O aluno do Curso de Engenharia Ambiental, Eridano Valim dos Santos Maia, retornou à FESP no dia 10 de fevereiro de 2014, após intercâmbio do Programa Ciência sem Fronteiras nos Estados Unidos. O estudante esteve participando do programa no exterior durante 1 ano e 6 meses desenvolvendo graduação, na Universidade americana, Bowling Green State University, na cidade de Bowling Green - Ohio. O período de estudo acadêmico foi de agosto - 2012 a fevereiro - 2014. 

Antes de retornar ao país, no dia 01 de fevereiro de 2013, Eridano participou de uma reunião com o embaixador brasileiro, Mauro Vieira, na cidade de Columbus, capital de Ohio, em Ohio State University, representando os alunos brasileiros do programa Ciência sem Fronteiras.  Durante a reunião argumentaram o quanto seria importante à participação do embaixador brasileiro em Bowling Green State University para que através de palestras e workshop pudesse despertar o interesse dos alunos americanos em conhecerem melhor a cultura brasileira, e assim aumentar o fluxo de jovens americanos vindo estudar nas universidades brasileiras. 

Estiveram presentes na embaixada Mauro Vieira, embaixador do Brasil na cidade de Columbus - Ohio, a Dra. Marcia Salazar-Valentine, Diretora executiva do Departamento de Alunos Internacionais em Bowling Green State University (Executive Director at Bowling Green State University's Continuing & Extended Education da Bowling Green State University), o aluno do Programa Ciência sem Fronteiras, Eridano Valim dos Santos Maia, a aluna de mestrado, Ana Clara Martins e Rafael Tosti, Segundo Secretário do Setor Cultural e Educacional.

A embaixada brasileira, Embassy of Brazil in Washington, DC, em Washington publicou em sua rede social (fanpage) o encontro - confira a publicação na íntegra: link (http://migre.me/hPtKs).

A coordenadora do Programa Ciências sem Fronteiras na FESP, Marisa da Silva Lemos pode avaliar o perfil do aluno que saiu da FESP a quase dois anos atrás e o aluno que voltou. “São duas pessoas. A pessoa que voltou está mais consciente de sua posição no mundo que vive. Seus estudos foram na área ambiental e ele traz na sua bagagem não só conhecimentos específicos, mas, também para sua formação geral no que se refere a comportamento e maneira de atuar diante de problemas e tomadas de decisão. O que ele adquiriu é realmente o que o mercado procura em um profissional de alto nível; conhecimento técnico aliado a competências de um líder. A FESP deseja ao Eridano muito sucesso na sua vida profissional e acredita que seu esforço de passar por esta experiência no exterior vai ser reconhecido na sua vida futura.”

A Fundação de Ensino Superior de Passos informa que já retornaram do exterior 4 alunos que participaram do Programa Ciência sem Fronteiras, 7 estão realizando o intercâmbio de graduação e em 2014 a instituição enviará  2 alunos no primeiro semestre (maio/2014) e outros 2 já estão aprovados e homologados para intercâmbio previsto para o segundo semestre em agosto de 2014.

Eridano afirma que “participar do programa ‘Ciência sem Fronteiras’ foi além da realização de um sonho, um grande aprendizado com resultados que fogem muito da expectativa de aprender uma segunda língua. Através do intercâmbio em uma universidade americana, eu pude vivenciar e conhecer um pouco da cultura de diversos países. Aprendi a lidar com as diferenças que encontramos no dia a dia e aumentei a minha percepção para com os diferentes problemas globais que enfrentamos hoje no mundo. Aprendi que um bom dia, com licença ou obrigado nunca são demais mesmo que tenham que ser ditas diversas vezes ao dia. Abrir a porta para quem está vindo atrás nunca foi tão comum, e a cada sorriso ou palavra de agradecimento as forças são renovadas para uma próxima porta que irá se abrir”.

