O curso de Publicidade e Propaganda da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) promoveu nos últimos dias diversas atividades para recepcionar os calouros e promover uma interação com os veteranos. Na segunda-feira (13) a Aula Inaugural realizada no auditório da Biblioteca Engenheiro Oto Lopes de Figueiredo às 19h marcou o início do semestre letivo. O palestrante foi o professor Dennis Hanson Costa que é graduado em Publicidade e Propaganda e em Belas Artes e Mestre em Gestão pela Universidade Federal Fluminense com atuação em instituições de ensino e empresas como a Fundação Getúlio Vargas (FGV), Fundação Unimed, Universidade Federal Fluminense, ITCom Business Scholl, Senac, entre outros. A palestra teve como tema “A nova publicidade no contexto dos new media” e promoveu uma apresentação da área para todos os estudantes contextualizando o cenário atual.

Outra atividade que teve destaque e surpreendeu os calouros foi a Aula Trote Inteligente realizada na semana passada. A ideia partiu do aluno Robson Radih, do 7º período com o apoio das professoras Heliza Faria e Nara Guimarães e do aluno Jobert Pedro Dias.

A aula trote foi ministrada pelo ex-aluno e policial da reserva Major Marcelo Coimbra. Foram promovidas atividades dinâmicas e Coimbra, que no trote agiu como se fosse o professor substituo de Nara Guimarães, fez pequenas brincadeiras com os estudantes. “O Coimbra passou um pequeno susto nos estudantes dizendo que eles deveriam decorar códigos como o CONAR. Ele passou uma atividade de análise de um texto e depois cada grupo deveria desenhar uma letra que mais prevalecia no texto dado. No final eles foram colocados na frente da sala para apresentar a arte feita com a letra de cada grupo, que na verdade formava a palavra ‘trote’. Assim que a palavra foi revelada os veteranos entraram na sala gerando interatividade. O objetivo inicial foi permitir que os veteranos realizassem uma brincadeira ‘trote’, porém saudável. Foi divertido e os resultados foram alcançados”, disse Nara Guimarães.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



Uma equipe da Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) se reuniu no dia 7 de fevereiro (terça-feira) com representantes da Associação Passense das Indústrias de Confecções (APICON), Banco do Brasil, Sebrae, Prefeitura de Passos e do instituto federal IFSul de Minas, com o objetivo de consolidar formalmente as ações do projeto “Implantação de uma rede de inovação tecnológica do município de Passos – MG”.

O projeto surgiu do incentivo do professor Fabio Kallas, presidente do Conselho Curador da FESP, a um grupo de professores para a participação em um edital de implantação de redes tecnológicas nos municípios mineiros junto à Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (FAPEMIG) em agosto de 2011. Entre 12 projetos aprovados, a FESP ficou classificada em 4º lugar em todo o Estado.

A responsável pelo projeto, a coordenadora de Pesquisa e Extensão da FESP, professora Marisa Lemos juntamente com o diretor do Núcleo Acadêmico de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, professor Eduardo Collares, o diretor do Núcleo Acadêmico de Ciências Humanas e Ciências Sociais Aplicadas, Vivaldo Silvério de Souza Filho e os professores César Vilela Aquino e Olney Bruno da Silveira Junior estão trabalhando dentro deste projeto com o intuito de criar grupos de Arranjo Produtivo Local (APL) de confecção e móveis de Passos. O projeto conta com a bolsista pela FAPEMIG Juliana Castro Torres que é graduada em Direito.

A proposta faz parte do Plano de Desenvolvimento Municipal sugerido pelo professor Fabio Kallas aos empresários de Passos. “Nosso objetivo é unir universidade, empresariado e governo para que possamos discutir inovações, alternativas, geração de novos empreendimentos, tecnologia e qualificação, visando ao crescimento da cidade”, disse Kallas.

