O sonho da implantação do curso de Medicina da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) deu mais um importante passo no início do mês de junho, durante a visita do Ministro da Saúde Alexandre Padilha à Santa Casa de Misericórdia de Passos, que aconteceu no dia 9 de junho, para anúncio da liberação de recursos para aquisição de um segundo acelerador linear para o Hospital Regional do Câncer.

Para o Presidente do Conselho Curador da FESP, Professor Fabio Pimenta Esper Kallas a FESP entrou com o projeto de criação do curso de Medicina no momento certo. “Tempos atrás ninguém falava em novos cursos, pelo contrário se dizia em fechar aqueles que não atendiam as exigências do MEC, mas hoje a Presidente Dilma observando a falta de médicos no país mandou abrir novos cursos e vigiar de perto a qualidade dos mesmos”, explicou Fabio Kallas otimista com a aprovação de 50 vagas por vestibular para Medicina em Passos.

O Ministro chegou acompanhado do Deputado Federal Odair Cunha autor da emenda que solicitou o repasse ao hospital. Durante a visita, Padilha recebeu das mãos de representantes da FESP o projeto de criação do curso de Medicina.

Após receber o documento, o Ministro Alexandre Padilha lembrou que formar novos médicos é um grande desafio dos Ministérios da Saúde e da Educação. “Temos todo interesse na expansão de novos cursos de Medicina no interior do país, mas é fundamental que as faculdades apresentem um projeto de qualidade e que garantam uma estrutura hospitalar de atenção básica à saúde onde os médicos obtenham experiência prática para atenderem com qualidade”, frisou o Ministro.

Segundo Padilha é preciso aumentar o número de cursos de Medicina no interior além de democratizar o acesso a estas faculdades. “Precisamos aumentar o número de médicos no país e principalmente no interior. Temos que ampliar o acesso ao curso de Medicina nas pequenas cidades e para isso contamos com o FIES que banca os estudos de quem não tem condições de pagar”, comentou o ministro acrescentando que a falta de médico em cidades distantes e regiões mais pobres só será amenizada com a formação de médicos que saiam destas comunidades.

Dados do Governo Federal mostram que a relação de médicos por habitantes no Brasil é muito baixa em comparação a outros países. De acordo com o MEC, a média brasileira é 1,8 médico por mil habitantes, enquanto no Uruguai, por exemplo, o índice é 3,7 e na Espanha 4.

Tanto o Conselho Nacional de Educação (CNE) quanto o Conselho Nacional de Saúde (CNS) precisam autorizar esses processos e um dos pré-requisitos é a disponibilidade de leitos no Sistema Único de Saúde (SUS) para que o aluno possa cumprir a parte prática do curso. De acordo com o ministro, as chances de liberação de um curso de Medicina em Passos são grandes. “Uma das exigências do Ministério da Saúde e da Educação para liberação de novos cursos é que para cada vaga disponibilizada existam cinco leitos do SUS. O aluno tem que ter a experiência prática médica concreta durante a faculdade”, afirmou o ministro destacando que a Santa Casa de Passos já conta com dezenas de leitos do SUS podendo inclusive ser ampliados.

Segundo o Presidente do Conselho Curador da FESP, Professor Fabio Pimenta Esper Kallas, o desejo de oferecer para estudantes da região um curso de Medicina começou há dois anos. “O projeto do curso de Medicina da FESP vem sendo construído pela equipe de saúde da FESP há mais de dois anos. Este curso vem suprir uma necessidade de profissionais da área de saúde viabilizando mais atendimento para a população de Passos e região e ainda pesquisas na área médica. A FESP ousa buscar com este projeto pedagógico inovador melhoria de vida para a população de Passos e região", disse Fabio.

Uma das responsáveis pela elaboração do projeto do curso de Medicina da FESP, a Diretora do Núcleo Acadêmico de Ciências Biomédicas e da Saúde, Professora Tânia Delfraro, explicou que o projeto já está praticamente pronto faltando apenas a definição das disciplinas para ser encaminhado para o MEC. “A Santa Casa de Passos já é nossa parceira do projeto desde o início e recentemente recebemos apoio também das Santas Casas de Piumhi e São Sebastião do Paraíso”, explicou.

Considerado um triunfo da FESP, auxilia na proposta de criação do curso de Medicina em Passos, o renomado médico passense Dr. Geraldo Brasileiro Filho, ex-diretor da Escola de Medicina da UFMG e avaliador do Ministério da Educação (MEC).

