O presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas, recebeu no último dia 04, o Prêmio “Top Qualidade Brasil”, conferido pelo Centro de Integração Cultural e Empresarial de São Paulo, o Cicesp. A entrega do prêmio foi realizada em solenidade de gala, na Mansão Hasbaya, em São Paulo, junto às comemorações do 13° aniversário do Cicesp e dos 80 anos da Associação Paulista de Imprensa.

O Prêmio “TOP QUALIDADE BRASIL”, tem como objetivo reconhecer, diferenciar, homenagear e divulgar instituições comprometidas quanto à qualidade em suas ações e serviços focados no desenvolvimento sustentável com responsabilidade social.

Os destaques de cada setor são indicados pelas principais entidades de classe (Associações, Federações, Sindicatos Patronais, Centros Empresariais e Entidades Referência), que constituem o CNHM – Conselho Nacional de Honrarias e Méritos. Entre as empresas que já foram agraciadas com a homenagem estão a Johnson&Johnson e Kalunga.

No evento, um grande público acompanhou as homenagens a empresários e personalidades dos mais variados segmentos, que marcaram o ano de 2012. 

A FESP foi reconhecida como um modelo de excelência em gestão educacional. “É um orgulho muito grande estar à frente de uma Instituição de Ensino Superior que é um dos pilares do desenvolvimento do Sul de Minas Gerais e isso se deve ao esforço e comprometimento de todos os que fazem parte da Comunidade FESP”, declarou o presidente Fabio Kallas, durante a solenidade. 

O radialista e locutor esportivo Osmar Santos, recebeu uma homenagem especial pela participação no movimento das “Diretas Já”, na década de 80 e pelo trabalho desenvolvido na Rede Globo de televisão.  

O evento também contou com a participação especial da Escola de Samba Mocidade Alegre, cuja presidente, Solange Cruz Bichara Rezende, participou da entrega das homenagens. 

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



Na última terça-feira, dia 02, um grupo de 40 alunos da FESP, acompanhados pelos professores Heliza Faria e Itamar Teodoro de Faria, visitou a Casa da Moeda do Brasil, no Rio de Janeiro. Guiados por Sergio Moura, gerente do setor de eventos da empresa, os discentes de diversos cursos de graduação e pós-graduação foram apresentados ao processo produtivo de cédulas, moedas e impressos de segurança, além de conhecerem o pequeno Museu interno.

Fundada em 8 de março de 1694 pelo rei de Portugal D. Pedro II, com o objetivo de atender a demanda de fabricação de moedas no país, a empresa pública foi sediada primeiramente em Salvador, posteriormente sendo transferida e sediada no complexo industrial, localizado em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio.

Pelo que representa, a Casa da Moeda abre suas portas para visitação agendada, que no caso dos alunos da FESP, aconteceu depois de dois anos na fila de espera. O programa de recepção é disputado pelo fato de que é grande o interesse que se tem em torno da fabricação de moeda. “O dinheiro é utilizado por todos, todos os dias, é um bem desejado e por isso mesmo, vive em nosso imaginário. Saber como ele é produzido é uma curiosidade de muitas pessoas. A Casa da Moeda faz esse e outros itens que não podem ser feitos em qualquer lugar, pois demandam em seus processos produtivos, controles rígidos de segurança, tecnologia de ponta, sistemas gráficos sofisticados, mão de obra altamente capacitada e controle de qualidade rigorosíssimo. Esse conjunto de conhecimentos é interessante à vários cursos da FESP e foi isso que motivou nossa visita”, justifica a professora Heliza.

De acordo com Alisson Ribeiro, aluno do curso de Sistemas de Informação, o mais surpreendente de sua viagem foi descobrir que a Casa da Moeda não confecciona somente dinheiro, mas também diversos outros produtos gráficos de segurança, como passaportes, selos, cartões para telefonia, bilhetes magnetizados para transporte, carteiras de trabalho e medalhas, dentre mais.

Já Thaisa Joana D' Arc Maia, aluna de Administração de Empresas, destacou que a melhor parte aconteceu no Museu da empresa. “Tive oportunidade de conhecer uma historia que até então era desconhecida para mim, inclusive, as das medalhas de homenagem a fatos importantes ocorridos no Brasil e também a evolução no processo de fabricação das moedas do nosso país”, disse Thaisa.

A professora Heliza também enfatizou o Museu como ponto alto da visitação dizendo: para mim, ver e tocar pela primeira vez alguns itens de técnicas de impressão antigos e raros, no museu, foi uma experiência que jamais esquecerei.

