquisa somam à bagagem profissional mais conhecimento e experiência.  “Acredito que o mestrado é parte do amadurecimento de um professor, uma vez que ele nos oferece uma visão mais ampla sobre a pesquisa, o que facilita a investigação acerca de inúmeros assuntos que temos à nossa disposição. Isso facilita o conhecimento específico e estruturado de um determinado tema. Deste modo, é possível aprofundar as discussões sobre as temáticas de interesse dos alunos, bem como mostrar a eles que a pesquisa científica deixou de ser parte somente parte da academia, sendo hoje, parte da prática nas empresas”, finalizou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


Estudantes da primeira turma do Mestrado Profissional em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente da FESP protocolaram, nesta segunda-feira (11) na Câmara Municipal de Passos, um pedido para que as autoridades legislativas coloquem em discussão propostas de soluções para a mobilidade urbana no município de Passos. A ação faz parte do projeto: “PedalAR Passos”, criado pelo grupo com o objetivo de mobilizar a sociedade civil e os gestores públicos em prol da causa.

Desde maio deste ano, os estudantes estão realizando palestras educativas sobre o tema nas escolas de Passos para introduzir o debate entre os jovens e adolescentes. “O trabalho educativo foi realizado com 21 palestras, envolvendo aproximadamente 4 mil alunos e professores, e o tema despertou grande interesse pelas comunidades participantes, com questionamentos sobre o uso da bicicleta, a legislação pertinente, educação no trânsito e os tipos de soluções para mobilidade urbana, destacando entre elas a ciclovia, a ciclo-faixa, a ciclorrota e o espaço compartilhado. Os participantes foram alertados de que toda cidade acima de 20 mil habitantes, por legislação federal, deverá apresentar, até janeiro de 2015, o seu plano de mobilidade urbana. Além disso, os municípios que não cumprirem a legislação não estarão aptos a receber recursos destinados a este setor”, esclarece o mestrando Carlos Alberto Silva, professor da Rede Estadual de Ensino, em Passos. 

“Foi um trabalho muito interessante, pois a maioria dos alunos desconheciam alguns conceitos abordados, como o termo Mobilidade, as diferenças entre ciclovias, ciclofaixas e ciclorrotas. Sendo abordados os direitos e deveres do ciclista, de acordo com o Código de Trânsito Brasileiro, lembrando que a atividade exige atenção e até alguns equipamentos para garantir a segurança do ciclista. Ressaltado a importância da mudança de hábito para melhoria do trânsito nas cidades e para saúde dos usuários. Os jovens, com conhecimento dessas políticas públicas que devem ser implementadas, que são os agentes multiplicadores dessa ideia e devem ter conhecimento sobre o assunto para cobrar seus direitos”, alegou Maria José Reis, mestranda e arquiteta. 

Os estudantes da Escola Estadual Nazle Jabur, que participaram das palestras, destacaram as dificuldades que encontram para andar de bicicleta em Passos. “Eu já caí de bicicleta porque uma moto me fechou. Eu acho que tem muito carro, muita moto, muito caminhão. Deveria ter mais segurança”, avalia o estudante Álvaro Carvalho de Paula. “Precisava asfaltar mais os lugares, tirar os lixos e entulhos das ruas”, complementa outro aluno, Jorge Luís Lacerda.

Os estudantes da Escola Técnica de Passos também aprovaram a discussão sobre mobilidade urbana, enfatizando os aspectos que dificultam o uso da bicicleta no município, entre eles, a falta de locais adequados para estacionar bicicletas (bicicletários) e os buracos nas vias. “Não venho de bicicleta para escola porque ela fica em um lugar muito alto, mas por perto da minha casa eu costumo usar muito”, disse Fabio da Silva, estudante da Etep.

Atletas e grupos de ciclismos já manifestaram apoio ao programa que terá como ação continuada na fanpage Pedalar, através da rede social Facebook, para discussão do tema, compartilhamento de ideias e sugestões.

A mobilidade urbana em Passos

A cidade de Passos foi incluída no plano de mobilidade urbana do Governo Federal. O município apresentou, através da SOHU (Secretaria de Obras, Habitação e Serviços Urbanos), um projeto para criação de uma pista de caminhada e ciclovia na Avenida Arlindo Figueiredo, no entanto, pouco se avançou nas melhorias de mobilidade no município.

Para a mestranda e Engenheira Civil Sílvia Mota, os principais problemas relacionados à mobilidade urbana são: o aumento da quantidade de carros e motos; o fluxo de trânsito concentrado em pontos estratégicos, como centro, avenida da moda e saídas da cidade, com poucas rotas opcionais. “Como sugestão, poderíamos ter sinalização para rotas alternativas. Também faltam placas de orientação de destino e de serviços auxiliares e não há o devido respeito à sinalização de trânsito, principalmente, faixas de pedestre”, avalia.

