“Queridos alunos da UEMG, rasguem seus próximos boletos de novembro e dezembro e comemorem. Que seja bem vinda a Universidade do Estado de Minas Gerais” A frase dita pelo presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas durante discurso de Estadualização da FESP provocou um verdadeiro frisson no público de mais de 3mil pessoas que estavam no Clube Passense de Natação durante a solenidade de Estadualização da FESP, na segunda-feira à noite. Fabio Kallas foi ovacionado pela comunidade acadêmica que aguarda há mais de 24 anos a tão sonhada universidade pública gratuita.

O evento contou com a presença do governador Alberto Pinto Coelho, do secretário de Estado Ciência Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, Narcio Rodrigues, do reitor da UEMG, Dijon Moraes Júnior, do prefeito de Passos Ataíde Vilela, do presidente da Câmara Municipal de Passos, Luís Carlos do Souto Júnior, vereador Dentinho e dos deputados Carlos Melles, Renato Andrade (suplente), Antônio Carlos Arantes e Cássio Soares.  “Essa cerimônia foi diferente de qualquer outra que eu já participei nesta minha vida pública, uma cerimonia verdadeiramente emocionante e essa emoção partiu da plateia, partiu dos alunos que estavam alí, digerindo essa realização, essa concretização de um sonho de mais de 25 anos e é muito gratificante para mim, como pessoa pública, como deputado estadual representante da nossa região estar participando e poder ter contribuído de alguma maneira para que tudo se tornasse realidade, agora é torcer para que os próximos tempos sejam de tantas felicidades quanto foi o período em que a FESP existiu e contribuiu para o desenvolvimento regional”, disse o deputado Cassio Soares.

Estudantes, professores, funcionários da FESP e toda a comunidade regional participaram da encampação que trouxe aos estudantes da FESP a melhor notícia que poderiam esperar: a gratuidade imediata das mensalidades. “É uma grande felicidade, pois era o que todos nós esperávamos ansiosos, não só a grande realização da nossa faculdade estadualizada e agora encampada, como também pararmos de pagar a mensalidade”, festejou o estudante Vilson Luiz Martins Júnior, do 4º período de Direito. 

Assim como ele, 4.200 estudantes da FESP passam a integrar o corpo discente da UEMG que terá uma média de 20mil alunos espalhados nas seis unidades encampadas.

Para a estudante Ana Paula Alcântara, do 4º período do curso de Serviço Social da FESP, a estadualização é uma conquista sem precedentes para Passos e região. "Com a estadualização, milhares de estudantes e famílias serão beneficiados. Quantas pessoas que desejavam cursar o Ensino Superior e não conseguiram por conta das mensalidades, agora esta realidade mudou completamente", explicou a estudante que terá uma redução de R$ 1.500,00 nas despesas com mensalidades dela e do marido. "Muita gente estava mobilizada para que isso acontecesse, alunos, ex-alunos, professores, políticos, enfim, todos deram sua parcela de contribuição e deu certo", disse.

A solenidade começou com o depoimento do presidente do Diretório Central dos Estudantes, Thiago Ribeiro Cruz, estudante de Engenharia Ambiental que pediu empenho aos representantes públicos para manter qualidade do ensino oferecido pela FESP, destacando:  “A FESP oferece aos seus alunos excelente estrutura, suporte técnico pedagógico, biblioteca, laboratórios de pesquisa e extensão, comitê de ética, projetos sociais, corpo docente altamente especializado de reconhecida seriedade e competência profissional”.

Na sequencia, o presidente do Conselho Curador fez um discurso caloroso que emocionou o público e foi aplaudido de pé.

Ele agradeceu nominalmente a todos os ex-presidentes do Conselho Curador da FESP que o antecederam, reconheceu o empenho da equipe FESP, com seus funcionários administrativos e pedagógicos e homenageou ainda os professores que fundaram a FAFIPA em 1965: Antônio Ubirajara dos Reis, Armando Riguetto, Cônego José Timóteo, Gilda Parenti, Nadeje Pimenta e Nilton Brito. 

O presidente lembrou ainda o importante papel do antigo prefeito de Passos José Pereira Reis, responsável pela doação do terreno onde foi construído o Prédio Principal da FAFIPA,  precursora da FESP. “Estes homens e mulheres acreditaram que a educação podia ter seu ciclo de ensino superior em nossa cidade. Colocaram todo seu esforço e seu trabalho provando que quando temos um dom, a dádiva da educação, esta não deve ser enterrada e protegida, mas deve ser inteiramente dedicada à construção de um mundo melhor. Por estes quase 50 anos, muitos desafios foram enfrentados e vencidos. Muita esperança foi colocada à prova, num processo de crescimento continuado. Cada ano de existência de nossa escola foi marcado com um avanço e com a busca pela efetivação da incorporação pelo Estado como prioridade por todos”, disse o professor Fabio Kallas.