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



O Presidente do Conselho Curador da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG), Professor Fabio Pimenta Esper Kallas e a Diretora do Núcleo Acadêmico de Ciências Biomédicas e da Saúde, Professora Tânia Maria Delfraro Carmo, participaram do V Congresso Brasileiro da Educação Superior Particular realizado no período de 14 a 16 de junho de 2012, em Natal (RN). O evento teve como objetivo debater os desafios do ensino superior no país. O Congresso foi promovido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) e reuniu profissionais do segmento particular de ensino superior do Brasil, representantes do Ministério da Educação (MEC), do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP/MEC), principais lideranças do setor, autoridades governamentais e políticas com responsabilidades na área de educação, renomados educadores e formuladores de políticas públicas para a educação no Brasil.

Na visão dos representantes da FESP, o Congresso foi um momento de profundas reflexões acerca dos grandes desafios que a educação no Brasil está enfrentando e “trouxe ideias e sugestões de caminhos alternativos a seguir para que as dificuldades sejam superadas e que o Brasil prossiga com mais vigor na sua trajetória de inclusão social e de desenvolvimento com sustentabilidade”. “O evento reuniu as maiores instituições de ensino em torno de discussões para que pudéssemos alinhar as ações em prol da qualificação do povo brasileiro, cada uma em sua região. Mostrou a necessidade de desenvolver projetos de extensão, com os quais a FESP tem muita força e envolvimento. O Congresso destacou a importância da preparação de nossos alunos para a participação em programas importantes como Ciência sem Fronteiras”, disse o professor Fabio Kallas.

Com diversas palestras e conferências sobre a temática, o evento contou com autoridades da área e deu suporte para os gestores da educação superior particular. Amaro Henrique Pessoa Lins, secretário da Educação Superior do MEC, discorreu a trajetória da Educação no Brasil, ressaltando que 60 anos atrás o índice de analfabetismo no país era altíssimo. O número de estudantes no Ensino Superior subiu de 3,5 milhões em 2002 para 6,5 milhões em 2010. O palestrante ressaltou ainda que são desafios da Educação Superior brasileira, melhorar a qualidade do ensino e a formação de recursos humanos para transformar a realidade e o desenvolvimento brasileiro. Ainda de acordo com Amaro Lins, conforme os dados do Censo de Educação em 2010, 75% dos estudantes matriculados no Ensino Superior estão em instituições particulares, 15% nas federais, 9% nas estaduais e 1% nas municipais. “Com a apresentação desses dados Amaro salientou a importância que tem as instituições particulares no processo de educação superior no país. Outras discussões importantes trataram da implantação do Programa Ciências Sem Fronteiras e da ampliação dos Cursos de Medicina no país. As várias possibilidades de intercâmbio com as Universidades estrangeiras, através desse Programa, busca promover a consolidação, expansão e internacionalização da Ciência e Tecnologia, da Inovação e da competitividade brasileira por meio do intercâmbio e da mobilidade internacional”, destacou a professora Tânia Delfraro.

O Programa Ciência sem Fronteiras é uma iniciativa dos Ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e do Ministério da Educação (MEC), por meio de suas respectivas instituições de fomento, CNPq e Capes, e Secretarias de Ensino Superior e de Ensino Tecnológico do MEC. O projeto prevê a utilização de até 75 mil bolsas em quatro anos para promover intercâmbio, de forma que alunos de graduação e pós-graduação façam estágio no exterior com a finalidade de manter contato com sistemas educacionais competitivos em relação à Tecnologia e Inovação. Além disso, busca atrair pesquisadores do exterior que queiram se fixar no Brasil ou estabelecer parcerias com os pesquisadores brasileiros nas áreas prioritárias definidas no Programa, bem como criar oportunidades para que pesquisadores de empresas recebam treinamento especializado no exterior.

Em relação à expansão de cursos de medicina, foi enfatizado que a justificativa se deve pelo quadro dramático de saúde que se encontra no país e pelos indicadores sociais encontrados, ainda, pela relação número de médicos/habitantes. O Brasil tem 1,8 médicos/1000 habitantes; EUA 2,4 médicos/1000 habitantes; Reino Unido 2,7/1000 habitantes; França 3,5 médicos/1000 habitantes; Uruguai 3,7 médicos/1000 habitantes; Portugal 3,9 médicos/habitantes; Espanha 4,0 médicos/1000 habitantes e Cuba 6,4 médicos/1000 habitantes. A expansão dos cursos de medicina deverá passar de 1.615 vagas para 2.400 vagas até 2013. A FESP está trabalhando intensamente na criação do seu curso de Medicina.

