Flávio Joele, gerente de mídia da F3 Agência, localizada em São Paulo (SP), participou da realização e veiculação da primeira campanha com celebridade da marca Talharim, empresa Nissin-Ajinomoto. Ex-aluno do curso de Publicidade e Propaganda da FESP, Flávio desenvolveu o planejamento de mídia da “Talharim é diferente”, que mostra uma história envolvente e bem-humorada com Grazi Massafera.

No filme pra TV, que teve estreia no último domingo, durante o intervalo do Fantástico, Grazi vai às compras e, de repente, pessoas que já tiveram uma experiência positiva com Talharim dão dicas a ela, valorizando o produto e explicando por que Talharim é realmente diferente. 

“A Grazi provou e adorou! Com essa mensagem e o maior investimento do ano, a marca pretende alavancar ainda mais suas vendas. Esta foi minha primeira experiência envolvendo o trabalho com uma celebridade, por isso tanta repercussão. Aliás, a contratação de uma garota propaganda forte teve essa intenção: dar um maior apelo para a campanha, atingindo mais precisamente o nosso público-alvo”, disse o mídia da F3, justificando o formato de uma das maiores campanhas publicitárias da história da marca Talharim.

Além do vídeo, que está sendo veiculado em rede nacional de televisão, ações nos pontos de venda, publicação na Revista Caras, e presença significativa na internet, usando Redes Sociais, em especial o YouTube, também integram a campanha.

“Trabalhamos acerca da estratégia de comunicação com os mais adequados e eficientes meios e veículos. Como profissional de mídia, tendo um bom networking e poder de negociação, conseguimos melhores colocações para os anúncios e, principalmente, a otimização da verba do cliente, buscando um maior alcance da campanha para atingir o objetivo, que é bater a meta de vendas. Ter o meu trabalho como destaque em veículos de comunicação do mercado é importante - em um meio disputado como o da publicidade - porque valoriza nosso ‘passe’, nos dá mais credibilidade e força para a conquista de novos clientes, além, é claro, de enriquecer nosso portfólio”, defende.

Flávio diz ter paixão pela profissão e que, por questões de mercado, sempre teve o plano de desenvolver sua carreira na capital paulista. 

“As dificuldades de encontrar mercado no interior acabam desanimando muitos estudantes e por isso eu acredito que conseguindo um sucesso profissional como ex-aluno da FESP, posso mostrar que o curso é capaz de preparar profissionais competentes para o mercado. Além disso, também acredito que isso pode tirar o medo que vejo em ex-colegas de concorrer com alunos de faculdades conceituadas como ESPM, onde, inclusive, também trabalhei como assistente de marketing. O importante é aproveitar não só dentro de sala de aula, mas o que a faculdade proporciona fora de sala de aula”.

O mídia atribui seu progresso profissional às oportunidades que teve como aluno da FESP, à qualificação dos professores que teve, e sua dedicação no aprendizado.  “A FESP, com os eventos e ações na comunidade, apesar de não ter contado com estágio formal na época, proporcionava a chance de ter uma experiência, fazendo algo na prática, o que busquei pelo meu envolvimento com os professores. Hoje vejo que muitas das atividades que busquei, intrometendo até no departamento de comunicação da Fundação, tornaram-se atividades abertas aos alunos, que agora têm chances reais de terem experiências práticas durante o curso. As aulas me deram fundamentos de base para me desenvolver, mas, sem dúvida, esse envolvimento extraclasse, com os professores e o incentivo que tive deles, foi o mais importante para o meu desenvolvimento profissional”, avaliou.

Heliza Faria, designer e professora da FESP, contou que o sucesso do publicitário é resultado de muito esforço. “O Flávio foi um aluno que sempre esteve disponível e se empenhou em aprender aquilo que ia além da grade curricular, já buscando a atuação no mercado antes do final da graduação. Esse interesse é o que faz a diferença quando uma agência procura um profissional. Quando soube da campanha da Talharim eu fiquei muito satisfeita! Todos os materiais ficaram muito bacanas e o Flavio é um exemplo a ser seguido pelos nossos estudantes”.