O APL se caracteriza por um número significativo de empreendimentos e de indivíduos que atuam em torno de uma atividade produtiva predominante e que podem compartilhar formas de cooperação e algum mecanismo de governança. Podem ser incluídas pequenas, médias e grandes empresas. “As vantagens são inúmeras entre as quais podemos citar desenvolvimento regional através de aumento da oferta de emprego, fixação de capital na região, aumento dos lucros, melhoria da capacitação dos funcionários, aumento de produtividade, entre outros”, enumera Marisa Lemos.

O primeiro APL a ser criado será o de confecções, pois o setor já vem se preparando há algum tempo para isso. Nesta primeira reunião foram decididas ações a serem realizadas no grupo para que possa ser elaborado o Plano de Desenvolvimento e diagnóstico setoriais. “Serão realizadas reuniões periódicas e paralelamente propostas de capacitação para o grupo serão articuladas. O plano de trabalho, provavelmente estará pronto até o fim de fevereiro e a execução acontecerá a partir de março”, disse Marisa.

Segundo o presidente da APICON, Laerte Francisco Rodrigues Junior, diretor administrativo da empresa de confecção Symon Rio, o objetivo de se criar um APL é antigo na associação. As reuniões foram iniciadas em 2008 e agora com o apoio da FESP, Sebrae, Prefeitura e outras instituições o projeto irá se concretizar. “Temos boas expectativas.

Acredito que agora com um cronograma de ação estabelecido ficará mais fácil. O setor de confecção está sofrendo muito com a concorrência de outros polos que estão se articulando para sobreviver no mercado. Aqui em Passos, esta articulação é fundamental, principalmente com relação à Avenida da Moda que é muito extensa e falta um pouco de infraestrutura para suportarmos grande volume de compradores. Temos que nos organizar para alcançar objetivos maiores”, frisou Laerte.

CVT da FESP irá atender a demanda de capacitação profissional dos APLs

A reunião aconteceu no Centro Vocacional Tecnológico (CVT) da FESP com o intuito de dar início à formatação do projeto do APL de confecção para registrá-lo junto aos órgãos do governo estadual e federal para que seja possível obter apoio de fomento para a execução das ações sugeridas. A participação do CVT será fundamental atendendo às demandas de capacitação profissional do setor e funcionando como um elo de interlocução com parceiros já identificados como Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SECTES), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e outros.

Conforme explica o coordenador do CVT da FESP, professor José de Paula Silva, o CVT é uma unidade da Rede de Formação Profissional Orientada pelo Mercado (RFPOM), projeto do Governo de Minas, coordenado pela SECTES com apoio das Prefeituras Municipais. O objetivo é ampliar a capacitação local e regional, combater a exclusão digital e social, gerar emprego e renda e contribuir para a melhoria de vida da população a partir da capacitação profissional. “Ou seja, as ações previstas para os APLs estão entre as ações previstas no CVT. Iremos fornecer suporte para a criação do APL de confecção inicialmente,  com a infraestrutura física, funcionando em uma das salas do CVT. Além disso, diversas ações serão propostas com a realização de cursos e encontros”, disse José de Paula.

A rede CVT conta com 571 unidades interligadas em banda larga, representadas por 84 CVTs e 487 Telecentros, e 4,5 mil microcomputadores conectados, colocando Minas Gerais como um dos estados a possuir um dos maiores programas de inclusão digital e social do País. O projeto alcança mais de 360 municípios e soma mais de 500 mil cidadãos certificados em cursos presenciais e a distância, além de 1 milhão de pessoas beneficiadas com o acesso à internet. Já foram investidos, em sua estrutura, mais de R$ 130 milhões, recursos provenientes do Governo de Minas e do Ministério da Ciência e Tecnologia, por meio de emendas parlamentares.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



A Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) promoveu uma reunião no dia 2 de fevereiro, no auditório da Biblioteca Engº Oto Lopes de Figueiredo, para anunciar a instituição do título de professor-pesquisador. Comandada pelo presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas e pelo diretor do Núcleo Acadêmico de Pós-graduação, Pesquisa e Extensão, professor Eduardo Goulart Collares e com a presença e participação de todos os diretores de Núcleos Acadêmicos, o encontro reuniu professores da FESP que já trabalham com a prática da pesquisa.