O secretário de Estado Ciência Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais, deputado Narcio Rodrigues destacou o crescimento da UEMG com a estadualização das associadas. “Fico feliz ao final deste processo porque saímos de uma universidade que tinha 5,7 mil alunos para quase 20 mil alunos, e uma universidade que está perseguindo mais que o objetivo de ser grande o de ser boa, buscando qualidade. Eu tenho certeza que a FESP vai ganhar muito com a incorporação pela UEMG, porque a UEMG está determinada a se transformar numa grande universidade a serviço do povo mineiro e a região sudoeste ganha muito com isso”, ressaltou o deputado.

Curso de Medicina poderá ser da UEMG 

O Governador Alberto Pinto Coelho sinalizou que o curso de Medicina também poderá ser encampado pelo estado. “O Governo renova aqui todos os compromissos com a FESP inclusive em relação ao curso de Medicina, tão almejado, que depende do MEC. Da parte do governo do estado, da parte da UEMG nós estamos aptos para acolher este novo curso também”, disse Alberto Pinto Coelho.

O presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas apresentou durante a solenidade de estadualização da FESP o projeto do Curso de Medicina da FESP que já foi aprovado em todas as instâncias técnicas do MEC e do Conselho Nacional de Saúde.

Toda a documentação comprobatória dos procedimentos já realizados foi entregue reitor da UEMG, professor Dijon Moraes Júnior, pelo Diretor Executivo da FESP, Dacio Lemos Martins. “Aqui fica, para os defensores do ensino público e gratuito, este curso de medicina da UEMG, que possui todas as instalações já prontas, todo o acervo bibliográfico nas prateleiras de nossa biblioteca e todo quadro de professores titulados já estabelecido, além dos convênios com as Santas Casas de Misericórdia de Passos, São Sebastião do Paraiso e Piumhi”.  

Por fim, a FESP foi “entregue” oficialmente ao reitor da UEMG. “Caríssimo professor Dijon de Moraes , magnífico Reitor da UEMG: Aqui está sua unidade de Passos, os 700 funcionários desta unidade, os 4000 alunos da universidade que esperaram ansiosamente por este momento e toda uma cidade e região que acredita que o ensino público trará enormes benefícios à todas as famílias.    Receba esta unidade, com toda disponibilidade do corpo de funcionários, dos docentes e dos alunos de Passos e região”, formalizou o presidente da FESP, professor Fabio Kallas.

Rescisões começam em Janeiro, segundo reitor da UEMG

Segundo o Reitor da Universidade do Estado de Minas Gerais, Dijon Moraes Júnior, as rescisões de trabalho dos funcionários administrativos e professores da FESP começam a ser feitas a partir de janeiro de 2015. “O acerto com os servidores e professores será a partir de 1º de janeiro de 2015. Todos os servidores passarão, por 2 anos, a pertencer ao Estado através de contrato administrativos e os professores por designação, também por 2 anos. Neste período nós faremos concurso público para poder legalizar a situação”, esclarece o reitor da UEMG. 

Estudantes que prestam ENEM já podem concorrer a uma vaga na UEMG 

Ainda segundo o reitor Dijon Moraes Júnior o vestibular de 2015 já seguirá as regras de ingresso da UEMG. “A UEMG tem maneiras diferentes de ingresso e hoje a FESP, se tornando um campus da universidade, ela terá que adotar. Nós temos reservas de vagas previstas na Constituição Mineira para afrodescendentes, para alunos oriundos de escolas públicas, reservas para descendentes de indígenas além do Sisu e do ENEM (cuja prova será no próximo sábado). Todas as regras serão incorporadas pela FESP”, afirma o reitor da UEMG.

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FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Neste histórico dia 03 de novembro de 2014, a Fundação de Ensino Superior de Passos se torna efetivamente parte da Universidade de Minas Gerais (UEMG). A assinatura da encampação será feita em solenidade aberta ao público no Clube Passense de Natação a partir das 19h e contará com a presença do governador de Minas Gerais, Alberto Pinto Coelho. 

A estadualização da FESP resulta de décadas de mobilização social que chega ao seu desfecho na gestão do atual presidente do Conselho Curador, professor Fabio Pimenta Esper Kallas, cujo trabalho de intensa articulação política realizado nos últimos sete anos conseguiu envolver toda a comunidade acadêmica e regional na luta pela efetiva gratuidade do Ensino Superior para a população. 

