O presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas entregou nesta quinta-feira (15) o Plano de Desenvolvimento do Arranjo Produtivo Local (APL) de Confecções de Passos, desenvolvido pela Rede de Inovação Tecnológica de Passos (RIT/FESP), para a Superintendência de Arranjo Produtivo da Secretaria de Desenvolvimento Econômico do Estado de Minas Gerais (SEDE). O documento foi apresentado às representantes da secretaria Renata Guimarães Vieira, diretora de Programa de Apoio a APLs e Stefânia Listgarten, diretora de Articulações Institucionais. 

O Plano de Desenvolvimento do APL de Confecções de Passos é um documento que contém o histórico do setor, características do município, ações desenvolvidas pelo APL, ações a serem desenvolvidas nos próximos 5 anos e composição do grupo gestor (construído para que o APL seja formalizado junto ao órgão gestor de APLs do Estado de Minas Gerais). 

A solenidade foi realizada na biblioteca Oto Lopes de Figueiredo, a biblioteca da FESP e contou com a presença de empresários e autoridades do setor. O Presidente da FEPS ressaltou a importância de parceria com Instituições de Ensino Superior. “Nós precisamos utilizar todo o potencial que as universidades têm em prol da inovação, de modo que possamos sair da dependência tecnológica para que nossos produtos tenham sempre valor agregado”, disse. 

A construção do Plano teve a participação de empresários do setor e de várias instituições parceiras que se reuniram a cada 15 dias durante dois anos para discutir e elaborar o documento. 

O grupo gestor do APL de Confecções é formado pela Apicon (Associação Passense das Indústrias de Confecções), representada pelo seu presidente Laerte Francisco Rodrigues Júnior, do Banco do Brasil representado pelo seu gerente Nilton César de Rezende, o Sebrae representado pela gerente de Passos Fabiana Rodrigues Rocha, IFSUL de Minas representado pelo seu reitor Juvêncio Geraldo de Moura, o Centro Vocacional Tecnológico de Passos/UAITEC representado pela Coordenadora do Núcleo de Apoio ao Empreendedorismo Mara Vaz Ribeiro Pereira, o STICCEP representado pela sua presidente do Maria Deide dos Reis Alves, a ACIP representado pelo seu presidente Carlos Renato Lima Reis. O projeto tem a participação da estudante bolsista Juliana Castro Torres.

O supervisor de turismo da SICTUR Alex Sandro Maurício Moraes, o Delegado do SINDIVEST Mauro Miarelli e o componente do APL de Móveis Rústicos de Passos Douglas dos Reis Andrade também participaram da entrega do Plano de Desenvolvimento apresentado pela RIT/FESP.  

A Rede de Inovação Tecnológica da FESP é coordenada pela professora doutora Marisa da Silva Lemos, com a participação dos professores Cesar Vilela de Aquino, Olney Bruno da Silveira Júnior, Eduardo Goulart Collares, diretor do Núcleo Acadêmico De Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão e Vivaldo Silvério de Souza Filho, diretor do Núcleo Acadêmico de Ciências Humanas e Ciências Sociais Aplicadas. 

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG

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O presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas, esteve na última terça-feira (19) em Belo Horizonte para discutir os próximos passos para a estadualização, juntamente com o Secretário de Estado Ciência Tecnologia e Ensino Superior Narcio Rodrigues, o reitor da UEMG Dijon Moraes e os presidentes das unidades associadas. 

Durante a reunião, foi discutida a proposta de um Projeto de Lei que o governador Antônio Anastasia vai apresentar à Assembléia Legislativa, para regulamentar os requisitos e procedimentos a serem adotados pelas instituições associadas.

Segundo o presidente da FESP, foi proposto o remanejamento de recursos remanescentes o Prouemg (Sistema de bolsas que oferece até 50% de desconto para estudantes) para oferecer suporte financeiro às unidades menores. “Precisamos criar um ambiente jurídico e financeiro que permita o Governo ter condições para efetivar a encampação”, esclareceu o presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas. 

A estadualização de todas as unidades associadas representará Ensino Superior gratuito para cerca de 20 mil alunos. 

A estadualização das unidades associadas à Uemg é uma luta de muitas décadas que voltou ao centro das discussões junto ao Governo de Minas através do presidente do Conselho Curador Fabio Pimenta Esper Kallas, que reuniu a comunidade acadêmica para levar o pedido de estadualização às autoridades educacionais e políticas.