O vídeo da campanha “Talharim é diferente” pode ser conferido AQUI.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



A egressa da 3ª Turma da Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia da FESP, Dra. Ana Lúcia de Assis Simões, natural de Ituverava/SP, foi eleita no último dia 21 de maio, reitora da UFTM - Universidade Federal do Triângulo Mineiro. A notícia chegou até a FESP após publicação de matéria sobre a eleição da professora pelo jornal impresso Tribuna de Ituverava.

“Ficamos muito honrados em saber que uma egressa da FESP alcançou um cargo tão importante. A ascensão na carreira da Dra. Ana Lúcia vem ao encontro do que  sempre pregamos a cada colação de grau aqui na FESP: A formação superior não é o fim dos estudos e sim mais um passo importante na eterna estrada do saber”, comentou o presidente da FESP, Professor Fabio Pimenta Esper Kallas.

Eleita com a maioria dos votos de alunos, professores e funcionários, a Dra. Ana Lúcia é a segunda enfermeira no Brasil a alcançar o cargo de reitora de uma Universidade Pública Federal.  

“A conquista da Dra. Ana Lúcia é mais uma prova da qualidade do curso de Enfermagem da FESP que ofereceu a ela e todos que por aqui passaram ao longo destes anos, o conhecimento necessário para dar continuidade em suas carreiras e alcançar voos mais altos, como no caso da doutora Ana Lúcia”, destacou a diretora do  núcleo acadêmico de Ciências Biomédicas e da Saúde da FESP, profa. Tânia Maria Delfraro Carmo.  

Formada pela Faculdade de Enfermagem da FESP em 1986, a Dra. Ana Lúcia faz parte da terceira turma de egressos da FEOPA – Faculdade de Enfermagem e Obstetrícia de Passos. Cursou mestrado e doutorado pela USP – Universidade de São Paulo -, e tem os cursos de especialização em Enfermagem Médico-Cirúrgica e Capacitação Pedagógica na área da saúde. Atualmente é vice-coordenadora do programa de pós-graduação Strictu Sensu (mestrado e doutorado) da UFTM, coordenou o Departamento de Enfermagem na Assistência Hospitalar e o curso de graduação em Enfermagem da UFTM. Foi vice-presidente da Fundação de Ensino e Pesquisa de Uberaba, realizou o curso para dirigentes universitários pela UFSC de Santa Catarina, é líder do Grupo de Estudos e Pesquisas sobre Gerenciamento na Enfermagem e na Saúde e professora do curso de Enfermagem da UFTM. 

“O curso de Enfermagem, apesar de novo naquela época, contava com corpo docente competente e comprometido, e uma boa estrutura física, o que possibilitou a base sólida para o exercício da profissão. Após a conclusão do curso iniciei minha trajetória profissional e, desde 1990, estou vinculada à Universidade Federal do Triângulo Mineiro - UFTM, em Uberaba-MG, onde tenho vivenciado todas as dimensões da Enfermagem: a assistência, a gerência, o ensino e a pesquisa. Coordenei o curso de graduação em Enfermagem da UFTM por cinco anos”, explicou a Dra. Ana Lúcia

Há 23 anos trabalhando na Universidade Federal do Triângulo Mineiro, a Dra. Ana Lúcia dedicou 13 anos de sua carreira a atividades administrativas chegando ao cargo de vice-reitora da instituição e agora entra para a história da instituição que tem 60 anos de funcionamento como a primeira mulher a ocupar o cargo de reitora da Universidade.

Seu mandato à frente da reitoria da UFTM vai até 2018. “No cotidiano universitário, os desafios estão relacionados mais especificamente à gestão dos processos educacionais, à gestão de pessoas, à gestão financeiro-orçamentária, de patrimônio, aos aspectos da estrutura organizacional, ao alcance da sustentabilidade ambiental e à interlocução com a sociedade. Mas, em todo este contexto, em minha opinião, o maior desafio ainda é a formação de profissionais cidadãos éticos, críticos, humanizados, bem preparados técnico-cientificamente e responsáveis socialmente pela melhoria da qualidade de vida das pessoas”, destacou a Dra. Ana Lúcia. 

(Com informações do Jornal Tribuna de Ituverava)

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Rita de Cassia Oliveira, graduada em ciências Biológicas pela FESP em 2012, começou, no ano passado, a sua pesquisa de Mestrado na Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). 