O vínculo da FESP com a UEMG foi assinado em 1990, um ano depois da criação da universidade através da Constituição Mineira (1989).  Nesta época, nove instituições optaram por integrar à universidade: Campanha, Carangola, Diamantina, Divinópolis, Ituiutaba, Lavras, Passos, Patos de Minas e Varginha (posteriormente as fundações de Lavras, Patos de Minas e Varginha se desvincularam da UEMG).

“Quando surgiu a possibilidade de nos vincularmos à UEMG, realizamos diversas reuniões, audiências públicas, discutimos amplamente a questão junto à comunidade para tomarmos a decisão”, ressalta a professora Marta Maria Maia Cardoso de Figueiredo, que foi presidente do Conselho Curador da FESP quando foi feita a opção pela encampação, em 1990. 

Segundo ela, durante os primeiros anos, a vinculação com a UEMG não trouxe benefícios significativos, apenas o status de fazer parte de uma universidade estadual. 

Desde então, a comunidade FESP passou por muitos altos e baixos, com períodos de intensa mobilização e envolvimento acadêmico outros de completa apatia e descrédito por parte da população. Um dos momentos mais críticos aconteceu quando o governador Eduardo Azeredo assinou decreto de absorção das unidades associadas à UEMG que teve de ser revogado pelo governador sucessor, Itamar Franco. 

“O governador fez o decreto no inicio de seu governo e passou por seu mandato inteiro sem absorver a FESP quando chegou no seu último ano de governo, todos pensaram que iríamos dormir no dia 31 de dezembro FESP e acordar UEMG, mas acordamos FESP e foi uma frustração total. Com a derrota de Azeredo, entrou o Itamar e seu primeiro ato foi revogar o decreto do Azeredo estadualizando a FESP, mas o governador Itamar foi claro em dizer que o Estado não tinha condições de fazer naquela época, e aí começou tudo de novo as novelas de estadualização”, relata o Secretário de Ensino Esdras Azarias de Campos, funcionário da FESP há 29 anos. 

O efeito Azeredo-Itamar deixou a comunidade acadêmica desanimada e por muitos anos seguintes, a estadualização passou por um absoluto descrédito. 

“A estadualização ficou esquecida. Depois da época do Itamar, ninguém mais falava em universidade. O Fabio Kallas foi quem retirou da gaveta o projeto da UEMG. Eu considero que começou com ele nesta época. Ele movimentou junto com os políticos, estudantes na época em que lotou o CPN na presença do Governador Anastasia em Passos, então eu acho que aquela noite no CPN o assunto voltou para a pauta do governo. O papel do professor Fabio foi decisivo, foi ele o grande responsável por este momento”, relata o ex-presidente do Conselho Curador da FESP, Antônio José Lemos. 

Decisão do STF provoca retomada da luta pela estadualização

Em 2008, o Supremo Tribunal Federal considerou inconstitucional o texto da Constituição Mineira referente às diretrizes pedagógicas do Ensino Superior público brasileiro, de competência exclusiva da União, e através de uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, a ADI 2501, obrigou as unidades associadas a passarem pelo processo de migração do Conselho Estadual de Educação para o MEC.

Nesta época, FESP e as demais associadas passaram por um período delicado, em que a Universidade do Estado de Minas Gerais chegou a pedir que a chancela com o logotipo da UEMG fosse retirado de documentos e certificados das associadas. Além disso, as unidades corriam o risco de perder benefícios importantes, como o programa de bolsas PROUEMG. 

Para evitar que o vínculo fosse desfeito, o presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Kallas, convocou os presidentes dos Centros Acadêmicos de todos os cursos para, juntos, articularem as ações de reivindicação pelo fortalecimento do vínculo com a UEMG, abalado pela ADI 2501.

A partir de então, foram realizadas reuniões internas com funcionários, professores e estudantes e também disponibilizado transporte para que os representantes dos centros acadêmicos pudessem participar de sessões na Assembleia Legislativa de Minas Gerais, em Belo Horizonte ou em encontros políticos que pudessem favorecer o contato da comunidade acadêmica com representantes políticos. 

Durante meses seguidos foram realizadas reuniões junto à reitoria da UEMG, bem como com o então secretário de Estado Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alberto Portugal, com o Vice-Governador Antônio Anastasia e com deputados estaduais e federais, entre eles: Narcio Rodrigues, André Quintão, Domingo Sávio, Mário Heringer, Sargento Rodrigues, Antônio Carlos Arantes e Zé Maia.

Mobilização conquista lei que reforça vínculo com UEMG

O presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Kallas reuniu todos os presidentes das outras cinco unidades associadas para promoverem ações conjuntas e foi nomeado por eles para ser o representante das associadas junto ao Governo do Estado de Minas Gerais. Nesta época, foi criada a frente parlamentar pelo PROUEMG, formada por 17 deputados estaduais que conseguiram viabilizar a Lei do Associativismo, que reforçou o vínculo com a UEMG garantindo benefícios e abrindo caminho para os próximos passos da luta pela estadualização efetiva.