Fábio e Tânia voltaram a Passos com muito material para suporte dentro da FESP já que o objetivo do evento foi debater o futuro da educação no Brasil, além da reflexão sobre ferramentas para o desenvolvimento científico e tecnológico nacional e internacional. A Educação a Distância (EaD) também foi tema presente nas palestras, enfocada por Marcos Formiga, representante da Universidade de Brasília (UNB), como importante fator de inclusão social. “Novas tecnologias e mudanças no processo ensino-aprendizagem estão acontecendo e precisamos participar delas. A participação no Congresso Brasileiro foi de enorme importância para nós, pois mostrou a direção que o Ensino Superior no Brasil está tomando e mostrou que nós da FESP estamos no caminho certo”, concluiu o presidente da FESP, Fabio Kallas.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



Com a nota 4 em todos os quesitos de avaliação do Ministério da Educação (MEC), a Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) obteve no início dessa semana a aprovação para oferecer mais um curso de graduação. O corpo docente recebeu nota 5, pela titulação e experiência de seus professores, todos mestres e doutores nos primeiros dois anos de curso. Engenharia de Alimentos será oferecido já no vestibular de dezembro de 2012 no período noturno com 50 vagas por vestibular e com duração de 5 anos.

A equipe que trabalhou no processo de estruturação do curso comemorou a conquista. A oferta do curso de Engenharia de Alimentos é uma aposta da FESP seguindo o perfil econômico da região voltado para a Agroindústria (açúcar, álcool, fermento e laticínios) e a Agropecuária (cana, café, milho, gado de corte e de leite, avicultura de corte e de postura, suinocultura). Ao todo em Minas Gerais tem apenas 14 cursos cadastrados no INEP/MEC.

Os avaliadores deram nota 4 para as 3 dimensões avaliadas – Organização Pedagógica, Corpo Docente e Infraestrutura e ainda reconheceu a excelência do corpo docente e a nota subiu para 5 neste quesito.

O Presidente do Conselho Curador da FESP, Professor Fabio Pimenta Esper Kallas, destacou a importância deste reconhecimento. “Mais uma vez a FESP mostra a excelência do seu corpo docente com a aprovação incontestável do MEC para abertura de mais um curso. Esta conquista também reforça a qualidade da instituição já que os processos de avaliação do MEC são extremamente rigorosos”, comemorou Fabio salientando que a oferta do curso de Engenharia de Alimentos abre em um futuro breve, possibilidades de crescimento e desenvolvimento regional. “Podemos deixar de sermos simplesmente exportadores de produtos básicos em alimentos e  construir indústrias de transformação que trarão novas tecnologias, novos empregos de qualidade e recursos para investimento. Esta é mais uma grande vitória de toda nossa equipe e certamente será uma de várias desse ano”, comemorou Fabio.

O grupo que trabalhou na estruturação do curso foi liderado pela Coordenadora da Assessoria Educacional da FESP, a professora Dra. Maria Ambrosina Cardoso Maia e pelo Diretor do Núcleo Acadêmico de Tecnologia e Engenharia, Professor Manoel Reginaldo Ferreira. No grupo também trabalhou o Professor Lucas Tavares Silveira, Engenheiro de Alimentos nascido em Passos, que está terminando seu doutorado na UFLA e será o coordenador do curso.

O projeto do curso seguiu todos os requisitos propostos pelo MEC e em junho do ano passado toda a documentação foi apresentada no Sistema Federal de Ensino solicitando a autorização para abertura do curso. “Quando definimos qual era o objetivo do curso e suas disciplinas, neste momento tínhamos a clareza de qual era o perfil  do Profissional que queríamos formar. Em seguida buscou-se dentro do quadro da FESP agregar docentes com titulação, experiência e possibilidade de dedicação ao curso, além dos Engenheiros de Alimentos que vão  fazer parte do curso. Na fase de avaliação de documentos não tivemos nenhum problema e em maio de 2012 foi marcada a visita de avaliadores externos do MEC o que ocorreu na semana passada. A Instituição está muito bem preparada do ponto de vista pedagógico e de infraestrutura para oferecer mais este curso e assim o processo de avaliação aconteceu com muita transparência e tranquilidade”, descreve a professora Maria Ambrosina.

O Diretor do Núcleo Acadêmico de Tecnologia e Engenharia, Professor Manoel Reginaldo Ferreira, lembrou que a conquista da aprovação é resultado de um planejamento que vem acontecendo desde 2009 quando foi instituído na Faculdade de Engenharia, o Plano de Desenvolvimento Institucional (PDI). “Com o curso de Engenharia de Alimentos alcançamos o número de 5 engenharias na FESP, sendo já ofertados os cursos de Engenharia Agronômica, Ambiental, Civil e de Produção. Nossa meta é chegarmos a 10 engenharias e já estamos preparando Agrimensura, Mecânica, Elétrica, da Computação e de Minas. Essa proposta da FESP surge da demanda do mercado de trabalho pelos profissionais da área como resultado do crescimento econômico do país”, destacou Manoel Reginaldo.