A primeira reivindicação pública aconteceu durante uma visita do então vice-governador Antônio Anastasia, em março de 2009, quando a FESP solicitou empenho do Governo para acelerar o processo de estadualização. A FESP reuniu mais de 3 mil estudantes no CPN e diversas lideranças políticas para  manifestarem em favor da estadualização. “O papel dos estudantes da FESP foi fundamental porque eles acompanharam desde o início e conseguimos mostrar às autoridades a legitimidade do pedido”, afirma o presidente da FESP, professor Fabio Kallas. 

Desde então, uma intensa articulação política tem sido desenvolvida pelo professor para colocar o projeto como plano de trabalho do Governo de Minas.

Em 2011, o Governador Anastasia se comprometeu em tornar a estadualização da Uemg como sua grande aposta na Educação em Minas Gerais, cujo trabalho ficou sob responsabilidade do Secretário de Estado Ciência Tecnologia e Ensino Superior Narcio Rodrigues e do presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas que foi nomeado Subsecretario de Ensino Superior exatamente para continuar à frente da campanha. 

Dentre os trabalhos desenvolvidos na Subsecretaria de Ensino Superior, como o I Congresso Mineiro de Ensino Superior, a Internacionalização das universidades mineiras, o observatório, o Fórum das IPES (Instituições Públicas de Ensino Superior) a estratégia para incorporação foi desenvolvida e entregue ao secretário. 

De acordo a proposta de Projeto de Lei discutida com os presidentes das associadas, SECTES e UEMG, nesta semana, as unidades deverão fazer levantamentos sobre funcionamento das IES, para compor relatório sobre a nova formação da Uemg. 

Todos os presidentes das unidades associadas estiveram na reunião: Bráz Antônio Pereira Cosenza, presidente da Fundação Fafile, de Carangola; Ivan Ferrer Maia, presidente das Faculdades Integradas Paiva de Vilhena - da Fundação Cultural Campanha da Princesa (Campanha); Profª Lazara Maria Alves Moraes de Souza, presidente da Fundação Educacional (Ituiutaba); Silvana Regina Paslauski, presidente da Fundação Educacional do Vale do Jequitinhonha (Diamantina) e Gilson Soares, presidente da Fundação Educacional de Divinópolis.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



A professora dos cursos de Engenharia Ambiental e Civil da FESP, Tereza Cristina de Faria Krauss Pereira, foi aprovada com mérito na defesa do seu Mestrado na Universidade Federal de São Carlos – UFSCar – no programa de Pós Graduação em Engenharia Urbana - PPGEU.

Detentora de duas especializações na área ambiental (Avaliação de Impacto Ambiental e Planejamento e em Gestão Ambiental), a professora iniciou sua pesquisa do mestrado em março de 2011 com o tema: “Avaliação de Aspectos Socioeconômicos e de Intervenções Antrópicas para fins de Zoneamento Ambiental das Sub-bacias Hidrográficas do Médio Rio Grande”, sendo que em dezembro de 2012, Tereza defendeu seu mestrado com propriedade recebendo o título de Mestre (Me.) a partir de agora.

“Todo o trabalho no início é muito difícil, mas com o passar do tempo ele vai se consolidando até se tornar prazeroso ou fascinante”, comentou a profa. Me. após a titulação do mestrado. Para ela, os resultados obtidos na sua árdua pesquisa marcou sua vida de forma gratificante.

Ela explica que a escolha do tema se deu por ser integrante do Projeto Grande Minas – União pelas Águas desenvolvido por pesquisadores da FESP e de outras universidades sob a coordenação do prof. Eduardo Goulart Collares. “A equipe toda foi fundamental na conclusão do meu trabalho”, explicou. 

Para o diretor de Pós-Graduação, Pesquisa e Extenção da FESP e co-orientador da professora Tereza no mestrado, professor Eduardo Goulart Collares, o trabalho apresentado pela colega será de grande importância e contribuirá diretamente para o projeto Grande Minas. “O trabalho de mestrado dela veio cobrir parte do projeto de zoneamento no que se refere às análises sobre a socioeconomia da região e por isso será muito útil para o Projeto Grande Minas”, destacou Collares. 

Ao comentar a importância do mestrado, a professora Tereza destacou o hábito que se cria quanto à estudar e interpretar os trabalhos científicos. “A gente lê muito no mestrado. O ambiente formado durante este período é muito favorável à troca de conhecimentos e isto é fantástico!”, comentou.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEM



Alunos do primeiro período do curso de direito da FESP já puderam sentir um pouco dos desafios da carreira do profissional do direito. Na quarta-feira (13) de março, 94 alunos dos períodos matutino e noturno participaram de um júri simulado que teve por objetivo ampliar a noção dos estudantes sobre ciência política, sociedade, interpretação de textos, retórica, oratória, lógica jurídica entre outros.