“Tendo em vista que o programa “Ciência sem Fronteiras” visa o engrandecimento pessoal, acadêmico e profissional do aluno participante, posso garantir sem sombra de dúvidas que minha missão no programa foi cumprida. A participação em um programa de intercâmbio fez com que eu exercitasse algumas das qualidades mais buscadas em um profissional nos dias de hoje sendo uma boa comunicação, trabalho em equipe, resolução de problemas e liderança. Fui para os Estados Unidos com a expectativa de aprender uma segunda língua, porém após 16 meses vejo que a transformação foi muito maior. Uma experiência imensurável e inigualável, uma viagem sem fim, com lembranças e aprendizados que me faz hoje um homem, amigo, filho e profissional muito melhor do que antes”.

A Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP – CPEX é responsável pelo Programa Ciência sem Fronteiras na instituição e conta com a assessoria institucional do funcionário da CPEX o Jornalista, Étory Zaghi, para acompanhar os alunos neste processo.  

Os interessados em se candidatar nos editais do programa deverão entrar em contato com a CPEX para auxiliá-los no processo de candidatura. Local: Rua Doutor Carvalho, nº1147 – Bairro: Belo Horizonte / Passos - Telefones para contato: CPEX: (35) 3529 – 6033 \ (35) 9811 – 8085.

TEXTO ESCRITO POR: COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP – CPEX




A aluna do Curso de Engenharia Ambiental, Jéssica Karyane da Silva, retornou à FESP no dia 10 de janeiro de 2014 após intercâmbio do Programa Ciência sem Fronteiras no Canadá. A estudante esteve no país durante 1 ano e 6 meses desenvolvendo graduação, na Universidade canadense, University of the Fraser Valley, na cidade de Abbotsford, e posteriormente na University of British Columbia. O período de estudo acadêmico foi de agosto - 2012 a janeiro - 2013. 

Marisa da Silva Lemos, Coordenadora do Programa Ciência sem Fronteiras afirma que o relato da experiência vivida pela aluna Jéssica no Canadá nos sensibiliza e estimula a instigar o maior número de alunos da FESP para participar deste intercâmbio. “Percebe-se que a estudante volta uma pessoa diferente, com um novo olhar do mundo através de novos conhecimentos e assume o compromisso de transmiti-los  aos seus colegas curso na FESP”.

Jéssica inicialmente agradece a FESP pela oportunidade única que teve em sua vida. Segundo a estudante é certo que os conhecimentos adquiridos na área de Engenharia Ambiental no exterior farão dela uma profissional diferenciada no mercado de trabalho. 

A Fundação de Ensino Superior de Passos já realizou através do Programa Ciência sem Fronteiras 11 intercâmbios de estudantes de graduação. Este ano (2014) a instituição apresenta 2 alunos aprovados para o intercâmbio previsto em maio de 2014 e outros 09 que já estão homologados para intercâmbio previsto em agosto de 2014.

A Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP – CPEX é responsável pelo Programa Ciência sem Fronteiras na instituição e conta com a assessoria do funcionário da CPEX, Étory Zaghi, para acompanhar os alunos neste processo.  

Os alunos interessados em se candidatar nos editais abertos entrar em contato com a CPEX para auxiliá-los no processo de candidatura. Local: Rua Doutor Carvalho, nº1147 – Bairro: Belo Horizonte / Passos - Telefones para contato: CPEX: (35) 3529 – 6033 \ (35) 9811 – 8085.

A aluna relata também que viver a experiência de um intercâmbio é algo inexplicável. Relata que é muito difícil descrever em palavras tudo o que viveu.

Segue abaixo na íntegra o depoimento de Jéssica: 

“Cruzei fronteiras que eu nunca imaginei cruzar, físicas, geográficas e culturais. A maioria delas foi muito além de minha imaginação. Aprendi coisas que nenhum livro poderia me ensinar porque elas simplesmente não podem ser descritas em um pedaço de papel. A cada segundo todas as minhas expectativas eram superadas. Durante esse período percebi  que não sou nem melhor, nem pior que ninguém e que essa sensação de igualdade me faz um ser humano mais humano. Reaprendi o significado de educação e respeito pelo próximo, pelas crenças, pela vida. 