Considerando a experiência de grande valor, o professor Itamar Teodoro de Faria ressaltou que esse tipo de atividade, pelo contato que promove com o processo produtivo, possibilita uma "aula" cujo alcance é difícil dimensionar. “A visita permitiu compreender que o processo produtivo não se resume, ou deve ser visto apenas sob a ótica do produto final pronto e acabado e em termos puramente quantitativos. Trouxe à baila a preocupação com a dimensão humana do processo. Por certo, de pronto abre todo um novo horizonte de compreensão, o que é sempre válido e útil na formação profissional de qualquer pessoa”, frisou o professor.

FONTE: Departamento de Comunicação FESP/UEMG

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A Fundação de Ensino Superior de Passos promoveu um Dia de Campo na Fazenda Experimental do curso de Engenharia Agronômica, para apresentar as novidades da produção de milho aos estudantes e produtores da região. O evento foi realizado em parceria com a multinacional Dow AgroSciences  e Triangulo Agro que trouxeram para a região tecnologia de ponta no controle de pragas e híbridos desenvolvidos com biotecnologia de alta qualidade. As novidades foram testadas na Fazenda da FESP, onde uma área de 1,5 hectares foi destinada ao plantio dos experimentos apresentados durante o evento.

A empresa expositora é uma das líderes do mercado mundial de sementes e biotecnologia, dedicada à pesquisa e desenvolvimento de produtos utilizados na produção agrícola.  A empresa apresentou todo o portfólio de híbridos e os resultados da powercore, uma nova tecnologia para o controle das pragas do milho, que, segundo os técnicos da empresa, proporciona um aumento entre 15 a 20% na produtividade das lavouras de milho. “É muito importante para nós que esses lançamentos de tecnologias, que chegam muito rápido ao mercado hoje, sejam entendidos e percebidos pelo agricultor, porque com tecnologia e manejo adequado conseguimos aumentar a produtividade em igualdade de condições”, afirma o gerente regional da Dow AgroSciences, Fernando Grener.

Um dos diferenciais é a proteção industrial das sementes. “São inseticidas e tecnologias usadas no tratamento industrial das sementes visando o controle de insetos e pragas. Uma lavoura sem tratamento perde em torno de 40 a 50%, tem que tomar total cuidado, porque fica muito caro depois para fazer um tratamento alternativo da lavoura e ainda assim se perde na produção”, explica o engenheiro Agrônomo Wagner José Florindo, um dos técnicos responsáveis pela exposição.

Segundo ele, as sementes são tratadas industrialmente e toda a técnica powercore previne as principais pragas do milho como a lagarta-do-cartucho, broca-do-colmo, lagarta-da-espiga, lagarta-elasmo e lagarta-rosca e persevejos.

O PowerCore foi lançado no Brasil antes de ser comercializado nos Estados Unidos, ao final de 2012. “Este evento é uma grande oportunidade de estarmos em dia com as melhores e mais importantes novidades tecnológicas do mercado de produção de milho”, avalia o coordenador da Fazenda Experimental da FESP, Marcio Antônio Pimenta. 

O coordenador do curso de Agronomia, Evandro Freire Lemos destacou a importância do milho para a região Sudoeste de Minas. “O milho é muito importante porque nós usamos muito, Passos é uma grande produtora de Leite, os animais são confinados e o consumo de ração é muito alto, além disso, a suinocultura e avicultura também são fortes, ou seja, são três grandes áreas de grande demanda do milho”.

O Estado de Minas Gerais tem uma das maiores produções de milho do país mais de 4.500 kg/ha, segundo dados da Embrapa, e o avanço das pesquisas em agricultura de precisão incrementou o mercado, transformando o produtor um empresário rural que deve estar por dentro das novidades. “São tecnologias que incrementam em produtividade, sanidade dos híbridos, melhoramento em controle de pragas, e, consequentemente, incrementa a produção e aumenta a renda do produtor”, avalia um dos sócios da empresa Triangulo Agro, parceira da FESP no desenvolvimento das experiências em milho, Alexandre Silva.  “O que a Dow está propondo são novos híbridos para vários posicionamentos da produção de milho e sem dúvida alguma são as mais importantes novidades em agricultura de precisão do mercado hoje”, afirma Marco Pollo, também sócio da empresa. 

“A gente vive de informação e é importante conhecer as novidades porque se a gente for plantar como era há 10, 20 anos atrás a gente não sobrevive”, afirma o produtor rural Nilson Hélio Silva, da cidade de Bom Jesus da Penha. 

Durante o evento, os técnicos e engenheiros expositores apresentaram soluções, discutiram as novidades e esclareceram as dúvidas dos produtores e estudantes que aprovaram o evento. “É uma grande oportunidade de conhecer na prática como é a produção do milho e compreender melhor o que o professor explica em sala de aula”, afirma a estudante Cláudia Caroline de Andrade Arantes do 3º período de Agronomia. 

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG

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