Segundo o Engenheiro de Alimentos, Lucas Tavares Silveira, participante da equipe do processo de estruturação do curso de Engenharia de Alimentos na FESP, o mercado de trabalho da área é muito amplo já que o Brasil é um celeiro agrícola mundial e que vem recentemente recebendo grandes somas de investimentos estrangeiros para processamento das matérias primas disponíveis no país, demandando grandes quantidades de profissionais especializados. “Além disso, o país apresenta grande número de micro e pequenas empresas do setor alimentício com baixo nível tecnológico as quais estão carentes de profissionais com conhecimento técnico para impulsionar sua produtividade”, explica Lucas.

Atividade

O Engenheiro de Alimentos trabalha na produção e desenvolvimento dos alimentos. Para isso é necessária uma formação ampla abrangendo desde a química dos alimentos, os métodos para avaliar sua qualidade e composição, os métodos de conservação até o desenvolvimento de uma indústria. O curso oferecido pela FESP foi elaborado de forma a permitir que o profissional atue em diferentes áreas.

Nos dois primeiros anos, o aluno cursará as disciplinas do núcleo básico comum em todas as engenharias. Do terceiro ao quarto ano, o aluno cursará as disciplinas profissionalizantes e específicas e no quinto e último ano o aluno fará o estágio obrigatório e o trabalho de conclusão de curso. As aulas práticas estarão presentes em todo o curso desde o primeiro ao último ano.

A FESP conta com um total de 21 laboratórios disponíveis já equipados que poderão ser utilizados de forma direta ou indireta pelos alunos. Os laboratórios específicos do terceiro ao quinto ano do curso já estão em fase de desenvolvimento no novo campus da FESP e serão providos com equipamentos de ponta. Além de todo suporte tecnológico, a instituição conta com a maior e melhor biblioteca da região para a qual foi adquirida a bibliografia básica e específica do curso de Engenharia de Alimentos com número suficiente para atender os 50 alunos a cada ano.

A FESP aguarda agora a publicação da Portaria pelo MEC que autoriza a oferta do curso já no Vestibular do fim do ano. De acordo com a professora Maria Ambrosina este processo deve ter um andamento rápido já que a FESP cumpriu todas as exigências requisitadas.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



Estudantes de 7 escolas de Passos deram início no mês de junho às gravações dos vídeos do 4º Festival Selton Mello de Vídeo, promovido pela Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG). Participam dessa edição as escolas: E.E. Profª. Julia Kubitschek , Colégio Imaculada Conceição (CIC), Colégio São Francisco (COC), E.E. São José, Colégio Status, E.E. Tancredo de Almeida Neves e o Colégio Tiradentes da Polícia Militar.

As oficinas teóricas e práticas, promovidas pela equipe do festival, que é formada por professores e alunos dos cursos de Jornalismo e Publicidade e Propaganda da FESP, foram realizadas durante o primeiro semestre de 2012 durante quatro encontros aos sábados. Alunos das escolas de ensino médio de Passos tiveram contato com técnicas e equipamentos de produção audiovisual e desenvolveram suas histórias e roteiros para a produção de curtas-metragens durante as oficinas práticas. Nesta quarta edição as oficinas tiveram uma quantidade maior de dias e carga horária.

Desde o início do mês os estudantes já estão em campo gravando os vídeos com equipamentos próprios, um diferencial da edição desse ano. De acordo com o professor Diego Vasconcelos, um dos organizadores do Festival, propiciar a produção dos curtas através dos equipamentos dos próprios alunos confere a eles mais liberdade na hora da gravação e propicia uma prática pedagógica mais proveitosa e vantajosa.

A Mostra Competitiva do Festival Selton Mello será realizada no segundo semestre e diferente dos outros anos acontecerá durante uma semana. A equipe está organizando também uma mostra competitiva nacional, com vídeos de curta duração recebidos de todo o país. “Teremos ainda um seminário regional para discutir ferramentas de fomento à produção e também várias apresentações em lugares estratégicos como Santa Casa, Presídio, APAE, UNABEM, Cine Roxy e outros”, comentou o professor Diego.