Os participantes conheceram os requisitos que o docente precisa ter para ser intitulado como professor-pesquisador. À medida que a proposta for sendo implementada, os professores que receberem o título poderão dedicar parte da carga horária para o desenvolvimento de pesquisas e a FESP apoiará sua qualificação e capacitação.

O presidente Fábio Kallas destacou que a FESP tem se fortalecido a cada ano na área de pesquisa, com participação nos editais mais importantes de instituições e empresas que investem em Pesquisa e Desenvolvimento, como FAPEMIG, FINEP, FURNAS e outras. “Entendemos que a instituição de ensino superior que investe em pesquisa constantemente, faz com que seu aluno adquira o espírito investigativo, tornando-se um profissional mais preparado e empreendedor. A FESP entende que o desenvolvimento de uma cidade e de uma região passa pela universidade. Portanto, é dever de uma escola como a FESP assumir o desafio de transformação, de desenvolvimento, de empreendedorismo e de inovação. O professor pesquisador é um professor diferenciado dentro da FESP, pois, além de suas incumbências na docência, ele tem a missão de ensinar desafiando, pesquisando, descobrindo, inovando, juntamente com seu alunado. O professor pesquisador é o professor que eleva o nome da universidade, colocando-a como uma universidade diferenciada”, disse Fabio.

De acordo com o professor Collares, inicialmente serão cerca de 40 docentes de todas as áreas do conhecimento que receberão o título de professor-pesquisador. O grupo será renovado a cada ano e novos professores serão indicados pelas diretorias. O professor terá metas para cumprir e aqueles que não cumprirem as regulamentações deverão ceder os seus lugares. “A idéia é antiga e surgiu da necessidade de estabelecer uma política de desenvolvimento científico para a FESP, reconhecendo o trabalho já realizado por nossos pesquisadores e os valorizando e qualificando para que possamos galgar novos desafios na realização de pesquisas científicas. Desde muito tempo, a FESP possui um grupo de pesquisadores que sempre se dedicaram à pesquisa. Com o apoio do Fabio e a nova estruturação administrativa da FESP, por meio de Núcleos Acadêmicos por área de conhecimento, está sendo possível colocar em prática este antigo sonho de criar uma política institucional para a pesquisa e o desenvolvimento”, destacou Collares.

Capacitação

Durante os dia 6 e 7 (segunda e terça-feira) foi realizado um workshop de elaboração de projetos para fontes de fomento, como uma primeira atividade de capacitação do professor pesquisador. Para ministrar a atividade foram convidados o engenheiro agrônomo Marcelo Franco, que é graduado pela Universidade Federal de Viçosa (UFV) e que atualmente ocupa o cargo de Coordenador do Programa de Energia da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Estado de Minas Gerais (SECTES); o professor-doutor Pedro Castro Neto, engenheiro agrônomo pela Escola Superior de Agricultura de Lavras, com mestrado em Engenharia Agrícola pela UFV e doutorado em Agronomia pela UNESP e o professor-doutor Antônio Carlos Fraga, engenheiro agrônomo pela Universidade Federal de Lavras (UFLA) e com mestrado e doutorado em Fitotecnia pela UFV. Marcelo Franco e Antônio Carlos Fraga são professores titulares da UFLA.