A Lei 3.367/2009, a Lei do Associativismo, reforçou novamente o vínculo entre a UEMG e as unidades associadas, mantendo o programa de bolsas e outros benefícios. A sessão de votação da Lei, na Assembleia Legislativa de Minas Gerais foi acompanhada por estudantes e professores da FESP, cujas presenças em plenário foram registradas como justificativa para a mudança da pauta do dia. 

Na época, os estudantes comemoraram os primeiros frutos da participação nas decisões políticas relacionadas à FESP. “A reunião foi muito importante para que os presidentes dos centros acadêmicos pudessem buscar as informações corretas e pudessem se unir de forma organizada”, disse na ocasião o então estudante de Engenharia Ambiental Morrâmulo Ítalo Pereira Granja, presidente do DCE da FESP na época. 

Com a aprovação da Lei do Associativismo, a luta pela estadualização ganhou força novamente entre a comunidade FESP e o próximo passo seria sensibilizar o poder executivo sobre a importância de colocar o assunto novamente na agenda estadual.

Foi então que a FESP se articulou para receber o então vice-governador Antônio Anastasia que veio a Passos, a convite dos estudantes do curso de Direito, para uma palestra de Aula Magna, marcando o inicio das aulas naquele ano. 

Visita de Antônio Anastasia impulsiona estadualização

O presidente do Conselho Curador, professor Fabio Pimenta Esper Kallas, acionou toda a equipe FESP para reunir o maior número possível de lideranças que apoiavam o pedido de estadualização e cerca de três mil pessoas, entre estudantes, funcionários, docentes da FESP e lideranças políticas regionais e estaduais compareceram à recepção ao professor Antônio Anastasia. 

Prefeitos ou representantes de mais de 20 cidades do Sul de Minas; deputados estaduais, deputados federais, lideranças políticas e muitas pessoas manifestando total apoio aos estudantes da FESP na luta pela tão sonhada universidade pública. 

Na ocasião, os estudantes realizaram uma passeata da FESP até o Clube Passense de Natação, com faixas, hinos, apitos e uma paixão estudantil bem articulada e focada no discurso de reivindicar ao então vice-governador que mantivesse a proposta caso viesse a se tornar um candidato ao cargo de chefe do executivo estadual. “É um encontro que vai ficar para história: nós, estudantes do ano de 2009 recebemos o vice-governador aqui em Passos e tivemos a certeza de que a estadualização vai acontecer. É uma semente plantada”, disse na ocasião, a então estudante de Engenharia Civil, Angélica Cristina Viana Coelho, presidente do Centro Acadêmico do curso. 

A empreitada deu frutos e Antonio Anastasia retornou a Passos no ano seguinte, agora como governador candidato à reeleição (Anastasia substituíra Aécio Neves, que deixara o Governo para se candidatar ao Senado) e assumiu publicamente o compromisso de estadualizar efetivamente a FESP e todas as unidades associadas à UEMG em uma aposta de transformar a Universidade Estadual de Minas Gerais em uma ferramenta para a democratização do acesso ao ensino superior.

Na ocasião, o governador foi novamente recebido por um grande número de pessoas e recebeu de crianças filhas de funcionários da FESP um documento com o estudo de viabilidade e importância da encampação de todas as instituições associadas ao sistema UEMG.

O documento foi elaborado pela FESP, Diretório Central dos Estudantes da instituição (DCE) e pelo Deputado federal Narcio Rodrigues, que assumiria no ano seguinte a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES), após a reeleição de Anastasia.

A atuação do presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas, como dirigente da FESP e grande líder político regional resultou em sua nomeação, em 2011, para a Subsecretaria de Ensino Superior, vinculada à Secretaria de Estado Ciência Tecnologia e Ensino Superior de Minas Gerais (SECTES), esta sob o comando do Deputado Narcio Rodrigues. 

A SECTES é responsável por toda área do desenvolvimento científico e tecnológico e de Ensino Superior, logo, a estadualização das unidades associadas. A indicação do presidente da FESP, Fábio Kallas, abriu novas portas para Passos e todo o Sudoeste Mineiro criando mais uma condição para o crescimento da região, com um representante a mais para lutar pela estadualização junto ao Governo de Minas.  

Os presidentes das unidades associadas passaram a ser reunir com regularidade junto à Subsecretaria de Ensino Superior para que o processo de transição fosse iniciado, com a criação de comissões para estudo dos aspectos pedagógicos, financeiros e estruturais das associadas. 

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FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



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