O mestrando e arquiteto Ramon Moraes destaca também o fator cultural da mobilidade urbana. “Para chegarmos a uma cidade com mobilidade urbana precisamos analisar a cultura e as contradições sociais que implicam no resultado da implantação. Pois hoje temos uma cultura da mobilidade individual, ou seja, temos uma cidade mais preocupada em resolver os problemas do automóvel e é possível notar como Passos está se transformando para essa cultura. O que vemos no transporte público é que os ônibus são menores e os pontos de integração são insuficientes porque temos somente a rodoviária e o terminal Zé da Beca. Ou seja, para irmos de um ponto extremo da cidade a outro temos somente esses dois pontos de integração, os demais ficam nos pontos de ônibus comuns e isso prejudica a agilidade do transporte coletivo”, afirma.

Ainda na avaliação do arquiteto, as mudanças de sentido são soluções temporárias. “Temos uma perimetral que não está concluída, podendo integrar o bairro Nossa Senhora de Fátima até o Jardim Planalto, desafogando as vias de acesso local. Hoje temos uma série de alterações de mãos nas vias tentando ordenar o trânsito, o que pode até minimizar, porém, dentro de um curto tempo, pois é uma organização muito restritiva”, explica.

O grupo também chama a atenção para a importância da tomada de decisões focadas em propostas de mobilidade não simplesmente para oferecer lazer para a população alguns espaços para o ciclismo como prática esportiva. “O interessante em um projeto cicloviário é não focar somente no lazer, mas também como uma alternativa de transporte e mobilidade urbana. Outro ponto relevante é o fato da cidade estar com políticas de crescimento horizontal, acarretando maior dispersão da população. No momento, era importante o incentivo da verticalização, fatores que podem contribuir ainda mais com a mobilidade”, ressalta o arquiteto Ramon Moraes.

Como fatores relevantes que precisam ser aprofundados para um debate sobre mobilidade urbana destacam-se: a consciência da população com relação ao uso do automóvel; as políticas de verticalização, adensamento e uso das propriedades para fim social na área central urbanizada (ter utilidade); e, consequentemente o “andar a pé”; incentivo do uso do transporte coletivo e pontos de integração para maior agilidade; nos horários de pico, a utilização de ônibus maiores; transportes alternativos, como bicicletas, e ciclovias para mobilidade e não somente para lazer; desenho de vias públicas facilitando a locomoção e ligação entre bairros; menos restrição de uso das vias; anéis viários e/ou perimetrais. 

O Caráter Conta apoia campanha Pedalar

A professora Lucimar Cristina da Silva, professora e coordenadora do Projeto o Caráter Conta, que desenvolve ações educativas com jovens e adolescentes de Passos e região, através de uma parceria internacional, manifestou apoio ao grupo de estudantes da FESP e frisou a importância do trabalho educativo para busca de soluções para demandas sociais, como é o caso do trânsito. “Eu tenho observado nas ruas que Passos precisa melhorar a educação no trânsito, porque tudo começa pela educação, cada um precisa pensar e enxergar o seu papel. É pela Educação que se começa a mudar uma sociedade”. 

A professora também chamou a atenção para a força da juventude na tomada de decisões. “Se o jovem soubesse o poder, a força que ele tem, nossa sociedade já estaria bem melhor, por isso temos de motivar e estimular esses jovens através da educação”, afirma.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Formado pela FESP em Ciências Biológicas – Licenciatura – em 2009 e Ciências Biológicas  – Bacharelado – em 2011, o ex-aluno Maxwell Messias Ribeiro, 25 anos, deu mais um salto importante na sua carreira profissional com a conclusão do curso de Mestrado em Sistemas Aquáticos Tropicais (SAT) mantido pela Universidade Estadual de Santa Cruz, na cidade de Ilhéus, Bahia.

Maxwell explica que a área que escolheu para dissertação de seu mestrado está inserida na grande área da Ecologia, sobretudo Ecologia Aquática. A paixão por esta área de atuação foi confirmada segundo ele após ser indicado por uma das professoras da FESP, a Dra. Maria Cecília Picinato – atualmente professora na Universidade Federal do Pará – para um estágio no Instituto Oceanográfico da USP/SP onde estagiou por quatro meses conhecendo toda a rotina de pesquisas oceanográficas e estudos no mar. “Foi depois deste estágio que tive a certeza do que queria fazer na minha carreira profissional”, explicou ele.