Os convidados ministraram a palestra “Elaboração de projetos científicos”, na segunda-feira e a oficina “Submissão de projetos em agências de fomento”, na terça-feira. "Não é possível trabalhar o conhecimento de forma isolada. Temos que atuar em equipes interligadas e desfrutar do sucesso em conjunto. Se nós queremos ser uma nação forte, temos que investir na pesquisa e no conhecimento”, frisou Marcelo Franco durante as palestras.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



Por meio de um convênio firmado entre a Fundação de Ensino Superior de Passos (FESP/UEMG) e a Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri (UFVJM), que tem sede na cidade de Diamantina (MG), três alunos do curso de Agronomia participaram de um estágio de férias no mês de janeiro na área de Física do Solo e Forragicultura e Pastagem.

O convênio com a UFVJM partiu dos professores Rita de Cássia Ribeiro Carvalho e Bruno Silva Pires com o apoio da coordenação dos cursos de Engenharia e do presidente do Conselho Curador da FESP, professor Fabio Pimenta Esper Kallas. Os alunos do 7º período de Agronomia César Tadeu Piza, Luziney Duarte Silva e Paulo Régis Viana Leite estiverem em Diamantina no período de 9 a 26 de janeiro. Na oportunidade, orientados pelo responsável do laboratório da UFVJM e mestre em Agronomia Múcio Magno de Melo Farnezi, os alunos conheceram equipamentos sofisticados, diversas técnicas de coleta e análise de solos e realizaram um intercâmbio de conhecimentos com a universidade atuando inclusive em algumas das fazendas experimentais em Curvelo (MG) e Couto Magalhães (MG).

O grupo de professores e alunos desenvolve na FESP pesquisas relacionadas à forragicultura e pastagem (piquetes rotacionados) e à física do solo. Os estudos realizados já resultaram em duas teses de doutorado desenvolvidas na Universidade Federal de Lavras pela professora Rita e pelo professor Bruno, uma dissertação de mestrado e duas bolsas de iniciação científica para alunos da FESP. Os trabalhos realizados têm como um dos objetivos analisar o efeito do pisoteio do animal em pastos irrigados. O projeto foi iniciado em 2004 e alguns resultados foram apresentados no Congresso Internacional de Forragicultura e Pastagem pela professora Rita, na China, no ano de 2008. Artigos científicos apresentando resultados já foram publicados em periódicos importantes como a Revista Brasileira de Ciência do Solo, além da participação dos professores e estudantes em renomados congressos e eventos científicos, também com a apresentação e publicação de trabalhos.

Sobre a relevância da pesquisa a professora Rita explica: “O estudo compara uma pastagem irrigada com a não irrigada, ambas submetidas ao pisoteio animal com períodos intermitentes (piquetes rotacionados), para avaliar a compactação do solo. É analisado o quanto a irrigação e o peso do animal pode contribuir para a compactação, interferindo na qualidade do solo. Ou seja, estuda-se a parte física do solo. A compactação é prejudicial porque quando ela ocorre causa o selamento da superfície, diminuição dos tamanhos de poros, reduz entrada de água, oxigênio e consequentemente nutrientes para o crescimento das plantas. As raízes das plantas são prejudicadas/reduzidas, o que leva à degradação da ‘pastagem’. A produção da forrageira é diminuída ao longo do tempo, diminui a qualidade comprometendo o desenvolvimento do animal”.

Para Rita, a parceria com a UFVJM irá colaborar com todos os cursos da FESP. Os professores que têm interesse em conseguir estágios para seus orientandos podem fazer contato com os pesquisadores da instituição em diversas áreas. “É uma conquista para toda a FESP. O primeiro estágio realizado foi na área de Agronomia, na qual eu trabalho, mas a parceria está aberta para a FESP em todas as áreas. É uma oportunidade única para os alunos em termos de conhecimento e contatos com outras universidades, professores e pesquisadores”, disse.

Os alunos ficaram satisfeitos com o estágio e pretendem a partir de agora socializar o conhecimento com os demais estudantes do curso. “É um laboratório referência e o estágio foi muito produtivo. Passamos por treinamento e tivemos a oportunidade de aprofundar nosso conhecimento e a prática”, disse a estudante Luziney Duarte Silva.