Também aprendi que eles podem ter significados muito mais profundos dependendo da terra que se pisa, do lugar que se visita. Que o simples gesto de abrir a porta para o outro, por exemplo, faz uma diferença enorme no dia a dia. Aprendi que dizer: Have a nice day (tenha um bom dia) para todos, mesmo aqueles que não conheço, realmente faz com que o dia fique melhor, o meu e o dos outros! Conheci lugares, pessoas, culturas. Cresci. 

Descobri que o mundo é bem maior do que eu pensava e que vai muito além da imaginação de quem nunca arriscou ir além, e quando eu digo além, eu me refiro a romper as barreiras internas que cada um de nós possui. Aprendi muito, e ainda tenho muito a aprender. Percebi que não há verdade absoluta e que o mesmo assunto pode ser encarado de milhões de formas diferentes, dependendo de quem o descreve. Acumulei muitas riquezas imateriais, uma delas chamada de amigos. 

Fui para fazer ‘Ciência sem Fronteiras’ e fiz. No entanto, como consequência, acabei fazendo ‘Amigos sem Fronteiras’.  Hoje tenho amigos de todo o mundo: Canadá,  Estados Unidos, Coréia, Japão, Índia, Jordão, China, Austrália, Portugal, Londres, Equador, Peru, Índia, França e é claro, do Brasil.

Só tenho a agradecer por todos os momentos. Foram inesquecíveis e ficarão para sempre guardados em minha memória. Momentos que não se medem com palavras ou gestos, porque são imensuráveis: não tem forma, peso ou medida.  Só tenho a agradecer,  à FESP pela oportunidade única que tive em minha vida. A universidade, através de seu apoio prestado do começo ao fim dessa trajetória, me permitiu trazer essa imensa bagagem nas costas, que tem sabor de conhecimento. Tenho orgulho de ser abraçada de volta por essa equipe maravilhosa! 

A partir de agora, farei o meu melhor para compartilhar todos os meus aprendizados e contribuir para o desenvolvimento cientifico, social e tecnológico de nosso País”.

TEXTO ESCRITO POR: COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP - CPEX



Começou nesta terça-feira (22), o III Congresso de Ecologia do Sudoeste Mineiro, evento bianual do curso de Ciências Biológicas e que integra o III FESP Inova. Durante o primeiro dia de atividades, o biólogo Sérgio Rangel, que há 17 anos trabalha na televisão, falou sobre as diversas possibilidades do trabalho do biólogo e sobre seus projetos em defesa dos animais e da biodiversidade.

Conhecido por fazer parte do programa da apresentadora Eliana, no SBT, o biólogo é um dos maiores conhecedores de animais e já viajou o mundo em expedições para conhecer e divulgar diversas espécies. Sérgio Rangel foi recebido por um público numeroso e entusiasmado que o ouviu atentamente expor sua paixão pela sua profissão. Na sua fala o biólogo atribui sua jornada de sucesso ao esforço em adquirir conhecimento e ao amor e determinação. “Quando eu ainda estudava, muitos profissionais mais experientes acreditaram em mim e me deram uma força, um apoio, e hoje a minha contribuição é viajar pelo Brasil inteiro descobrindo novos talentos e disseminando o valor do biólogo e suas potencialidades. Tenho visto muita gente desmotivada e eu tento mostrar pra eles que o que importa é a satisfação pessoal, o prazer em trabalhar com o que gosta. Tudo que consegui até hoje é porque eu sempre tive paixão e verdade pelo que faço e isso foi o que eu vim passar pra essa galera que vai me substituir no futuro”, defendeu Rangel.