A bióloga estuda biomarcadores relacionados à angiogênese no carcinoma renal de células claras (câncer de rim). Utilizando amostras de biopsias de tumores renais, a pesquisadora analisa material genético, verificando a expressão de 7 genes e 12 micro RNAs (que são uma classe de RNAs não codificantes de função regulatória, que podem desencadear uma repressão ou superexpressão do gene). Após essa primeira fase, Rita vai correlacionar a expressão destes com o grau do carcinoma. 

“Meu trabalho é relevante pelo fato de que se conseguirmos fazer essa correlação poderemos estabelecer métodos menos invasivos para avaliar a progressão dessa doença, visto que os métodos atuais são invasivos. Se descobrirmos um marcador molecular eficiente para detectar o grau do tumor, e se ele vai invadir outros órgãos, isso poderia poupar o paciente de passar por uma biopsia na fase de investigação da doença, pois esses marcadores podem ser encontrados no sangue ou na urina”, explica.

A dissertação de mestrado deve ser defendida até o fim de 2015 e provavelmente a pesquisa será continuada na tese de doutorado da bióloga. “Meu projeto é apenas para identificar a expressão dos genes e dos micro RNAs nos tecidos tumorais a fim de correlacionar agressividade da doença. A conclusão da pesquisa estará em uma fase bem mais avançada da que eu gostaria de estudar no doutorado. Chamamos de prognóstico a capacidade de avaliar antecipadamente a progressão da doença, o impacto do meu trabalho será diretamente nesse ponto, já que nosso objetivo é poder prever a agressividade de acordo com a superexpressão ou subexpressão de determinados genes”.

A egressa esteve envolvida com pesquisa científica desde seu primeiro ano de graduação na FESP. “Sempre gostei muito e sempre soube que meu lugar era na bancada. Os meus professores da FESP me incentivaram e ajudaram muito. Eu incentivaria todos os alunos que tenham vontade de seguir essa linha de trabalho, já que é uma carreira promissora. As descobertas feitas podem ajudar muitos pacientes no futuro”, finalizou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Thor Andreas Silva Di Sessa, ao seu lado o orientador Carlos Pelleschi Taborda, e como membros da Banca: a Prof. Dra. Carla Pagliari, a esquerda, e a Prof. Dra. Elaine Rodrigues, a direita.

Defendendo a tese nomeada “Terapia gênica na paracoccidioidomicose experimental utilizando vetores de expressão de HSP60 e mIL-12”, o egresso da FESP, Thor Andreas Silva Di Sessa conseguiu o título de Doutor pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo no final do ano passado. 

“A FESP contribuiu muito para a minha formação acadêmica. Através dela eu tive contato com a pesquisa e peguei gosto pela coisa. Fui estagiário da professora Dra. Odila Rigolin de Sá durante muito tempo e isso me fez enveredar pelo lado da Microbiologia geral e Médica”, justificou Thor.

Sua tese tem como foco a paracoccidioidomicose (PCM), que é uma doença sistêmica de caráter granulomatoso, causada pelo fungo termodimórfico Paracoccidioides spp. “A PCM é endêmica na America Latina e aproximadamente 80% do pacientes vivem no território brasileiro. O tratamento medicamentoso é eficiente, entretanto, é longo e vários pacientes acabam abandonando e recidivas são comuns neste grupo. A utilização de uma vacina terapêutica poderia resultar na redução do tempo de tratamento assim como, recuperar a resposta imune do hospedeiro frente ao fungo. As vacinas de DNA são uma abordagem promissora na imunoterapia e podem ser injetadas por via intramuscular, intradérmica ou via mucosa. As proteínas de choque térmico (HSPs) são proteínas que estão ligadas a homeostase celular e também possuem efeitos imunológicos em diversos casos como doenças infecciosas e autoimunes”, explica.

Ainda segundo o pesquisador, o intuito do trabalho foi testar qual combinação de vetores é mais efetiva na redução da carga de fungos nos pulmões, levando assim a uma diminuição no tempo e do custo de tratamento. “Nossos resultados sugerem que a imunização utilizando plasmídeo contendo o inserto HSP60, tem grande potencial vacinal”, completa.

Depois da graduação em Ciências Biológicas, finalizada em 2007, Thor concluiu em 3 anos o desenvolvimento do mestrado e agora, com mais uma titulação, o biólogo volta às suas atividades nos aos laboratórios de Hidrobiologia e Microbiologia da FESP, onde vai participar de alguns projetos na área de qualidade de água, queijo e estudos sobre micotoxinas (toxinas produzidas por fungos que causam uma gama de problemas de saúde em humanos).