Os organizadores destacam que o intuito maior do projeto é tentar produzir um festival de cinema em Passos fomentando ainda mais o gosto por essa arte que tem na cidade talentos expressivos já presentes nas telas do cinema como o próprio ator – Selton Mello – que dá nome ao festival. “Estamos caminhando a cada edição para cumprir com nossa meta, sempre com o apoio irrestrito da FESP, representada pelo seu presidente, o Professor Fabio Kallas. Queremos buscar ainda mais apoio disseminando a cultura do cinema dentro da própria fundação e outros ambientes da cidade e buscar apoio também do setor público e privado na cidade, procurando valorizar as questões culturais que muitas vezes são deixadas de lado”, destaca o professor Diovany Rodrigues outro organizador do Festival.

Equipe está produzindo curta em homenagem a Gustavo José Lemos

Outra novidade deste ano é que a equipe de professores e alunos do festival está gravando um curta-metragem em homenagem ao ator e diretor Gustavo José Lemos, falecido no ano passado. O vídeo será exibido durante a semana do Festival. Depois de ser apresentado em Passos o curta será enviado para os principais festivais de cinema do Brasil e do exterior.

A equipe de gravação conta com 15 profissionais de diversas áreas e funções. “Contamos com a participação de 25 atores da nova geração e da época do Gugu (apelido carinhoso de Gustavo). Vamos gravar em 20 locais diferentes e com o melhor equipamento de vídeo disponível na cidade para que a qualidade do material fique no padrão desejado pela produção. Na última semana gravamos 13 sequências das 34 previstas no roteiro e teremos mais duas semanas de gravações em diversos pontos da cidade de Passos. A primeira exibição do curta será na semana do festival e depois iremos exibi-lo em muitos outros lugares da cidade”, descreve Diego.

“O Festival é um sucesso que vai sempre além de nossas expectativas. Com o que produzimos nessas quatro edições do Festival temos material e experiência suficiente para fazer um grande festival de cinema em Passos já no ano que vem, mostrando que esse projeto será um dos maiores eventos da cidade”, completa o professor Paulo Henrique Baldan Valim, que faz parte da equipe de organização do Festival.

Fonte: Departamento de COmunicação e Marketing



A Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG), representada pelo Diretor do Núcleo Acadêmico de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, Prof. Dr. Eduardo Goulart Collares, esteve presente no último dia 11 de junho em reunião realizada na sede da Federação das Indústrias do Estado de Minas Gerais (FIEMG), na cidade de Uberaba – MG, onde foram definidas as instituições que irão compor o Comitê Federal do Rio Grande.

A escolha da FESP como representante das instituições de ensino e pesquisa na composição do Comitê Federal foi respaldada pela sua importante contribuição no comitê estadual CBH-GD7, do qual participa desde a sua formação desenvolvendo ações importantes, como o Projeto Grande Minas, que promove o Zoneamento Ambiental da Bacia Hidrográfica do Médio Rio Grande, que tem a participação de pesquisadores e alunos dos cursos de Engenharia Ambiental, Agronomia e Ciências Biológicas.

O Comitê Federal do Rio Grande é um dos primeiros comitês federais a serem instituídos e sua área de atuação envolve 8 comitês estaduais do Estado de Minas Gerais e 6 do Estado de São Paulo. Dentre os comitês federais já implantados, de acordo com o Professor Collares, estão o Comitê Federal do São Francisco e o Comitê Federal do Paraíba do Sul.

O Comitê funcionará como o parlamento das águas do Rio Grande. Nele, serão discutidas propostas importantes como a cobrança de uso das águas e investimentos para a melhoria ambiental e dos recursos hídricos na sua área de abrangência. A composição do comitê envolve quatro grupos estratégicos: representantes do governo (estadual e federal); representantes dos municípios (prefeituras); representantes dos usuários (COPASA; SABESP; SAAE e grandes usuários) e representantes da sociedade civil (instituições de ensino e pesquisa; ONGs etc).

A FESP comporá o grupo da sociedade civil e foi escolhida como representante das instituições de ensino e pesquisa. Do estado de Minas Gerais apenas duas instituições nesta área foram escolhidas: a FESP e a UNIFEI (Universidade Federal de Itajubá)

Conforme destaca Collares, o Projeto Grande Minas deu visibilidade à FESP na área ambiental e, com certeza, contribuiu nesta escolha. “Queremos agora levar para o Comitê Federal a proposta de elaboração do Zoneamento Ambiental em todo o Rio Grande, assim como está sendo feito pelo Grande Minas na área do CBH-GD7. Entendemos que sem um zoneamento ambiental não há Plano Diretor de Recursos Hídricos que se sustente”, destacou o professor.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



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