Além dos trabalhos na TV, Sérgio tem projetos em defesa de animais e realiza palestras de Educação Ambiental. Em sua exposição o também professor apresentou a importância da conscientização sobre o convívio possível e saudável com animais. “Tenho 60 animais em casa, todos pets legalizados. Quando saio para trabalhar educação ambiental eu levo alguns deles para demonstrar que é possível a convivência harmônica com animais e para aproximar as pessoas do trabalho do biólogo”, declarou.

Sérgio trouxe para o Congresso uma Iguana, um lagarto Teiú, do gênero Tupinambis, e uma cobra, esta que ele escolheu para acompanhá-lo nas poses para as lentes dos presentes. Após o clique com o biólogo, o estudante Carlo Tavares Silveira, do 8º período de Ciências Biológicas deu sua opinião acerca do que ouviu na palestra. “Achei muito interessante porque ele um cara com experiência em vários segmentos e mostrou um pouco do que o biólogo pode fazer. Eu já me decidi por seguir a minha carreira no controle biológico, mas alguns colegas ainda estão em dúvida, por isso com certeza essa palestra foi importante, pra dar um direcionamento e abrir as possibilidades”.

Para o professor doutor Juliano Fiorelini Nunes, do curso de Ciências Biológicas da FESP, a presença de um biólogo da competência e visibilidade que o Sergio Rangel tem é uma forma de motivar os alunos. “Este momento é importante porque quem tem espaço na mídia tem uma exposição muito grande e pode levar informação para um público muito amplo e pra nossa área isso é raro. Então quando existe essa possibilidade de trazer pessoas que tem essa abertura e influencia para motivar os alunos da nossa Instituição é maravilhoso. Estou muito feliz e satisfeito”, completou.

A coordenadora do Congresso, Odila Rigolin de Sá, reafirmou o sucesso da vinda de Rangel e o destacou o ainda está no cronograma do evento. “Tinha uma expectativa muito grande por esta palestra do Sérgio. Os alunos me pressionaram e conseguimos trazê-lo no último momento e foi excelente. Ele é um grande conhecedor dos animais e foi uma riqueza tê-lo aqui. Os alunos ganharam um gás enorme! E temos uma programação extensa com palestras e mini cursos no Congresso que acontece até quinta-feira. Vamos continuar com discussões ambientais, com as partes de botânica e ecologia, e também a traremos temas de genética com pesquisadores da UFSCar, USP, UNESP, UFV e UNICAMP”, declarou a professora que é a coordenadora do curso de Ciências biológicas da FESP.

Na noite de abertura também palestrou o professor Carlos Augusto Martins Filho, professor da UFSCar. A temática abordada foi a perícia ambiental, área de sua atuação que segundo ele é um campo de trabalho extremamente positivo para os profissionais de biologia. O professor justificou a sua presença no Congresso e ainda ressaltou a importância de eventos como o FESP Inova. “É nesse momento que há a possibilidade de manter contato com outras instituições que produzem conhecimento. Essa troca de experiência, essa pluralidade de informações é muito rica e todos nós ganhamos com isto”, finalizou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


Alunos do curso de Sistemas de Informação e estudantes da Engenharia Ambiental da FESP foram até a Universidade de São Paulo (USP), na capital paulista, em visita técnica. A comitiva foi coordenada pelo professor Alessandro de Castro Borges, que idealizou a visita, e contou também com o acompanhamento das professoras Vânia Borges, de Sistemas de Informação, e Tereza Pereira, da Engenharia Civil, além do diretor do Núcleo Acadêmico de Tecnologia e Engenharia, professor Manoel Ferreira.

O grupo percorreu o Centro de Reuso e Descarte de Resíduos de Informática (CEDIR) da Universidade, onde foi recebido pela responsável técnica, Neuci Bicov Frade. Dando continuidade à visita, os alunos e professores também conheceram a estrutura e a operacionalização do excelente Centro de Computação Eletrônica (CCE) da USP, sendo recepcionados pelo seu diretor, prof. Dr. Mauro César Bernardes.