Na foto: Thor Andreas Silva Di Sessa, ao seu lado o orientador Carlos Pelleschi Taborda, e como membros da Banca: a Prof. Dra. Carla Pagliari, a esquerda, e a Prof. Dra. Elaine Rodrigues, a direita.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Na última sexta-feira (07), os alunos do 1º período de Ciências Biológicas da FESP foram surpreendidos por um professor jovem que entrou na sala, mudou a grade curricular e apresentou a eles uma Ecologia temerosa. A atividade foi proposta pela coordenadora Odila Rigolin de Sá e, há dois anos, a aula trote recepciona os calouros, proporcionando um momento divertido de interação entre novatos e veteranos.

“O objetivo é deixar uma boa impressão e sempre tentar demonstrar o que a biologia significa para cada um de nós. E, claro, sempre é bom fazer uma brincadeira com os calouros. O planejamento, no primeiro instante, é dar um susto neles e tentar deixar as coisas mais difíceis do que são. No fim tudo acaba na brincadeira”, explicou o professor impostor, Douglas de Pádua Andrade, que na verdade é egresso de Ciências Biológicas.

A surpresa foi grande. Douglas chegou cobrando atividades e já indicando bibliografia em língua inglesa. “Inventamos uma aula de Ecologia - que nem existe na grade deles neste semestre - com assuntos mais complexos, que um aluno do primeiro período não teria conhecimento suficiente para entender. Coloquei livros Ecologia e Estatística em inglês, como se eles fossem obrigados a ler e entender para passar na disciplina. Depois pedi que eles escrevessem em uma folha, como um teste, o que eles entendiam sobre Ecologia. A maioria ficou um tanto quanto preocupada e amedrontada”.

Ainda segundo Douglas, a princípio ninguém desconfiou do trote e ele mesmo revelou a brincadeira, terminando a aula com um bate-papo descontraído. “Tentei expressar o que é ser um biólogo e o que esperar desta nova caminhada. Contei histórias, experiências que tive nestes últimos cinco anos. Foi produtivo! Achei muito legal e engraçado fazer isso com eles, pois já fui calouro e sei como um professor pode intimidar”.

Acerca das experiências, Douglas trouxe a novidade da sua aprovação para o mestrado no Programa de Ecologia e Tecnologia Ambiental da Universidade Federal de Alfenas (UNIFAL). O recém-graduado ressaltou que seu interesse pela carreira acadêmica foi despertado e incentivado dentro da FESP. “Quando entrei no curso de Ciências Biológicas em 2009, após ter feito um curso técnico em Meio Ambiente, eu soube o que queria da minha vida, que era me tornar um pesquisador na área de Ecologia de Ecossistemas Aquáticos. Graças à professora Odila, que sempre me deu muito apoio e oportunidades, comecei a trabalhar no laboratório de Hidrobiologia ainda no primeiro período, onde fiquei 4 anos seguintes. Isso me fez ter bastante experiência profissional, além da base de conhecimento teórico para que eu pudesse seguir meu objetivo. Durante todo este tempo, orientado pela Odila, tive uma boa produção acadêmica, o que colaborou muito para eu conseguir ter essa aprovação no mestrado”, justifica.

Douglas desenvolveu 4 projetos de iniciação científica, publicou 5 artigos científicos em periódicos do segmento, 2 capítulos de livro e 35 trabalhos em anais de congressos. Reforçando suas conquistas, os alunos puderam entender que a FESP oferece suporte para o desenvolvimento de uma carreira acadêmica de sucesso. “Pelo apoio da professora Odila, do professor Norival França, e de todos que trabalharam comigo, além de todo apoio logístico da FESP, consegui ter uma boa formação e ingressar em um mestrado”.

Na sua pesquisa, Douglas vai avaliar a influencia antrópica na diversidade e estrutura da comunidade de macroinvertebrados bentônicos em rios da bacia hidrográfica do médio Rio Grande. “Sobre os meus planos, continuam os mesmos: tornar um pesquisador. Quero acabar o mestrado e tentar ingressar no doutorado”, finaliza.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



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