Para o professor da disciplina de Formação Geral, Uelton Porto, a experiência com os alunos foi satisfatória. “Os alunos superaram nossas expectativas. Embora do primeiro período eles pesquisaram a fundo o assunto principalmente no campo da psicologia jurídica para embasar a acusação e defesa usando inclusive do recurso de slides em PPS para embasar ainda mais suas teses”, explicou o professor.

Para esta aula, os alunos tiveram que ler o clássico “Caso dos Exploradores de Cavernas” do autor americano Lon Fuller, publicado nos Estados Unidos em 1949 e no Brasil em 1976 sendo adotado até os dias atuais como obra introdutória nos cursos de direito do mundo inteiro.

O livro narra a história fictícia de um grupo de pesquisadores que ficam presos dentro de uma caverna e só mantém contato com as equipes de resgate através de um rádio. Após 20 dias presos, são avisados que o resgate ainda vai demorar. Com a escassez de comida, um dos integrantes do grupo sugere um sorteio para escolher quem seria sacrificado para que os amigos pudessem se alimentar. Por ironia do destino, o autor da ideia desistiu de participar do sorteio mas a sorte caiu sobre ele que acabou sendo morto pelos companheiros.

Após o resgate dos sobreviventes, todos foram acusados de homicídio. “Dividimos as salas em dois grupos, um para acusação e outro para a defesa. Claro que tivemos que fazer algumas adaptações para alunos do primeiro período, mesmo assim eles foram brilhantes”, disse a professora Zaíra Oliveira da disciplina de Ciências Políticas.

Para o estudante Bruno Beltrão do primeiro período matutino, a experiência serviu para mostrar um pouquinho do funcionamento de um tribunal e do trabalho do profissional do direito. “Foi muito interessante participar deste trabalho. Tivemos que pesquisar um pouco de direito penal e outras áreas do direito principalmente a da psicologia jurídica além de outras áreas do direito. Pelo votação dividida do júri acredito que tanto o grupo de acusação quanto o grupo da defesa fizeram um bom trabalho”, avaliou o estudante.

Segundo os professores Uelton Porto e Zaíra Oliveira, a atividade serviu para dar uma noção mais palpável para os alunos do primeiro período sobre as diversas formas de atuação do profissional do Direito.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG

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O estudante Edivaldo Júnior, formado em Agronomia pela FESP, foi selecionado para participar do programa de doutorado sanduíche na Ohio State University na cidade de Wooster, nos Estados Unidos. “Estou bastante empolgado com essa oportunidade, pois além de refinar o inglês, vou conhecer um outro lado do melhoramento de plantas que até agora não tive a oportunidade de trabalhar, a biotecnologia”, avalia.

O estudante concluiu a graduação em Agronomia em 2007, em março de 2008 já estava cursando o mestrado em Genética e Melhoramento de Plantas no Instituto Agronômico de Campinas (IAC), onde, segundo conta, presenciou o melhoramento de plantas na prática. 

Após a defesa de mestrado no IAC, Edivaldo foi aprovado no doutorado na Universidade Federal de Lavras (UFLA) também na área de melhoramento de plantas, área esta cujo conceito na CAPES é 6, em uma escala de 1 a 7. “Durante meu curso de doutorado aqui na UFLA surgiu uma oportunidade do doutorado sanduíche que será financiado pela CAPES para eu desenvolver um trabalho na área de biotecnologia, na Ohio State University”, relata o estudante. 

O estudante não esconde a gratidão ao orientador que o influenciou no despertar para a pesquisa científica, durante os anos de Agronomia na FESP, Antônio Paulino da Costa Netto, então responsável pelas pesquisas em biologia molecular e melhoramento de plantas do curso da FESP. “Quando conheci o professor Antônio Paulino, surgiu uma oportunidade de seleção para trabalhar dentro do grupo de estudos e a partir daí comecei a conhecer melhor a carreira de pesquisa, participando de congressos, palestras e sempre conversando com o professor a respeito da carreira”, relata o pesquisador.

A partir de então, segundo conta, ele participou de vários projetos de pesquisas que envolvia biologia molecular e melhoramento de plantas. “Na verdade o professor Paulino, foi um grande impulsionador na minha carreira acadêmica”, afirma.

Durante os próximos cinco meses o estudante vai estudar e trabalhar na experiência Ohio State University na cidade de Wooster, nos Estados Unidos. “Logo após a minha chegada ao Brasil, em agosto, a expectativa é de defender minha tese de doutorado em até dois meses e se Deus quiser me inserir no campo de trabalho”, afirma.

FONTE: Departamento de Comunicação e Marketing FESP/UEMG



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