Segundo o coordenador do curso de Sistemas de Informação da FESP, Alessandro de Castro Borges, no CEDIR foi interessante que os alunos viram o depósito dos materiais recebidos com grande quantidade e variedade de resíduos eletrônicos - o projeto recebe 12 toneladas mensais de materiais dessa natureza - e o local de separação de componentes e remontagem de máquinas para reuso. Já no CCE, o que chamou mais a atenção foi o Data Center da USP, o centro de redes de comunicação com equipamentos da USP e de parceiros, como a RNP (Rede Nacional de Pesquisa), setor de manutenção eletrônica com equipamentos especiais para as operações e a estrutura de redundância para garantia do fornecimento de energia a todo o sistema.

Ainda segundo o professor, a visita técnica é muito colaborativa na formação dos alunos. “As vantagens são enormes e inúmeras, pois nosso estudantes podem conhecer nessas visitas o que de mais avançado há na sua área de atuação profissional, ou em áreas de pesquisa que possam lhe abrir novos horizontes de atuação científica ou de extensão. Por meio destas atividades eles conhecem o estado da arte em equipamentos e serviços, aumentam seu campo de visão sobre possibilidades de trabalho após a formatura. Além disso, podem dar ao aluno, principalmente àqueles em períodos mais iniciais, uma nova perspectiva sobre o curso, ou sobre um caminho a trilhar, inclusive ajudando-o a escolher uma área em que queira aprofundar mais a sua formação”, justifica Alessandro.

Outras visitas como esta serão agendadas para os próximos períodos e cursos. 

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG


No dia 05 de setembro de 2013 em São Paulo, no Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT) do Estado de São Paulo, a ex-aluna do Curso de Engenharia Ambiental, Amanda Franciele de Almeida, recebeu o prêmio da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental, ABGE. 

A categoria do prêmio recebido foi o ABGE Júnior, esta premiação é referente a um concurso de trabalhos de conclusão de curso (TCC) realizados na área de geologia de engenharia e ambiental, em todo o país. Foram três os trabalhos premiados e, dentre estes, Amanda recebeu a titulação de “Menção Honrosa”. O trabalho premiado é intitulado “Levantamento de processos erosivos e de massa na Bacia Hidrográfica do Médio Grande” onde teve a orientação do Prof. Eduardo Goulart Collares, Doutor em Geotecnia e Diretor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da FESP. 

Amanda confirma estar muito feliz por receber este prêmio. Demonstra que desenvolvemos um ótimo trabalho durante o período de iniciação científica junto ao Projeto Grande Minas. Tenho um enorme carinho pelo meu trabalho e sempre tento fazer o melhor que posso. Foi uma honra receber esse prêmio de uma associação tão presente e importante na área de geologia de engenharia e ambiental no Brasil.

O prêmio ABGE Júnior é destinado a recém-graduados que demonstrem potencial de desenvolvimento na carreira profissional em temas da Geologia de Engenharia e Ambiental é concedido uma vez a cada cinco anos, sempre em aniversários quinquenais da Associação Brasileira de Geologia de Engenharia e Ambiental.

Segundo Eduardo Goulart Collares, Amanda sempre foi uma excelente aluna e por mais de dois anos atuou como bolsista de iniciação científica sob minha orientação. Esta experiência permitiu que fosse aceita no programa de pós-graduação da USP – São Carlos, onde realiza hoje o seu mestrado. Este prêmio merece ser compartilhado por outros alunos e pesquisadores que formam a equipe do Projeto Grande Minas que constitui um grupo muito coeso e que trabalha com muita competência no projeto multidisciplinar do Zoneamento Ambiental do Médio Rio Grande.

FONTE: COORDENAÇÃO DE PESQUISA E EXTENSÃO DA FESP


Notícias por ANO e MÊS

Calendário de Noticias e Eventos

<<  janeiro 2021  >>
seteququsedo
28293031123
45678910
11121314151617
18192021222324
25262728293031
1234567