Foi divulgada a lista dos aprovados para o primeiro Mestrado Profissional da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP). O processo seletivo, o qual envolveu a análise do pré-projeto, análise de currículo e entrevista, selecionou os 15 candidatos que começam o curso nesta sexta-feira (04).

O diretor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão da FESP disse que o Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente, que já recebeu a recomendação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES), é uma oportunidade de estender o alcance da pesquisa científica no meio acadêmico. “Nas entrevistas conhecemos melhor os candidatos e pudemos ver que formam um grupo promissor, pois muitos deles são experientes em suas áreas de atuação. Acreditamos que juntos poderemos desenvolver ótimos trabalhos e contribuir para o avanço científico e para o desenvolvimento regional”, defendeu o professor Eduardo Goulart Collares.

O curso será iniciado nesta sexta-feira (04) com a realização de um Workshop, onde os professores pesquisadores do mestrado vão apresentar os seus projetos e as propostas futuras de trabalhos para os alunos aprovados. “Será um momento de interação e diálogo entre professores e os novos alunos”, justificou a coordenadora da nova modalidade disponibilizada na FESP, professora Dra. Rita de Cássia Ribeiro Carvalho.

O Mestrado tem duração estimada de 2 anos, sendo o primeiro ano dedicado às disciplinas e o segundo ao desenvolvimento da pesquisa.

Os aprovados devem fazer matrícula nos dias 03 e 04 de abril e, no caso da existência de vagas remanescentes será realizada uma 2ª chamada.

O Mestrado Profissional 

No final de 2013, a FESP recebeu a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoa de Nível Superior (CAPES) e teve como aprovada a proposta do Mestrado em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente. Na avaliação, os representantes da CAPES destacaram o comprometimento e a infraestrutura da FESP; a dimensão e regime de trabalho dos docentes com doutorado e experiência em orientação; e a alta produtividade em relação à pesquisa e extensão.

De acordo com a ementa, o curso com titulação em Desenvolvimento Regional e Meio Ambiente tem o propósito de formar mestres com consciência crítica e capazes de compreender a relação entre ciência, sociedade, natureza e desenvolvimento econômico. Sendo estes profissionais capazes de elaborar, acompanhar e avaliar planos de gestão pública e privada com propósitos de desenvolvimento sustentável e de preservação ambiental, bem como realizar diagnósticos e prognósticos das inter-relações entre as atividades antrópicas e os meios físico e biótico. Deverão ser capazes, também, de desenvolver e aplicar técnicas agro-sustentáveis que contribuam para melhorias na produção agropecuária regional.

Como ainda detalhou o diretor Eduardo Collares, o Mestrado Profissional é exatamente igual ao Mestrado Acadêmico em relação à titulação. “A diferença é que o primeiro é mais direcionado aos profissionais que estão atuando no mercado. Este Mestrado tem por objetivo formar pessoas para trabalharem dentro das novas políticas públicas que estão em vigor no país, como o Estatuto da Cidade, a Política Nacional de Recursos Hídricos e, mais recentemente a Política Nacional de Saneamento de Resíduos e de Sólidos, por exemplo. Outro foco está voltado ao setor privado e envolve novas tecnologias para serem aplicadas no planejamento urbano e no desenvolvimento rural sustentável”, reforça.

Consulte a lista de aprovados AQUI.



Através do Núcleo de Inovação Tecnológica NIT/FESP, foi depositado mais um pedido de Patente de um produto desenvolvido dentro da Fundação. O requerimento foi feito ao Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), órgão federal vinculado ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), responsável pelo aperfeiçoamento, disseminação e gestão do sistema brasileiro de concessão e garantia de direitos de propriedade intelectual. O processo se dá pelo envio de documentação específica sobre o produto, ou processo a ser registrado, seguido de análise de originalidade e definição de titularidade.

A criação disposta para registro é de Renata Ramiro, formanda do curso de Moda e Design. A estilista idealizou e produziu acessórios de materiais reutilizáveis. Segundo ela o produto é fruto de um trabalho de uma disciplina da professora Ana Beatriz Rodrigues Alves, coordenadora do curso. “Eu sempre busquei fazer coisas, criar coisas que não custassem muito porque cada semana tinha que fazer algo diferente. Daí eu acabei desenvolvendo alguns acessórios sustentáveis feitos de papel, revista e jornal. O resultado ficou bom e eu decidi vim falar com o professor Fábio Kallas e quando eu cheguei aqui ele me atendeu, foi atencioso e disse que tinha gostado da minha ideia, indicando que eu procurasse o Núcleo de Inovação Tecnológica NIT/FESP para fazer o pedido da Patente. Foi o que fiz e agora já tenho o protocolo de acompanhamento”, contou Renata.

Relata a coordenadora do NIT/FESP, Marisa Lemos, que registro do processo de fabricação de seus acessórios trará tranquilidade no que se refere à competitividade no mercado. “A partir do momento que ela obtiver o registro da patente, nenhum outro profissional poderá utilizar o método criado por ela, que além de ser de uma criatividade incrível, tem uma proposta de sustentabilidade, pois a mesma utiliza material reciclável em seus produtos”, justificou a professora.