O professor Bruno lembra que o grupo de estudos é aberto a todos os alunos que queiram pesquisar a temática. Ao todo são envolvidos cerca de 20 alunos entre bolsistas e voluntários. Para Bruno, o estágio de férias envolveu os alunos em um ambiente de pesquisa diferente. “É importante essa troca de experiências e também é importante o contato, pois muitos dos nossos alunos têm perfil para fazer um mestrado e doutorado e para isso o contato com essas instituições de pesquisa é fundamental”, disse Bruno.  

“Vimos muitos aspectos práticos da pesquisa, como a coleta de solo. Foi importante também porque conhecemos tipos variados de solos de outras regiões que a gente não tem contato aqui em Passos”, destacou o estudante Paulo Régis Viana Leite.

O grupo de estudos agradeceu ao professor Wellington William Rocha que foi professor da FESP e hoje é professor na UFJVM que proporcionou os contatos e também ao Múcio que acompanhou os estudantes durante o estágio. “Foi possível acompanhar as análises de perto e isso é muito bom para o nosso aperfeiçoamento. Não podemos deixar de agradecer à professora Rita e ao professor Bruno que se empenharam para conseguirmos realizar esse estágio. Também aos nossos colegas de curso aqui da FESP que enquanto estivemos em Diamantina, tomaram conta dos nossos experimentos na fazenda experimental voluntariamente”, disse o aluno César Tadeu Piza.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



Duas unidades associadas à UEMG (Universidade do Estado de Minas Gerais) começaram a ser incorporadas pelo Governo de Minas. Em reunião realizada no dia 17 de janeiro, na cidade Administrativa Tancredo de Almeida Neves, o subsecretário de Estado Ciência, Tecnologia e Ensino Superior e presidente do Conselho Curador da FESP (Fundação de Ensino Superior de Passos), professor Fabio Pimenta Esper Kallas, informou que as associadas de Carangola e Campanha serão as primeiras e deverão se tornar efetivamente estaduais até o fim deste ano. Durante a reunião, foi discutido o modelo de estadualização, atualização de dados e cronogramas de atividades.

O processo de estadualização das unidades associadas faz parte do Projeto Estruturador do Governo de Minas que tem como meta incorporar todas as seis unidades até o fim de 2014.

Segundo o Pró-Reitor de Planejamento, Gestão e Finanças da UEMG, professor Giovânio Aguiar, o início da incorporação depende agora de uma avaliação da Advocacia Geral do Estado sobre a questão jurídica. “A UEMG vê com os melhores olhos possíveis esta estadualização. Todos só têm a ganhar com isso. Já temos os dados financeiros atualizados e precisamos agora deste posicionamento da AGE, que vai nortear juridicamente o melhor modelo de estadualização das unidades”, explica o pró-reitor que esteve na reunião juntamente com os presidentes Prof. Braz Cosenza (Unidade de Carangola) e Prof. Ivan Ferrer Maia (Unidade de Campanha), do Subsecretário de Ensino Superior Prof. Fabio Kallas, o Prof. Eduardo Santa Cecilia, Chefe de Gabinete da UEMG e ainda representante da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão.

Durante o processo de transição, uma das ações do Governo será aumentar gradativamente o investimento no programa de bolsas PROUEMG, que concede descontos de até 50% do valor das mensalidades.

A UEMG é hoje formada por seis unidades ainda em processo de estadualização nas cidades de Campanha (FCCP), Carangola (Fafile), Diamantina (Fevale), Divinópolis (Funedi), Ituiutaba (Feit) e Passos (Fesp).

De acordo com o subsecretário Fabio Kallas as unidades de Carangola e Campanha serão as primeiras porque são menores e possuem estruturas mais simples. “A previsão é de que até o fim do ano as duas já estejam efetivamente estadualizadas e a unidade de Diamantina comece também a ser estadualizada”, afirma.

Fonte: Departamento de Comunicação e Marketing



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