De volta à FESP, após o estágio na USP, Maxwell escreveu sua monografia voltada para a Ecologia e Ecofisiologia de organismos aquáticos frente a possíveis contaminações ambientais sob a orientação da Dra. Maria Cecília e coorientação da Dra. Odila Rigolin de Sá. 

“Ele sempre foi um aluno dedicado, não saia do laboratório. Por três anos foi um dos responsáveis pelos nossos laboratórios, sempre o incentivamos a seguir com o mestrado e agora estamos na expectativa de sua aprovação para o Doutorado”, comentou orgulhosa a coordenadora do curso de Ciências Biológicas da FESP, Dra. Odila Rigolin de Sá.

Para Maxwell, o apoio e incentivo dos professores da FESP foi crucial para sua carreira. “Todos eles me incentivaram a seguir com os estudos principalmente a Dra. Maria Cecília, Dra. Odila Rigolin de Sá, a Me. Tânia Cristina Telles Oliveira, a Me. Nelci Stripari e o Me. Willian P. Graciano. Até hoje mantemos contato e ainda escrevemos artigos científicos juntos”, contou.

Ao falar sobre a importância de ter estudado na FESP ele concluiu: “A FESP, sem dúvida alguma contribuiu de forma decisiva para minha carreira profissional. Durante meus estudos de graduação, a Instituição sempre me possibilitou a oportunidade de vivenciar de perto a profissão "Biólogo" e crescer a cada instante. Através das incontáveis parcerias e indicações dos professores da FESP eu pude vivenciar a realidade profissional do biólogo em suas múltiplas áreas. O setor administrativo da FESP, na pessoa do professor Fábio Pimenta Esper Kallas, também foi de igual forma, fundamental para a concretização dessa carreira, atuando sempre de forma humanitária, descomplicada e proativa a cada petição realizada”, destacou.

Agora Maxwell se prepara para outro passo importante na sua vida, o doutorado. “Após finalizar a produção e publicação dos artigos resultantes do mestrado, pretendo dar sequência nos estudos iniciando o Doutorado em Ciências, Tecnologia e Gestão do Mar pelo Campus de Excelência Internacional do Mar (CEI Mar), Espanha. Para tanto, propostas de teses e orientações já têm sido estudadas”, informou.

Mestrado em Sistemas Aquáticos Tropicais

O curso abrange estudos voltados não apenas para a grande diversidade de ecossistemas aquáticos continentais, marinhos e de transição, mas também, para o conceito mais amplo de bacia de drenagem e micro ambientes aquático. 

Os estudos forçam a visão sistêmica destes ecossistemas, levando o mestrando a conhecer "O Todo" a partir do estudo "Das Partes" e suas interações. Atualmente, o mestrado em SAT conta com as seguintes linhas de pesquisa: 1) Ecologia de Comunidades e Ecossistemas Aquáticos Tropicais, 2) Gestão de Recursos Naturais, e 3) Diagnóstico e Remediação de Impactos ambientais.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



A ex-aluna do curso de Ciências Biológicas da FESP deu mais um passo importante em sua carreira profissional. Formada em 2011, Mayara Silva Oliveira concluiu em fevereiro deste ano, seu curso de Mestrado pela UFLA – Universidade Federal de Lavras – na área de Entomologia. A entomologia é a ciência que estuda os insetos em todos seus aspectos e possíveis relações com o homem, plantas e o meio ambiente. 

Mayara conta que sempre teve interesse pela área de pesquisa e que no final do seu curso de graduação na FESP em 2011 teve a oportunidade de estagiar na EPAMIG – Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais, onde aprendeu técnicas e conheceu diversas linhas de pesquisas com insetos. “Já tinha vontade de atuar com pesquisas. O contato com esta área através do estágio na EPAMIG me fez ter certeza de que esse era o caminho que devia seguir”, afirmou Mayara que no curso de mestrado seguiu a área de ecologia química, uma das ramificações da entomologia.

“Sempre recebi apoio de todos os meus professores da FESP para seguir com dedicação meus estudos. Em especial, destaco o apoio e incentivo das professoras Odila Rigoli, Nelci Stripari e Sônia Zampieron”, lembrou a ex-aluna da FESP que mantém contato com as ex-professoras da FESP e agora colegas de profissão. “Mantenho contato constante com elas e sempre as informo sobre meus progressos, pois suas opiniões são valiosas para meu futuro profissional”, afirmou.

A jovem pesquisadora afirmou que pretende continuar estudando e que está se preparando para concorrer em breve a uma vaga de doutorado em alguma Universidade Federal – de preferência no modelo sanduiche – onde poderá cursar parte do doutorado em alguma universidade estrangeira.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



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