O processo de análise do pedido leva tempo, mas há grandes chances de ser aprovado, já que em pesquisa anterior, foi comprovada a originalidade do produto, que no caso, são peças de moda únicas. Após a análise de documentação, o passo é um processo administrativo de exame formal preliminar e, posteriormente a publicação na Revista de Propriedade Intelectual do INPI para registro da patente.

Enquanto aguarda o correr dos procedimentos, Renata já planeja a comercialização de seus acessórios. A venda será exclusiva pela internet e ela já pensa em parcerias para a confecção. “Acho que esse apoio da FESP foi um incentivo. Vi que minha ideia é realmente boa e fiquei bem animada. Ainda estou decidindo valores, mas algumas peças vão custar R$19,00, por exemplo. Já tenho uma encomenda de 600 peças e por isso estou considerando um convênio para trazer presidiárias para me ajudarem neste trabalho, ou mesmo algumas funcionárias da FESP. Acredito que tem tudo para dar certo porque eu uso material do pós-consumo, material que as pessoas não se interessam mais. Dá pra fazer algo diferente, versátil, leve, durável e de baixo custo”, destaca.

Os assessórios de Renata podem ser encontrados no site oficial da estilista e design (WWW.riye.com.br) e o contato para mais informações sobre pedidos de Patente pode ser feito através do telefone 3529-8080, na Coordenadoria de Pesquisa e Extensão (CPEX) da FESP junto ao NIT/FESP.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



A primeira reunião com os Bolsistas de Iniciação Científica da FESP ocorreu no dia 16 de abril, no auditório do Bloco Principal. Os trâmites avaliativos dos projetos submetidos nos programas, a seleção de bolsistas e processos organizacionais para se desenvolver as atividades de pesquisa e extensão foram apresentados na reunião. O objetivo deste encontro foi também esclarecer aos estudantes participantes e orientadores de projetos quais são suas obrigações e responsabilidades para com os programas de bolsas. Os órgãos financiadores dos programas de iniciação cientifica na instituição são: CNPq, FAPEMIG, UEMG e FESP. A apresentação destes programas foi realizada pela Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP – CPEX. 

A FESP disponibilizou 96 bolsas através destes programas. Este ano a instituição alcançou o recorde de 164 inscritos. Primeiramente o Diretor do Núcleo Acadêmico de Pós – Graduação, Pesquisa e Extensão, Eduardo Goulart Collares, fez uma apresentação institucional dos programas e explicou quais são os objetivos e responsabilidades dos participantes com os órgãos financiadores e com a FESP. De acordo com Eduardo Goulart Collares “esta é uma oportunidade impar na vida acadêmica de cada um dos bolsistas; a participação em um projeto de iniciação científica ou extensão significa um divisor de águas e, certamente, a partir de hoje passarão a encarar a universidade de outra forma. É a vida estudantil além da sala de aula!”

A FESP informa que os estudantes estão participando mais dos projetos de Iniciação Científica. Desta forma, a CPEX esclareceu a distribuição de bolsas em cada programa associado: são 30 bolsas para os alunos de Pesquisa da FAPEMIG, 19 bolsas para os alunos do Programa UEMG / PAPq, 20 bolsas para o Programa PAEX e 12 bolsas para o Programa PIBIC / FESP. 

O processo de seletivo PIBIC 2013 foi formado por uma comissão interna de seleção de projetos (CISP/CPEX), contendo 06 Coordenadores de Câmara Técnica, 18 Membros da Equipe Técnica de Avaliação e 03 Apoios Administrativos. Os processos de avaliação e seleção dos candidatos foram concebidos por uma comissão avaliadora e a classificação divulgada através do site da FESP.

Durante a reunião os responsáveis por administrar as atividades dos projetos de Iniciação Científica solicitaram a todos os alunos que fizessem a leitura obrigatória do manual do Programa Institucional de Apoio à Pesquisa e Extensão das instituições financiadoras. Lembraram, também, da importância em produzir o relatório mensal, conforme as regras do contrato do termo de compromisso e as assinaturas dos atestados de frequência. Os candidatos selecionados para o programa Bic Júnior / FAPEMIG foram orientados quanto ao processo seletivo e das normas de acompanhamento e aplicações para participação do programa.

De acordo com a Coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP, Marisa da Silva Lemos, o aumento da participação dos nossos alunos nos programas de incentivo a pesquisa demonstra uma conscientização dos mesmos da importância desta participação na vida acadêmica, na melhora de seus currículos e no futuro de suas carreiras profissionais.

A FESP declara que o objetivo dos programas é promover a pesquisa e a extensão de modo a contribuir para a formação de cidadãos comprometidos com o desenvolvimento e a integração dos setores da sociedade e das regiões do estado.

Fonte: Coordenação de Pesquisa e Extensão da FESP - CPEX



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